Estou entrando em férias e agradeço a todos os seguidores do blog pelo ano em que pudemos compartilhar a nossa fé católica. Tivemos uma média de 7000 visitas/mês, eu sei que ainda é pouco em se tratando de internet, mas por ser um blog católico, eu fico feliz pelas pessoas que nos acompanham.
Fiquem com mais um ensinamento do padre Paulo Ricardo.
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15 dezembro 2014
12 dezembro 2014
Como José e Maria esperavam o nascimento de Jesus?
O maior milagre está escondido em Maria, o maior segredo é cuidado por José
Maria está a caminho de Belém. Junto a José. E com Jesus no seu interior. É advento. É espera. É silêncio. Desligamos o celular e nos conectamos a Deus. Descansamos do barulho do mundo. Faz bem desconectar-se um pouco. Renunciar um pouco. Fazer mais silêncio.
Caminhamos com Maria e José. Maria acalma José quando ele se inquieta. José se ajoelha diante de Maria, diante de Jesus em Maria. Maria, no advento, é o único lugar do mundo onde se encontra o Deus feito carne. Que grandeza! Que pequenez!
O medo, a incerteza, o sentimento de fragilidade, o poder descansar em José. Maria não está sozinha. Como Deus é bom! Ela pode falar com José, sonhar com ele, rezar com ele olhando as estrelas, caminhar na ponta dos pés pela vida, levantar o olhar e os anseios, construir um mundo de ternura.
Ele sabe de tudo e compreende Maria. Com ele, ela pode falar tudo. Com José, com suas mãos sobre sua barriga. Os três estão sozinhos neste momento.
Imagino a intimidade de Maria com Jesus. Os diálogos intermináveis no silêncio do caminho. Imagino a intimidade de Maria com José, a intimidade dos três. Como será que eles rezavam juntos? Certamente, também tinham medos, dúvidas, inseguranças.
“Como será este menino? O que vai acontecer? Onde ele nascerá? O que teremos de fazer? Como poderemos educar o próprio Deus?” Eles sentem que não sabem nada, que são fracos e ignorantes. Como se educa um Deus que sabe tudo, que pode tudo?
José está tranquilo porque Maria está presente. Ele confia totalmente nela. É um tempo de olhares, de silêncios, de ternura. De abraços calados. O anjo veio ao seu encontro. Ao de Maria, ao de José. Mas depois o anjo parece ficar calado. Não há mais sinais. Só Deus em Maria, só Maria em Deus.
Quantos caminhos nesse primeiro advento! O caminho de Deus até nós, tocando com imenso respeito a porta de Maria, a porta de José. O caminho até a casa de Isabel, Maria cheia de Deus, levando a alegria em seu ventre.
Há quadros que representam José caminhando com Maria rumo à casa de Isabel. Como poderia deixá-la sozinha? O caminho sagrado até Belém. Muitos passos, muitos dias, muitas noites. Calor e frio. Escuridão e luzes. Vento e medo. Alegria e espera. Assim como em nossa vida, quando caminhamos.
Repassamos o passado e encontramos também caminhos em nossa história, encontros e desencontros, medos e esperanças. Como José e Maria no advento. Caminhos e descansos. Muitos momentos de quietude, de recolhimento, de oração profunda, interior, de descansar em silêncio, um junto ao outro, os três unidos.
O maior milagre está escondido em Maria. O maior segredo é cuidado por José. Deus cresce dentro dela. Maria o guarda como o mais sagrado. Acaricia-o. E o espera quando ninguém o espera. Em silêncio, seu corpo e sua alma se preparam para Ele.
Ela já sabe seu nome. Chama-o pelo nome. Calada, em seu coração. Pronuncia seu nome. Chama-o suavemente. Com imensa ternura. Ela sempre o amou, e agora Ele está com Ela, para sempre.
Maria pensa nas pessoas a quem Jesus ajudará. Repete seu “sim”. Às vezes com força. Às vezes também com voz suave. Subitamente, diz como um grito. Mas, outras vezes, seu “sim” será o silêncio, o gesto calado. O simples estar em pé. O ajoelhar-se para segurar aquele que não consegue se manter em pé.
Esse “sim” de Nazaré, esse “sim” de Ain Karim, esse “sim” repetido no caminho a Belém. Esse “sim” em Belém, escondida ao lado de uma manjedoura. Esse “sim” no Egito, cheia de desconcerto. E novamente esse “sim” do silêncio de trinta anos.
Esse “sim” oculto em uma família santa. Esse “sim” que nós tantas vezes não pronunciamos. Esse “sim” que fica preso na garganta. Esse desejo torpe e pobre por levantar o olhar, a alma, o interior. Esse anseio profundo por chegar ao mais profundo da vida.
Hoje, podemos nos unir a esta oração:
“Ensina-me, Maria, neste advento, a querer, a velar, a guardar, a olhar para o meu interior sem mês distrair. Porque eu me distraio. Ajuda-me a caminhar, como tu. Tu carregas Deus sem dizer nada. Isso me comove. Como eu gostaria de me parecer mais com você!
Tu carregas Deus em tua paz, em tua ternura, em tua misericórdia, na luz dos teus olhos, nesse teu jeito de estar preocupada pelos detalhes mais humanos, de acolher com teu olhar limpo, de deixar de pensar em ti para pensar no outro.
Teu ‘sim’ de Nazaré... Ah, quantos ‘sim’ saíram dos teus lábios, da tua alma! Agora, tu e José não veem mais que o hoje, mas confiam. Em breve, haverá outro passo a ser lado, e Deus lhes marcará esse pedaço de caminho com seus passos, dando-lhes luz.
Ajuda-me a ser assim, a dar o meu ‘sim’ nos passos que preciso dar hoje, e confiar em que, para os passos de amanhã, Deus estará comigo. ‘Sim’ ao hoje. ‘Sim’ a este passo.”
Neste advento, queremos aprender novamente a caminhar. Sem pressa. Em silêncio. Desconectados um pouco. Conectados profundamente com Deus. Primeiro um passo, depois o outro. Assim, o caminho se tornará mais leve. Enxergaremos mais longe. Confiaremos com mais força. Como as crianças, que sabem que alguém as espera para iluminar seu caminho de cada dia.
De: aleteia.org
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11 dezembro 2014
História de São José
São José é descendente da casa real de Davi. É o esposo da Virgem Maria e pai adotivo de Jesus Cristo. Nos Evangelhos ele aparece na infância de Jesus. Pode-se ver as citações nos livros de Mateus Capítulos 1 e 2, e em Lucas 1 e2. Na Bíblia, São José é apresentado como um justo. Mateus, em seu Evangelho, descreve a história sob o ponto de vista de José. Já Lucas narra o tempo de infância do menino Jesus contando com a presença de José.
São José na História da Salvação
São José estava noivo de Maria e, ao saber que ela estava grávida, decidiu abandoná-la, pois o filho não era dele. Ele pensa em abandoná-la para que ela não fosse punida com a morte por apedrejamentoMas ele teve um sonho com um anjo que lhe disse que Maria ficou grávida pela ação do Espírito Santo, e que o menino que iria nascer era Filho de Deus, então, ele aceitou Maria como esposa. Perto do tempo previsto do nascimento de Jesus, por um decreto romano ele foi para Belém partir do recenseamento, lá Maria deu à luz ao Menino Jesus e José estava presente no nascimento.
O anjo, porém, deu novo aviso a José, em sonho. Com efeito, o anjo avisou a José que Herodes queria matar o menino Jesus e mandou-o pegar o menino e sua mãe e fugir para o Egito com eles. José obedeceu. Assim, A sagrada família foi para o Egito e viveram lá durante quatro anos. Após este tempo, o anjo avisou novamente a José em sonhos, dizendo que eles poderiam voltar para Nazaré porque Herodes tinha morrido. José obedeceu e levou a Sagrada Família novamente para Israel.
Vida Simples
São José devotou sua vida aos cuidados de Jesus e Maria. Vivendo do trabalho de suas mãos, como carpinteiro, sustentou sua família com dignidade e exemplo. A profissão de carpinteiro propiciava dignidade à família. José era um judeu religioso e praticante. Ele consagrou o menino Jesus no Templo, logo depois que o menino nasceu. Este ato só era praticado na época por judeus piedosos. São José levava sua família regularmente às peregrinações de seu povo em Jerusalém, como, por exemplo, na Páscoa. Foi numa dessas peregrinações em que, na volta para Nazaré, o menino Jesus ficou em Jerusalém conversando com os doutores da lei. O menino tinha, então, doze anos. José e Maria, aflitos, voltam ao templo e encontram o menino Jesus debatendo com os doutores da lei. Nesta ocasião, Jesus afirma que “Tinha que cuidar das coisas de seu Pai”. Esta é a última vez que José é mencionado nas Sagradas Escrituras. Todos os indícios levam a crer que José faleceu antes de Jesus começar sua vida pública. Caso contrário, ele certamente teria sido mencionado pelos evangelistas, como o foi Maria.Influência de José na formação da personalidade de Jesus
São José teve papel importantíssimo na formação da personalidade de Jesus enquanto pessoa humana. Claro, Jesus é o Filho de Deus. Porém, se analisarmos o comportamento de Jesus do ponto de vista humano, veremos que ele (Jesus) foi um menino e um homem que teve um pai presente, piedoso e influente. Um pai que ensinou ao filho o caminho da justiça, da verdade, do amor e do conhecimento da Palavra de Deus. Não é à toa que São José é chamado de “Justo” desde os Evangelhos. Por isso, São José é um dos maiores santos de todos os tempos.Devoção a São José
São José foi inserido no calendário litúrgico Romano em 1479. Sua festa é celebrada no dia 19 de março. São Francisco de Assis e, mais tarde, Santa Teresa d’Ávila, foram grandes santos que ajudaram a divulgar a devoção a São José. No ano de 1870, São José foi declarado oficialmente como o Patrono Universal da Igreja. O autor desta declaração foi o Papa Pio IX. No ano de 1889, o Papa Leão XIII, num de seus grandes documentos,exaltou as virtudes deSão José. O Papa Bento XV declarou São José como o patrono da justiça social. Para ressaltar a grande qualidade e poder de intercessão de São José como “trabalhador”, O Papa Pio XII instituiu uma segunda festa em homenagem a ele, a festa de "São José operário". Esta, acontece no dia primeiro de maio.São José é invocadotambémcomo o padroeiro dos carpinteiros. Na arte cristã ele é representadotendo um lírio na mão, representando a vitória dos santos. Algumas vezes ele aparece também com o menino Jesus ou nos braços, ou ensinando a Ele a profissão de carpinteiro.
Revelações sobreo poder de intercessão de São José
São José é, sem dúvida, uma dos santos mais importantes da Igreja. Ele é invocado como o santo que intercede a Deus por todas as nossas necessidades. São José tem, diante de Deus, privilégios únicos. Esta é uma das revelações que foram dadas à Serva de Deus chamada Santa Águeda:“Por sua intercessão alcançamos a virtude da castidade e a vitória sobre as tentações contra pureza; alcançamos o poderoso auxílio da graça para sair do pecado e voltar à amizade com Deus; alcançamos a benevolência da Santíssima Virgem Maria e a verdadeira devoção a ela; alcançamos a graça de uma boa morte e a especial proteção contra o demônio nesta hora.” A Igreja afirma que os espíritos do mal estremecem quando ouvem o nome de São José ser invocado. Pela intercessão de São José, podemos alcançar a saúde e a ajuda nas dificuldades. Através dele, as famílias podem alcançar a bênção de uma vida digna.Nossa Senhora também revelou a Santa Águeda: "Os homens ignoram os privilégios que o Senhor concedeu a São José, e quanto pode sua intercessão junto de Deus. Somente no dia do Juízo os homens conhecerão sua excelsa santidade e chorarão amargamente por não haverem se aproveitado desse meio tão poderoso e eficaz para sua salvação e alcançar as graças de que necessitavam". SJMJ
Oração a São José
A vós, S. José, recorremos em nossa tribulação e, depois de ter implorado o auxílio de Vossa Santíssima Esposa, cheios de confiança solicitamos também o Vosso patrocínio. Por este laço sagrado de caridade que Vos uniu à Virgem Imaculada Mãe de Deus, e pelo amor paternal que tivestes ao Menino Jesus, ardentemente Vos suplicamos que lanceis um olhar benigno para a herança que Jesus Cristo conquistou com seu Sangue, e nos socorrais em nossas necessidades com o Vosso auxílio e poder. Protegei, ó Guarda providente da Divina Família, a raça eleita de Jesus Cristo. Afastai para longe de nós, ó Pai amantíssimo, a peste do erro e do vício. Assisti-nos do alto do céu, ó nosso fortíssimo sustentáculo, na luta contra o poder das trevas; e assim como outrora salvastes da morte a vida ameaçada do Menino Jesus, assim também defendei agora a Santa Igreja de Deus contra as ciladas de seus inimigos e contra toda adversidade. Amparai a cada um de nós com o Vosso constante patrocínio a fim de que, a Vosso exemplo e sustentados por Vosso auxílio, possamos viver virtuosamente, morrer piedosamente e obter no céu a eterna bem-aventurança. Amém.De: cruzterrasanta.com.br
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09 dezembro 2014
Nossa Senhora está grávida
Ela carrega Jesus em silêncio, mas todos os que a encontram sentem uma profunda paz
No advento, contemplamos Maria de maneira especial. Ela, imaculada, sem mancha, pura. Ajoelhada diante de Deus, vazia de tudo. Cheia de luz e esperança.
Ajoelho-me. Comovo-me. Repito as palavras de uma canção: "De joelhos diante de ti, Maria, contemplo teu amor". É assim que fico diante dela. Pequeno e grande. Contemplo e me estremeço. A alma se emociona ao olhar para Ela. Eu gostaria de me sentir pequeno como Ela.
Gostei muito da oração de uma pessoa a Deus: "Que meu advento signifique tornar-me pequena, para acolher-te com um coração de criança. Que o meu presépio seja um lugar simples para receber-te com humildade. Que o meu berço seja um pouco de palha, para sentir-te pobre, Senhor. Que o meu coração te adore escondido, te espere em silêncio e volte a acreditar que esse Deus diminuto, escondido em meu presépio pobre e vazio, pode encher de esperança a minha dor".
Eu gostaria de viver o advento assim. Pobre assim, como Maria o viveu. Ela se ajoelhou comovida diante de tanto amor. Ela se surpreendeu diante da vida e aprendeu a obedecer. A cada dia. A vida inteira. Um amor verdadeiro. Ela, pequena e frágil, tornou-se valente na espera. Aprendeu a viver as horas como um "sim" repetido com o coração.
Uma pessoa dizia a Maria: "O que guardas em teus olhos no advento, Maria, para caminhar tão cheia de paz e alegria? Olha para o teu interior, aí está o segredo: Deus nos tocou". Maria está repleta de Deus, cheia de um amor que toca e abraça, de um amor que nos acaricia.
Maria é assim. A mulher contemplada por Deus. A mulher enamorada de Deus. A mulher que nos vê com misericórdia infinita.
O Papa Francisco nos disse há pouco tempo: "Uma Igreja sem Maria é um orfanato, porque Maria é quem nos ajuda a trazer Jesus. Ela o traz do céu para conviver conosco".
Maria se aproximou da humanidade carregando o amor de Deus. O homem se tornou filho. Pode haver algo maior que isso? Maria tem o coração de uma menina, a ternura de uma menina, a inocência e a alegria de uma menina.
Mas seu coração também é o de uma mulher firme, forte e valente. É o maior coração no qual Deus pode confiar. O coração mais nobre e fiel. O coração mais humilde, mais pobre. Ela, ajoelhada diante dele. Maria se tornou livre ao fazer-se escrava. Tornou-se mais livre ao dar tudo e ficar com nada.
O Pe. Kentenich dizia que "as coisas nos tornam interiormente livres quando as fazemos com generosidade, quando a motivação que nos impulsiona não é a mera obrigação ou a pura atitude de evitar o pecado".
Maria nos ensina a caminhar na estrada do amor. Não por dever, não por obrigação, não por medo de pecar. O que moveu seu coração de Mãe foi o desejo de dar mais, de entregar toda a vida, todo o seu tempo.
Este é o nosso caminho rumo à liberdade. Caminhar com o desejo de dar mais, amar mais. Com o anseio por preencher nossa vida com o amor.
De: aleteia.org
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03 dezembro 2014
Vem, Senhor Jesus!
Há um canto lindo no ar
Ouço sinos longe a tocar
E uma grande e pura emoção
Invade o meu coração
Como é linda e nossa Igreja Católica!
Temos tudo aqui, não precisamos procurar nada em outras religiões. Sim, somos adeventistas também, pois estamos no Tempo Litúrgico do Advento, esperando a segunda e gloriosa vinda de Jesus e , ao mesmo tempo, aguardando a celebração do Natal.
Vejamos o que nos ensina a Santa Madre Igreja no Catecismo:
522 A vinda do Filho de Deus à terra é um acontecimento de tal imensidão que Deus quis prepará-lo
durante séculos. Ritos e sacrifícios, figuras e símbolos da "Primeira Aliança", tudo ele faz convergir para Cristo; anuncia-o pela boca dos profetas que se sucedem em Israel. Desperta, além disso, no coração dos pagãos a obscura expectativa desta vinda. (Parágrafos relacionados: 711,762)
523 São João Batista é o precursor imediato do Senhor, enviado para preparar-lhe o caminho.
"Profeta do Altíssimo" (Lc; 1,76), ele supera todos os profetas, deles é o último, inaugura o Evangelho; saúda a vinda de Cristo desde o seio de sua mãe e encontra sua alegria em ser "o amigo do esposo" (Jo 3,29), que designa como "o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo" (Jo 1,29). Precedendo a Jesus "com o espírito e o poder de Elias" (Lc 1,17), dá-lhe testemunho por sua pregação, seu batismo de conversão e, finalmente, seu martírio. (Parágrafos relacionados: 712,720)
524 Ao celebrar cada ano a liturgia do Advento, a Igreja atualiza esta espera do Messias:
comungando com a longa preparação da primeira vinda do Salvador, os fiéis renovam o ardente desejo de sua Segunda Vinda. Pela celebração da natividade e do martírio do Precursor, a Igreja se une a seu desejo: "É preciso que Ele cresça e que eu diminua" (Jo 3,30). (Parágrafo relacionado: 1171)
O MISTÉRIO DO NATAL
525 Jesus nasceu na humildade de um estábulo, em uma família pobre; as primeiras testemunhas do
evento são simples pastores. É nesta pobreza que se manifesta a glória do Céu. A Igreja não se cansa de cantar a glória dessa noite: Hoje a Virgem traz ao mundo o Eterno. (Parágrafos relacionados: 437,2443)
E a terra oferece uma gruta ao Inacessível.
Os anjos e os pastores o louvam
E os magos caminham com a estrela.
Pois Vós nascestes por nós, Menino, Deus eterno!
526 "Tornar-se criança" em relação a Deus é a condição para entrar no Reino; para isso é preciso humilhar-se, tornar-se pequeno; mais ainda: é preciso "nascer do alto" (Jo 3,7), "nascer de Deus" para
tornar-nos filhos de Deus. O mistério do Natal realiza-se em nós quando Cristo "toma forma" em nós. O Natal é o mistério deste "admirável intercâmbio: O admirabile commercium! Creator generis humani, anima corpus sumens, de Vir gine nasci digna tus est; et procedens homo sine semine, largitus est nobis suam deitatem - Admirável intercâmbio! O Criador da humanidade, assumindo corpo e dignou-se nascer de uma Virgem; e, tomando-se homem intervenção do homem, nos doou sua própria divindade! (Parágrafo relacionado: 460)
O ADVENTO GLORIOSO DE CRISTO, ESPERANÇA DE ISRAEL
673 A partir da Ascensão, o advento de Cristo na glória é iminente, embora não nos "caiba conhecer os tempos e os momentos que o Pai fixou com sua própria autoridade" (At1,7). Este acontecimento escatológico pode ocorrer a qualquer momento,ainda que estejam "retidos" tanto ele como a provação final que há de precedê-lo. (Parágrafos Relacionados 1040,1048)
674 A vinda do Messias glorioso depende a todo momento da história do reconhecimento dele por "todo Israel". Uma parte desse Israel se "endureceu" (Rm 5) na "incredulidade" (Rm 11,20) para com Jesus.
São Pedro o afirma aos judeus de Jerusalém depois de Pentecostes: "Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, a fim de que sejam apagados os vossos pecados e deste modo venham da face do Senhor os tempos de refrigério. Então enviará ele o Cristo que vos foi destinado, Jesus a quem o céu deve acolher até os tempos da restauração de todas as coisas, das quais Deus falou pela boca de seus santos profetas" (At 3,19-21). E São Paulo lhe faz eco: "Se a rejeição deles resultou na reconciliação do mundo, O que será o acolhimento deles senão a vida que vem dos mortos?" A entrada da "plenitude dos judeus" na salvação messiânica, depois da "plenitude dos pagãos, dará ao Povo de Deus a possibilidade de "realizar a plenitude de Cristo" (Ef 4, 13), na qual "Deus ser tudo em todos" (1Cor 15,28). (Parágrafos Relacionados 840,58)
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02 dezembro 2014
10 curiosidades sobre o Advento que melhorarão seu Natal
1. “Advento” é uma palavra de etimologia latina, que significa “vinda”.
2. O Advento é um tempo litúrgico composto pelas quatro semanas que precedem o Natal, como tempo de preparação para o nascimento do Senhor.
3. O Advento tem como cor litúrgica o roxo, que significa penitência e conversão – neste caso, unidas à esperança diante da iminente vinda do Senhor.
4. O Advento é um período privilegiado para os cristãos, já que somos convidados a recordar o passado, viver o presente e preparar o futuro.
5. O Advento é memória do mistério de graça do nascimento de Jesus Cristo. É memória na encarnação. É memória das maravilhas que Deus faz em favor dos homens. É memória da primeira vinda do Senhor. O Advento é história viva.
6. O Advento é um convite a viver o presente da nossa vida cristã e a experimentar e testemunhar a presença de Jesus Cristo entre nós, conosco, por nós. O Advento nos interpela a viver sempre vigiantes, caminhando pelos caminhos do Senhor em justiça e amor. É uma época de presença encarnada do cristão, quem, cada vez que faz o bem, reatualiza a encarnação e o nascimento de Jesus.
7. O Advento prepara e antecipa o futuro. É um convite a preparar a segunda e definitiva vinda de Jesus Cristo, já na majestade da sua glória. Ele virá como Senhor e como juiz. O Advento nos faz proclamar a fé em sua vinda gloriosa e nos ajuda a preparar-nos para ela. Este tempo já é vida futura, é Reino, é escatologia.
8. O Advento e tempo para a revisão da própria vida à luz da vida de Jesus Cristo, à luz das promessas bíblicas e messiânicas. É tempo para o exame de consciência continuado, arrependido e agradecido.
9. O Advento é projeção de vida nova, de conversão permanente, do céu novo e da terra nova, que só são alcançados com o nosso esforço, de cada dia e de cada ato.
10. O Advento é o tempo de Maria de Nazaré, que esperou, que confiou na palavra de Deus, que se deixou invadir por Ele e em quem floresceu e resplandeceu o Salvador do mundo.
De: aleteia.org
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02 dezembro 2013
Papa: o Advento nos dá um horizonte de esperança
Cidade do Vaticano (RV) – “Na vida de cada um de nós há sempre uma necessidade de recomeçar, de levantar-se, de recuperar o sentido da meta de sua existência”: foi o disse o Papa Franciso que dedicou ao Advento a sua alocução que precedeu o Angelus.
“Assim para a grande família humana é necessário renovar sempre o horizonte comum para o qual estamos a caminho. O horizonte da esperança! O tempo do Advento, que hoje novamente iniciamos, nos dá o horizonte da esperança, uma esperança que não desilude, porque é fundada sobre a Palavra de Deus”.
Iniciamos hoje, Primeiro Domingo do Advento, disse o Papa, um novo ano litúrgico, isto é um novo caminho do Povo de Deus com Jesus Cristo, o nosso Pastor, que nos guia na história em direção ao cumprimento do reino de Deus.
Portanto, este dia tem um encanto especial, nos faz provar um sentimento profundo do sentido da história. Redescobrimos a beleza de estarmos todos a caminho; a Igreja, com a sua vocação e missão, toda a humanidade, os povos, as civilizações, as culturas, todos a caminho através das trilhas do tempo.
A humanidade, portanto, está a caminho, e o Papa se pergunta, mas para onde? Há uma meta comum ? Qual é essa meta? O Senhor nos responde através do profeta Isaías continuou Francisco:
“No final dos tempos, o monte da casa do Senhor estará firmemente plantado no mais alto dos montes, e será mais alto que as colinas e todas as nações correrão para ele. Virão muitos povos, dizendo: «Venham! Vamos subir à montanha do Senhor, vamos ao Templo do Deus de Jacó, para que ele nos mostre seus caminhos, e possamos caminhar em suas veredas»”. ( 2:2-3 ) .
Para o Papa Francisco, o que Isaías descreve é uma peregrinação universal em direção de uma meta comum, que no Antigo Testamento é Jerusalém, onde surge o templo do Senhor, pois a partir daí, de Jerusalém, veio a revelação da face de Deus e da Sua lei . A revelação encontrou em Jesus Cristo a sua realização, e o " templo do Senhor " tornou-se Ele mesmo, o Verbo que se fez carne: é Ele o guia e junto a meta da peregrinação do Povo de Deus; e para a sua luz também os outros povos podem caminhar em direção ao Reino da justiça e da paz.
Diz ainda o profeta : De suas espadas eles fabricarão enxadas, e de suas lanças farão foices. Nenhuma nação pegará em armas contra outra, e ninguém mais vai se treinar para a guerra. (2,4).
Permito-me, continuou o Papa de repetir essas palavas. Mas quando ocorrerá isso? “Que bonito dia será aquele, quando as armas serão desmontadas para serem transformadas em instrumentos de trabalho. E isso é possível! Vamos apostar na esperança, na esperança da paz, e isso é possível”!.
E o Papa chama a atenção para o modelo do comportamento espiritual, do modo de ser e de caminhar na vida, citando a Virgem Maria.
Uma simples jovem do interior, que carrega no coração toda a esperança de Deus! No seu ventre a esperança de Deus se fez carne, tornou-se homem, se fez história: Jesus Cristo. O seu Magnificat é o cântico do Povo de Deus a caminho, e de todos os homens e mulheres que esperam em Deus, no poder da sua misericórdia. Deixemo-nos guiar por ela neste tempo de espera e de vigilância ativa.
O Santo Padre concluiu concedendo a todos a sua Benção Apostólica, (SP)
De: news.va
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“Assim para a grande família humana é necessário renovar sempre o horizonte comum para o qual estamos a caminho. O horizonte da esperança! O tempo do Advento, que hoje novamente iniciamos, nos dá o horizonte da esperança, uma esperança que não desilude, porque é fundada sobre a Palavra de Deus”.
Iniciamos hoje, Primeiro Domingo do Advento, disse o Papa, um novo ano litúrgico, isto é um novo caminho do Povo de Deus com Jesus Cristo, o nosso Pastor, que nos guia na história em direção ao cumprimento do reino de Deus.
Portanto, este dia tem um encanto especial, nos faz provar um sentimento profundo do sentido da história. Redescobrimos a beleza de estarmos todos a caminho; a Igreja, com a sua vocação e missão, toda a humanidade, os povos, as civilizações, as culturas, todos a caminho através das trilhas do tempo.
A humanidade, portanto, está a caminho, e o Papa se pergunta, mas para onde? Há uma meta comum ? Qual é essa meta? O Senhor nos responde através do profeta Isaías continuou Francisco:
“No final dos tempos, o monte da casa do Senhor estará firmemente plantado no mais alto dos montes, e será mais alto que as colinas e todas as nações correrão para ele. Virão muitos povos, dizendo: «Venham! Vamos subir à montanha do Senhor, vamos ao Templo do Deus de Jacó, para que ele nos mostre seus caminhos, e possamos caminhar em suas veredas»”. ( 2:2-3 ) .
Para o Papa Francisco, o que Isaías descreve é uma peregrinação universal em direção de uma meta comum, que no Antigo Testamento é Jerusalém, onde surge o templo do Senhor, pois a partir daí, de Jerusalém, veio a revelação da face de Deus e da Sua lei . A revelação encontrou em Jesus Cristo a sua realização, e o " templo do Senhor " tornou-se Ele mesmo, o Verbo que se fez carne: é Ele o guia e junto a meta da peregrinação do Povo de Deus; e para a sua luz também os outros povos podem caminhar em direção ao Reino da justiça e da paz.
Diz ainda o profeta : De suas espadas eles fabricarão enxadas, e de suas lanças farão foices. Nenhuma nação pegará em armas contra outra, e ninguém mais vai se treinar para a guerra. (2,4).
Permito-me, continuou o Papa de repetir essas palavas. Mas quando ocorrerá isso? “Que bonito dia será aquele, quando as armas serão desmontadas para serem transformadas em instrumentos de trabalho. E isso é possível! Vamos apostar na esperança, na esperança da paz, e isso é possível”!.
E o Papa chama a atenção para o modelo do comportamento espiritual, do modo de ser e de caminhar na vida, citando a Virgem Maria.
Uma simples jovem do interior, que carrega no coração toda a esperança de Deus! No seu ventre a esperança de Deus se fez carne, tornou-se homem, se fez história: Jesus Cristo. O seu Magnificat é o cântico do Povo de Deus a caminho, e de todos os homens e mulheres que esperam em Deus, no poder da sua misericórdia. Deixemo-nos guiar por ela neste tempo de espera e de vigilância ativa.
O Santo Padre concluiu concedendo a todos a sua Benção Apostólica, (SP)
De: news.va
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07 dezembro 2012
Advento - Vem, Senhor Jesus
Sala Paulo VI
Quarta-feira, 5 de Dezembro de 2012
Quarta-feira, 5 de Dezembro de 2012
Queridos irmãos e irmãs,
O tempo litúrgico do Advento prepara-nos para acolher e aderir ao grande
desígnio de benevolência de Deus, que o Natal de seu Filho, feito homem como
nós, coloca diante dos nossos olhos. Tal desígnio não ficou oculto no alto dos
Céus, mas Deus, na riqueza do seu amor, fala aos homens como amigos e convive
com eles, para os convidar e admitir à comunhão com Ele, em Cristo por obra do
Espírito Santo. Esta comunhão é a realização daquele desejo infinito de
plenitude que habita no íntimo do ser humano e o abre para a felicidade eterna.
Entretanto, a nossa mente não consegue abarcar completamente este desígnio de benevolência divina,
mas pode apenas recebê-lo e acolhê-lo na fé. O acto de fé é a resposta do
homem à revelação que Deus Se dignou fazer-lhe, acolhendo na vida o benevolente
desígnio que Ele tem para a humanidade e a criação inteira:
recapitular tudo em Cristo, reunindo n’Ele o que há no céu e na terra.
De: vatican.va
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06 dezembro 2012
Vigia esperando a Aurora
Vigia esperando a aurora qual noiva esperando o amor
É assim que o servo espera a vinda do seu Senhor
É assim que o servo espera a vinda do seu Senhor
Ao longe, um galo vai cantar seu canto
O sol no céu vai estender seu manto
Na madrugada eu estarei desperto
Que já vem perto o dia do Senhor
A minha voz vai acordar meu povo
Louvando a Deus que faz um mundo novo
Não vou ligar se a madrugada é fria
Que um novo dia logo vai chegar
Se é noite escura, acendo a minha tocha
Dentro do peito o sol já desabrocha
Filho da luz, não vou dormir, vigio:
Ao mundo frio vou levar o amor!
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