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11 dezembro 2018

Uma menina de 10 anos impede que sua professora removesse o nome de Jesus de uma canção de Natal


Os professores queriam eliminar o nome de Jesus porque há muitos estudantes de outras religiões na escola. A menina começou uma campanha para coletar assinaturas que finalmente fez os professores mudaram de ideia para o clamor. A canção levará o nome de Jesus nas celebrações de Natal.

Uma professora italiana tentou remover o nome "Jesus" de uma canção popular de Natal para evitar ofender estudantes não católicos , mas uma das meninas de sua classe se rebelou, coletou assinaturas entre seus colegas e finalmente ganhou.
De acordo com a agência italiana  ANSA , a menina tem 10 anos quee está na quinta série em uma escola na Riviera del Brenta, na área metropolitana de Veneza. A música que deu início à polêmica da escola é "Merry Christmas in Joy", "Buon Natale in allegria". Em um de seus versos, lê-se: "Venha! Vamos celebrar! Este é o dia de Jesus ".
A mãe da menor, citada pelo jornal italiano  Il Messagero , ressaltou que "há muitas crianças não católicas na classe de minha filha e em toda a escola primária".
Após a coleta de assinaturas organizadas por sua filha, ela disse: " os professores finalmente desistiram e concordaram em manter o verso com o nome de Jesus . A música será apresentada na íntegra no show de Natal. "
Entre os signatários da petição organizada pela menor, havia também crianças muçulmanas.
Um dos primeiros a relatar o caso foi Alberto Semenzato, conselheiro regional de Veneto. Em uma publicação em sua página no Facebook, o político italiano observou que "hoje recebi uma carta de uma menina muito esperta que frequenta uma escola primária na província de Veneza".
"O pequena lutou para manter o nome de Jesus no texto da música da festa da escola de Natal."
Semenzato chamou a pequena "Angela", e disse que é um nome "inventado, mas simbólico", usado com a intenção de "proteger a criança".

"A equipe da escola, tomando nota do desejo das crianças, deixou todo o texto, e, portanto, as crianças deste ano vão cantar sua música falando sobre Jesus! Bem Angela, que você seja a primeira gota de um grande mar e obrigado por me contar sua história ", disse Semenzato.



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10 dezembro 2016

Saudade do Natal de Jesus - Dom Henrique Soares




Que saudades do Natal cristão que não vem, que vai desaparecendo, ano após ano...
Que saudade de um mundo que acreditava, que era capaz de rejubilar-se, esperançoso, otimista, feliz - mesmo com todos os problemas - porque sabia com certeza certa da existência de um Deus de amor e bondade - Deus santo de Abraão, Isaac e Jacó - que na plenitude dos tempos, de modo admirável, surpreendente, terno, meigo, poético, de Maria Virgem enviou o Seu Filho amado a este mundo ferido e cansado.
Que saudade do presépio, do Menino envolto em faixas, do olhar terno da Virgem Mãe, dos joelhos dobrados do casto e humilde José, da admiração dos pastores, dos anjos envoltos em luz...
Que saudade do boi e do burrico que reconheceram o seu dono, o seu senhor...
Que saudades de um mundo, de uma sociedade que sonhava e esperava porque acreditava!

Que natal frio, vazio, morto e escuro, esse vivido pela sociedade ocidental.
Natal mentiroso, sem Jesus, sem Deus, sem a ternura do Emanuel!
Natal de nada, de Papai Noel, de consumo, dos ornamentos pagãos enfeitando de vazio espiritual as nossas cidades, de compras e superficialidades...
Natal de hipocrisia, de alegria vazia, alegria por nada, alegria de nada, alegria mundana, tristeza maquiada, lipoaspirada, fugaz, artificial! Natal pecaminoso, de negação de Deus, de esquecimento do Mistério, de incapacidade de acolher o Senhor e a Ele adorar e a Ele obedecer! Antinatal! Natal dos anticristos!

Que tristeza, as nossas cidades iluminadas por nada, preparando-se para nada, esperando uma noite de nada... Como pôde o nosso Ocidente outrora cristão chegar a este ponto de vazio, de leviandade, de desumanidade?

Senhor Jesus, Santo Emanuel, Deus nascido da Virgem, vem, por piedade! Vem mais uma vez encher o coração da humanidade!
Faze que os cristãos se tornem novamente cristãos!
Dá à Tua Igreja – que começaste a desposar com a Tua Encarnação – a graça de redescobrir a simples e pura alegria do santo Natal na surpresa do Evangelho anunciado, na esperança das profecias proclamadas, no abismo do Mistério explicado pelo Apóstolo, no cântico dos hinos tão doces, tão ricos, tão ternos, tão suaves...
Dá-nos o Natal da Tua Eucaristia – carne Tua plasmada de Maria Virgem, remédio bendito contra todas as mortes deste mundo!
Olha a Tua Igreja, olha o Teu rebanho, que neste mundo asfixiante deve proclamar com a boca, com o coração, com a vida, com a celebração, com a certeza, com a esperança, a realidade do Teu bendito Natal!

Como outrora tornaste fecundo o seio virginal de Maria, torna fecundos a nossa fé e o nosso testemunho; como não decepcionaste a esperança de Israel, fortalece ainda agora a nossa esperança em Ti; como foste o consolo e o encanto de José, tira-nos das dúvidas e incertezas, do marasmo da existência e dá-nos a alegria simples de crer e esperar em Ti; como foste a surpresa dos pastores, enche nossa vida com a doce certeza de que vieste como nosso Salvador; como apareceste pura luz para os Magos, sê a Estrela da manhã que nos conduz!

Senhor Menino, Senhor Messias, doce e querido Emanuel! Meu Menino, tesouro do nosso coração, consolo dos meus dias, dá a todo aquele que se prepara para celebrar santamente o Teu Natal a graça da Tua salvação e a consolação da Tua presença bendita! Vem, querido Jesus! Bem-vindo, santo Jesus! Inflama ainda agora o nosso coração para que neste 2016 ainda haja nos corações cristãos verdadeiros natais!

Dom Henrique Soares - via facebook

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25 dezembro 2014

NATAL DO SENHOR - LITURGIA DAS HORAS




NATAL DO SENHOR
 I Vésperas 
introdução

V. Vinde, ó Deus em meu auxílio.
R. Socorrei-me sem demora.
Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo.
Como era no princípio, agora e sempre. Amém. Aleluia.
Hino 
Ó Redentor do mundo,
do eterno Pai gerado
já antes do universo,
qual Filho bem-amado.
Do Pai luz e esplendor,
nossa esperança eterna,
ouvi dos vossos servos
a prece humilde e terna.
Lembrai, autor da vida,
nascido de Maria,
que nossa forma humana
tomastes, neste dia.
A glória deste dia
atesta um fato novo,
que vós, do Pai descendo,
salvastes vosso povo.
Saúdam vossa vinda
o céu, a terra, o mar,
e todo ser que vive
entoa o seu cantar.
E nós, por vosso sangue
remidos como povo,
vos celebramos hoje,
cantando um canto novo.
A glória a vós, Jesus,
nascido de Maria
com vosso Pai e o Espírito
louvores cada dia.
Salmodia 
Ant. 1 O Príncipe da paz foi exaltado:
deseja toda a terra a sua face.
Salmo 112(113) 
1 Louvai, louvai, ó servos do Senhor, *
louvai, louvai o nome do Senhor!
2 Bendito seja o nome do Senhor, *
agora e por toda a eternidade!
3 Do nascer do sol até o seu ocaso, *
louvado seja o nome do Senhor! 
4 O Senhor está acima das nações, *
sua glória vai além dos altos céus.
=5 Quem pode comparar-se ao nosso Deus, †
ao Senhor, que no alto céu temo seu trono *

6
 e se inclina para olhar o céu e a terra? 
7 Levanta da poeira o indigente *
e do lixo ele retira o pobrezinho,
8 para fazê-lo assentar-se com os nobres, *
assentar-se com os nobres do seu povo.
9 Faz a estéril, mãe feliz em sua casa, *
vivendo rodeada de seus filhos. 
– Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo. *
 Como era no princípio, agora e sempre. Amém.
  
Ant. O Príncipe da paz foi exaltado:
deseja toda a terra a sua face.
Ant. 2 Deus envia suas ordens para a terra,
e a Palavra que ele diz corre veloz.
Salmo 147(147B) 
12Glorifica o Senhor, Jerusalém! *
Ó Sião, canta louvores ao teu Deus! 
13Pois reforçou com segurança as tuas portas, *
e os teus filhos em teu seio abençoou;
14apaz em teus limites garantiu *
e te dá como alimento a flor do trigo. 
15Ele envia suas ordens para a terra, *
e a palavra que ele diz corre veloz;
16 ele faz cair a neve como lã *
e espalha a geada como cinza. 
17Como de pão lança as migalhas do granizo, *
a seu frio as águas ficam congeladas.
18Ele envia sua palavra e as derrete, *
sopra o vento e de novo as águas correm. 
19Anuncia a Jacó sua palavra, *
seus preceitos e suas leis a Israel.
20Nenhum povo recebeu tanto carinho, *
a nenhum outro revelou os seus preceitos. 
– Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo. *
 Como era no princípio, agora e sempre. Amém.
  
Ant. Deus envia suas ordens para a terra,
e a Palavra que ele diz corre veloz.
Ant. 3 Hoje o Verbo Divino, gerado pelo Pai
já bem antes dos tempos,
humilhou-se a si mesmo e, por nós, se fez homem. 
Cântico Fl 2,6-11 
Cristo, o Servo de Deus 
=6 Embora fosse de divina condição, †
Cristo Jesus não se apegou ciosamente *
a ser igual em natureza a Deus Pai.

(R. Jesus Cristo é Senhor para a glória de Deus Pai!)

=7 Porém esvaziou-se de sua glória †
e assumiu a condição de um escravo, *
fazendo-se aos homens semelhante. (R.) 
= Reconhecido exteriormente como homem, †
8 humilhou-se, obedecendo até à morte, *
até à morte humilhante numa cruz. (R.) 
=9 Por isso Deus o exaltou sobremaneira †
e deu-lhe o nome mais excelso, mais sublime, *
e elevado muito acima de outro nome. (R.) 
=10 Para que perante o nome de Jesus †
se dobre reverente todo joelho, *
seja nos céus, seja na terra ou nos abismos. (R.) 
=11 E toda língua reconheça, confessando, †
para a glória de Deus Pai e seu louvor: *
'Na verdade Jesus Cristo é o Senhor!' (R.)
– Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo. *
Como era no princípio, agora e sempre. Amém. Aleluia. 
Ant. Hoje o Verbo Divino, gerado pelo Pai
já bem antes dos tempos,
humilhou-se a si mesmo e, por nós, se fez homem. 
Leitura breve Gl 4,4-5Quando se completou o tempo previsto, Deus enviou o seu Filho, nascido de uma mulher, nascido sujeito à Lei, a fim de resgatar os que eram sujeitos à Lei e para que todos recebêssemos a filiação adotiva.Responsório breve

R. 
Hoje sabereis:
O Senhor mesmo virá. R. Hoje.
V. 
E amanhã haveis de ver sua glória em nosso meio.O Senhor. Glória ao Pai. R. 
Hoje.
CÂNTICO EVANGÉLICO (MAGNIFICAT) Lc1,46-55  
Ant. Quando o sol aparecer no horizonte,
contemplareis o Rei dos reis sair do Pai
como o esposo de seu quarto nupcial.
A alegria da alma no Senhor 
46 A minha alma engrandece ao Senhor * 47 e se alegrou o meu espírito em Deus, meu Salvador;
48 pois ele viu a pequenez de sua serva, *
desde agora as gerações hão de chamar-me de bendita.

49 O Poderoso fez por mim maravilhas *
e Santo é o seu nome!
50 Seu amor, de geração em geração, *
chega a todos que o respeitam;

51 demonstrou o poder de seu braço, *
dispersou os orgulhosos;
52 derrubou os poderosos de seus tronos *
e os humildes exaltou;
53 saciou de bens os famintos, *
e despediu, sem nada, os ricos.
54 Acolheu Israel, seu servidor, *
fiel ao seu amor,

55 como havia prometido aos nossos pais, *
em favor de Abraão e de seus filhos, para sempre.

– Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo. *
Como era no princípio, agora e sempre. Amém.
Ant. Quando o sol aparecer no horizonte,
contemplareis o Rei dos reis sair do Pai
como o esposo de seu quarto nupcial.
Preces 
Adoremos a Cristo, que aniquilou a si mesmo, assumindo a condição de servo, e foi igual a nós em tudo, exceto no pecado. Com toda a nossa fé, peçamos:

R. Pelo vosso natal, socorrei os que remistes!
Ao entrardes no mundo, inaugurastes os novos tempos anunciados pelos profetas;
– fazei que de geração em geração a Igreja se rejuvenesça. R. 

Vós, que assumistes a fragilidade da natureza humana,
– Sede a luz dos cegos, a força dos fracos, o auxílio de todos os que padecem. R. 

Vós, que nascestes pobre e humilde,
– olhai para os pobres e confortai-os com bondade. R. 

Vós, que, nascendo na terra, anunciais a todos a alegria da eternidade prometida,
– confortai os corações dos agonizantes com a esperança da nascimento para o céu. R. 

(intenções livres) 
Vós, que descestes à terra para levar todos para o céu,
– associai a vós na glória os nossos irmão e irmãs que morreram. R.
Pai nosso. 
Oração
Ó Deus, que reacendeis em nós cada ano a jubilosa esperança da salvação, dai-nos contemplar com toda a confiança, quando vier como Juiz, o Redentor que recebemos com alegria. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Conclusão da Hora

O Senhor nos abençoe,
nos livre de todo o mal
e nos conduza à vida eterna. Amém.



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14 dezembro 2013

A alegria do evangelho [POST DE FÉRIAS]


 1. A Alegria do evangelho enche o coração e a vida inteira daqueles que se encontram com Jesus. Quantos se deixam salvar por Ele são libertados do pecado, da tristeza, do vazio interior, do isolamento. Com Jesus Cristo, renasce sem cessar a alegria. Quero, com esta Exortação, dirigir-me aos fiéis cristãos a fim de os convidar para uma nova etapa evangelizadora marcada por esta alegria e indicar caminhos para o percurso da Igreja nos próximos anos. (Início da Evangelii Gaudium: Exortação Apostólica sobre o anúncio do Evangelho no mundo atual)

O Tempo do Natal é envolto em uma atmosfera de alegria, luz e paz. O trecho do primeiro parágrafo é sobre a Exortação Apostólica a “Alegria do Evangelho”.
Meditando sobre o Natal não podemos deixar de perceber a alegria em todas as pessoas; cartões ,presentes, luzes, arvores enfeitadas – tudo isso remetendo a um pensamento de celebração de nascimento do Menino Jesus.
Esta alegria deve fazer parte da vida cristã, em todos os momentos pois somos libertados do pecado, da tristeza, do vazio interior, do isolamento.

É impossível viver a tempo do Natal e não perceber a presença de Maria.
Qual é a importância que a sua mãe tem na sua vida?
O que você faria por sua mão para deixá-la feliz?
Se você fosse um rei, que lugar daria para sua mãe?
Tenho absoluta certeza que as suas respostas a estas perguntas foram repletas de carinho e ternura, pois somos ligados física e espiritualmente às nossas mães.

Eu lembro que quando eu era criança, eu gostava de dormir na cama da minha mãe. Volta e meia eu pedia para ficar na cama dos meus pais e ali mesmo pegava no sono, no meio da noite, meu pai me levava de volta para o meu lugar. Mas o cheiro e o calor da minha mãe me eram agradabilíssimos. De vez em quando, meu pai me dava umas broncas, mas eu pedia para, pelos menos, dormir aos pés da cama de casal – imaginem meu pais dormirem iguais a um frango assado, com as pernas encohidas!
Hoje, eu sofro a mesma punição que eu impunha à minha mãe. Tenho um filho de quatro anos e imagina onde ele gosta de dormir?

Será que o menino Jesus erra sim também quando criança? Será que depois que o Pequeno Nazareno cresceu ele perdeu o seu amor por sua mãe?

Imaginem também o grande desafio que tinha a Virgem de Nazaré em relação à educação de Menino Deus.

Maria era uma candidata para a mais complexa tarefa, com diz Augusto Cury em seu livro “Maria, a maior educadora que já existiu”, transcrevo abaixo u trecho deste livro.

“Educar é viajar pelo mundo do outro sem nunca penetrar nele. É usar o que assamos para nos transformar no que somo.

O melhor educador não é o que controla, mas o que liberta. Não é o que aponta os erros, mas o que os previne. Não é o que corrige comportamentos, mas o que ensina a refletir. Não é o que enxerga o que é tangível aos olhos, mas o que vê o invisível. Não é o que desiste facilmente, mas o que estimula sempre a começar de novo.

O excelente educador abraça quando todos rejeitam, anima quando todos condenam, aplaude os que jamais subiram no pódio, vibra com a coragem de disputar dos que ficaram nos últimos lugares. Não procura o seu próprio brilho, mas se faz pequeno para tornar seus filhos, alunos e colegas de trabalho grandes.

O excelente mestre não é o que mais sabe, mas o que mais tem consciência do quanto não sabe. Não é o viciado em ensinar, mas o mais ávido em aprender. Não é o que declara os seus acertos, mas o que reconhece suas próprias falhas. Não é o que deposita informações na memória, mas o que expande a maneira de ver, de reagir e de ser.

Educar é a tarefa intelectual mais fascinante e, ao mesmo tempo, a que mais revela nossa impotência. Se educar uma criança ou adolescente é uma incumbência dificílima, imagine educar a criança mais instigante que pisou nesta terra, o menino Jesus?

Jesus é tão bondoso que não se importa de dividir o Natal com o Papai Noel, afinal, a história desse bom velhinho também é cheia de alegria, visto que as crianças ficam encantadas com o senhor barbudo de roupa vermelha.
Que educador daria conta dessa missão? Desde pequeno ele era especialista em perguntar. Questionava, indagava, queria saber tudo. Quem estaria intelectualmente preparado para educar aquele que se tornaria o Mestre dos mestres? Que pais? Que universidade? Que teólogos? É tão fácil errar nessa área. É tão fácil transmitir nossos traumas, inseguranças, medos, manias para nossos filhos e alunos.
Havia milhares de candidatos. Mas uma jovem destacou-se diante do olhar clínico apuradíssimo do Autor da existência. Seu nome: Maria. Maria é a forma helenizada do nome hebraico Miriã.

Mas é estranho. Maria aparentemente era frágil, muito jovem e inexperiente. O que ela tinha de tão especial do ponto de vista psiquiátrico, psicológico e psicopedagógico?
E mais estranho ainda. Antes de iniciar sua arriscadíssima e dificílima missão, ela previamente recebeu a notícia de que se tornaria a mais elogiada mulher da História.

Receber o trofeu antes de iniciar a corrida não contaminaria de orgulho o esportista?

Não o distrairia da sua meta e frustraria sua jornada? Por que foi depositada nela tanta confiança?”

Voltei. Pois bem, eu achei impossível falar do Natal sem falar de Maria, a mais santa de todas as mulheres e a menos conhecida também, aquela que é exaltada até no Alcorão, o Livro sagrado islâmico.

Então, um feliz e santo Natal em volta da manjedoura sob a proteção e o olhar da Nossa Querida Mãe, Maria de Nazaré.



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10 dezembro 2013

Os doze dias de Natal (de Natal até Epifania)

Há uma bela canção de Natal inglesa intitulada Twelve Days of Christmas (Os 12 dias do Natal), pouco conhecida entre nós.
 Ela surgiu durante a época da perseguição anglicana contra os católicos naquele país, no século XVI.

Com a pseudo-reforma protestante, países como a Inglaterra, ao abandonarem o regaço da Santa Igreja e caírem na heresia, começaram a perseguir os católicos, tornando quase impossível a prática da verdadeira Religião. 

 Para comunicar aos fiéis a sã doutrina e poderem celebrar sem medo de represálias o Natal do Salvador, segundo a tradição da Santa Igreja, católicos ingleses compuseram tal música, que é um catecismo secreto, porquanto expressa em símbolos a realidade de nossa fé. 
 Ela foi também utilizada muitas vezes pelos católicos durante as perseguições anticristãs e anti-monárquicas da Revolução Francesa.

Decifre seu significado antes de ler o que ela quer dizer:




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13 dezembro 2012

Mensagem de Natal


"O povo que andava nas trevas viu uma grande Luz". É dessa forma que o Profeta Isaías se refere ao nascimento de Jesus. A grande luz que tira a humanidade das trevas é Jesus Cristo, para quem tudo foi feito. Todo o universo se curva em adoração àquela pequena criança, nascida em Belém, de forma tão singela, mas que tem o poder de dar sentido à vida de cada um de nós.

O homem foi feito para Deus e encontra o seu fim e sentido Nele.

O nascimento de Jesus é motivo de imensa alegria, pois Ele dá razão a tudo, dá sentido à nossa existência, Ele vem para salvar e resgatar a humanidade. Para Ele fomos criados, por Ele somos salvos.


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12 dezembro 2012

Praça de São Pedro já exibe sua árvore de Natal

A árvore de Natal na Praça de São Pedro (foto grupo ACI)

VATICANO, 11 Dez. 12 / 11:53 am (ACI/EWTN Noticias).- A Praça de São Pedro no Vaticano já está com a sua tradicional árvore de Natal. Trata-se de um abeto branco de 24 metros de altura procedente do "Bosque os Abetos Soprani" cujo corte era necessário e já tinha sido programado.
A árvore provém de Pescopennataro, uma pequena localidade italiana de somente 360 habitantes situada na região de Molise, ao centro-sul do país, e espera-se que a sua iluminação seja feita no próximo dia 14 de dezembro pela manhã.
Nesse mesmo dia, está programado que o Papa Bento XVI receba em audiência aos representes da comunidade de Pescopennataro.
Conforme indicou a Rádio Vaticano, uma vez terminado o Natal, a madeira da árvore será doada a associações caritativas que elaboram brinquedos para crianças.
Em numerosas ocasiões o Santo Padre explicou o significado do abeto no Natal. Em 17 de dezembro de 2010, assinalou que esta árvore "enriquece o valor simbólico do presépio que é mensagem de fraternidade e de amizade, um convite à unidade e à paz, a dar lugar na nossa vida e na sociedade a Deus que nos oferece seu amor onipotente através da frágil figura de um Menino porque quer que respondamos ao seu amor livremente com nosso amor".
Por outro lado, em 14 de dezembro de 2007, também recordou que é "símbolo do Natal de Cristo porque com suas folhas sempre verdes chama à vida que não morre".
"A árvore e o presépio são elementos daquele clima típico do Natal, que forma parte do patrimônio espiritual das nossas comunidades. É um clima impregnado de religiosidade e de intimidade familiar, que devemos conservar também na sociedade atual, onde às vezes parece prevalecer o consumismo desenfreado e a busca de bens materiais", disse.
Temos que esperar alguns dias para poder ver a Praça de São Pedro em todo seu esplendor natalino. Junto à árvore ainda está sendo instalado o tradicional Presépio, que foi doado pela região italiana da Basilicata. Será apresentado aos jornalistas no próximo dia 13 de dezembro.

De: acidigital.com
 
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07 dezembro 2012

A história do Natal

Bela maneira de contar a história do Natal de Jesus Cristo.
O vídeo está em espanhol, mas, com certeza, você vai entender, afinal a história de Jesus é universal.



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04 dezembro 2012

O Nascimento Virginal de Jesus

SAGRADA ESCRITURA
M. C. S. (Rio de Janeiro): “Visto que os antigos frequentemente admitiam o nascimento virginal de seus heróis, não seria o propalado nascimento virginal de Cristo mero produto da imaginação de seus discípulos?

A resposta apresentará primeiramente os fundamentos bíblicos da crença na maternidade virginal de Maria; a seguir, examinará as hipóteses que tentam explicar essa crença qual mito inspirado pelas antigas concepções pagãs; por fim, proferir-se-á um juízo sobre a questão.

1. Os fundamentos bíblicos da fé no nascimento virginal de Cristo

a) É principalmente o texto de Lc 1,34s que interessa ao exegeta no caso. Eis o que se sucedeu a primeira comunicação feita a Maria, de que daria à luz um filho (v. 31):
34 “Disse Maria ao anjo; 'Como se fará isso, pois que não conheço varão?'
35 Respondeu-lhe o anjo : 'O Espírito Santo descerá sobre ti e o poder do Altíssimo te recobrirá com a sua sombra; por isto o menino que de ti nascer, será santo; será chamado Filho de Deus' ”.

A pergunta formulada no v. 34 por Maria não significa dúvida a respeito da promessa de Deus, mas versa sobre a maneira como poderá dar à luz; Maria não conhece varão. A expressão, no texto grego de S. Lucas, tem sentido correspondente ao da locução paralela hebraica: designa as relações conjugais (cf. Gên 19,8; Num 31,17; Jdt 11,39). Maria, portanto, afirma ao anjo que ela não vive conjugalmente de sorte a poder conceber (é propriamente virgem, conforme Lc 1,27) e parece ter feito o propósito de permanecer neste estado, pois não vê como se poderá tornar mãe, embora haja sido dada em casamento a José (com o qual deverá começar a coabitar em breve). Bons exegetas entendem as palavras de Maria no v. 34 como reafirmação de um voto de virgindade propriamente dito (admitida esta sentença, acrescentar-se-á que Maria aceitou o matrimônio com São José a fim de se eximir de solicitações importunas, tendo naturalmente entrado em acordo prévio com o futuro esposo).

A resposta do anjo assegura à Virgem que pode estar tranquila, pois conceberá sem concurso de varão e, sim, por intervenção direta de Deus: o Espírito Santo prepararia suas entranhas puríssimas para receber o Filho de Deus, e o poder do Altíssimo a recobriria com a sua sombra. O «recobrir com a sombra» é expressão baseada na descrição das solenes intervenções de Deus ou teofanias do Antigo Testamento (cf. Ex 40,35; Num 9,22; também a narrativa da Transfiguração em Lc 9,34s); significa de maneira delicada a ação de Deus entre as criaturas. Em resumo, pois, o anjo afirma a Maria, evitando todo antropomorfismo grosseiro, que ela será preparada a gerar Jesus por ação extraordinária do Todo-Poderoso, ação que dispensará toda a colaboração marital.

b) Faz eco a Lc 1,34s o texto de Mt 1,16.18-23.

Em Mt 1,16 o Evangelista rompe o estilo da série genealógica apresentada, conforme o qual deveria dizer : «Eliud gerou Eleazar, Eleazar gerou Matã, Matã gerou Jacó, Jacó gerou José, José gerou Jesus, que é chamado Cristo». Embora a versão síria sinaítica (e esta só, dentre a multidão dos manuscritos antigos do texto sagrado) dê a ler tal construção de frase, não há crítico contemporâneo que não reconheça ser esta uma forma não-autêntica do texto evangélico (explica-se pela variante encontrada em vários códices gregos: «,. .José, ao qual estava esposada Maria, que gerou Jesus». A omissão do segundo pronome relativo nesta frase deu origem à variante singular da versão síria). Pode-se afirmar que S. Mateus intencionalmente se afastou do esquema estilístico para dizer: «...Matã gerou Jacó, Jacó gerou José, o esposo de Maria, da qual nasceu Jesus, que é chamado Cristo» (Mt 1,18); o Evangelista quis, pois, conscientemente excluir José da paternidade física em relação a Jesus.

A seguir, o mesmo autor, como que completando o seu pensamento, acentua que Maria foi encontrada grávida por obra do Espírito Santo antes que coabitasse com José; isto surpreendeu e perturbou o esposo, o qual, porém, foi logo tranquilizado por um mensageiro do céu: «Não receies levar contigo Maria, tua esposa, pois ela concebeu do Espírito Santo» (1,20).

c) Ao lado destes dois testemunhos de que Maria foi fecundada de modo sobrenatural, há outro do qual se depreende que deu à luz sem perder a sua integridade virginal. S. Lucas, com efeito, atesta que o parto de Maria foi isento dos incômodos da geração natural, pois foi a própria mãe de Jesus quem, imediatamente após haver dado à luz, prestou a seu filhinho os primeiros cuidados de que necessitava: «Gerou seu filho primogênito, envolveu-O em panos e reclinou-O numa manjedoura» (2,7). — É nestes termos sóbrios que o Evangelista refere a virgindade de Maria no parto. Cf. «Pergunte e Responderemos» 6/1958, qu. 7.

d) A Escritura e a Tradição ensinam outrossim que Maria se conservou virgem por todo o resto da vida. Veja-se a este respeito o que está dito sobre os «irmãos de Jesus» em «Pergunte e Responderemos» 3/1957, qu. 13.

Hoje em dia a crítica reconhece que os Evangelhos de Mt, Mc e Lc foram redigidos poucos decênios após a Ascensão (por volta de 50/63) na base de fontes, orais e escritas, anteriores. Donde se deduz que a crença no nascimento milagroso de Cristo foi desde a primeira geração de cristãos professada na Igreja; é, pois, antiquíssima (vão seria dizer que as secções concernentes à virgindade de Maria foram tardiamente interpoladas no texto dos Evangelhos, pois em absoluto não há indicio disto na tradição dos manuscritos).

Sendo assim, pergunta-se: a fé no nascimento milagroso de Jesus corresponderá à autêntica realidade histórica ou será mera expressão da fantasia dos primeiros cristãos, inspirada por antigos mitos pagãos?

2. As tentativas de explicação por influências não cristãs

A partir do século passado, autores liberais mais e mais têm chamado a atenção para o fato de que «o mito da Virgem Mãe» não é raro nas crenças religiosas e na mística da antiguidade. Assim dizia-se que Perseu, o herói grego, nasceu da virgem Danaé, depois que Júpiter, sob a forma de uma chuva de ouro, a quis fecundar. Referia-se que os filósofos Pitágoras, Platão, os Imperadores Alexandre Magno e Augusto eram filhos dos deuses, concebidos e gerados por via milagrosa. Na base destas observações, perguntam os críticos se a crença no nascimento virginal de Cristo não vem a ser senão a forma judaico-cristã do antigo mito.»
Em resposta, observar-se-á quanto segue:

2.1) É relativamente fácil estabelecer paralelos entre certas realidades históricas, de um lado, e mitos ou lendas, de outro lado. Basta às vezes considerar isoladamente um traço da realidade que se estuda, para se verificar que, separado do conjunto, lembra um mito ou uma lenda inteira. Assim já houve quem asseverasse que a vida do Imperador Napoleão (por muito próxima que esteja dos nossos tempos) não é senão a expressão de um mito solar!...

No terreno da crítica científica, para se poder afirmar dependência doutrinária, não basta verificar semelhança de traços entre os episódios que se comparam, mas é preciso averiguar se há ou não afinidade de mentalidade ou ideologia entre duas narrativas (um mito e um suposto mito). Ora entre a mentalidade pressuposta pela fé no nascimento virginal de Cristo e a mentalidade que inspira os mitos ou as lendas aparentemente congêneres da Ásia ou do Império greco-romano, verifica-se que não somente não há convergência, mas existe mesmo incompatibilidade radical.

2.2) Com efeito; duas das características que mais chamam a atenção nas narrativas evangélicas são: a) a parcimônia de pormenores e b) o elevado nível moral em que versam.

A conceição e o nascimento virginal são expressos em termos breves, cheios de reverência, quase com timidez por parte dos Evangelistas; não se mencionam milagres que acompanhem o nascimento do Menino-Deus, ao passo que na quarta Écloga de Virgílio, por exemplo, as circunstâncias que cercam o nascimento do Menino maravilhoso são idealizadas em alto grau: a terra treme, a vegetação se torna exuberante, as flores cercam o berço do recém-nascido; perecem animais e vegetais venenosos; algo de semelhante se observa na história do nascimento de Alexandre Magno. Ao contrário, a narrativa do Evangelho é toda subordinada a reais circunstâncias históricas: José e Maria sobem a Belém para cumprir um decreto de recenseamento de César Augusto; a viagem deve ter sido penosa; mas não aparece anjo para facilitá-la nem para garantir um lugar côngruo para o casal em um albergue; é paradoxalmente numa gruta ou manjedoura que se dá o nascimento estupendo (como o Evangelista se importa pouco com a acentuação do prodígio!); os anjos que entram em cena, dirigem-se aos pastores, mas silenciam precisamente o parto virginal, e indicam como sinais distintivos do Salvador a manjedoura e os respectivos panos; após o nascimento, a criança e sua mãe se sujeitam às leis judaicas da circuncisão e da purificação. O divino, o transcendente assim aparecem muito «encarnados» na realidade histórica, na humildade humana, a ponto de se julgar difícil que os traços milagrosos de tais narrativas hajam sido forjados à semelhança dos mitos antigos.

Observa-se outrossim, na descrição evangélica, preocupação com pureza de costumes; não há aí vestígio do amor erótico ou apaixonado que nos mitos move a Divindade em demanda da virgem (em geral, pode-se dizer que o erotismo e a concupiscência costumam inspirar as aventuras de que nos fala a literatura mitológica pagã). Diz a lenda grega, por exemplo, que Alexandre Magno se gloriava de haver nascido de sua mãe Olímpia fecundada por Júpiter; ao que Olímpia, tida consequentemente como prevaricadora, respondia: «Alexandre não quer deixar de me caluniar junto a Hera (a esposa de Júpiter na mitologia)!», Alexandre, filho de Júpiter, haveria sido filho da paixão desregrada do grande Deus... De outro lado, é óbvio que não teria cabimento falar de amor sexual entre o Altíssimo e a Virgem Maria no Evangelho; esta responde precisamente ao mensageiro do alto : «Eis a serva do Senhor; faça-se em mim segundo a tua palavra» (Lc 1,38).

2.3) Ademais será preciso levar em conta que tanto os judeus como os cristãos faziam questão de guardar puras as suas crenças, preservando-as de qualquer contaminação paganizante. É demasiado conhecida a mentalidade fechada dos judeus da Palestina para que nela aqui insistamos. Quanto aos cristãos, verifica-se que durante três séculos foram perseguidos a título de «inimigos do gênero humano», «réus de lesa-pátria e lesa-majestade», justamente porque não queriam tomar parte nas instituições, domésticas ou públicas, que tivessem o mínimo sabor de paganismo; incompatibilizavam-se com os próximos familiares e com as autoridades do governo justamente para afirmar absoluto repúdio da mentalidade politeísta (Tertuliano narra, por exemplo, em 211 o caso do soldado cristão que, tendo vencido uma competição, rejeitou trazer a respectiva coroa de louros na cabeça, porque era tida como símbolo religioso pagão; cf. «De corona militis»). Sendo assim, não se entenderia que os discípulos de Cristo, já na sua primeira geração, tenham aceito dos pagãos um mito: o mito da «Virgem-Mãe». Donde se conclui que, se professaram a crença no nascimento virginal de Jesus, esta não pode ter sido importada como elemento heterogêneo, mas deve ter pertencido, desde o início do Cristianismo, ao patrimônio da fé revelada.

3. A harmonia das Escrituras Sagradas

O bom senso leva finalmente a concluir que mais absurdo é recorrer a alguma das explicações racionalistas para explicar o pretenso «mito» do nascimento virginal de Jesus do que aceitar simplesmente a realidade sobrenatural que um tal nascimento implica.

Este resultado é robustecido por um novo dado de exegese bíblica. A Escritura Sagrada, desde as suas páginas mais antigas, parece preparar a idéia da natividade maravilhosa do Messias, fazendo que esta apareça ao leitor moderno como genuíno fruto do depósito religioso judaico-cristão. Sim; o texto bíblico refere como alguns dos homens de Deus foram dados ao mundo em circunstâncias que excediam todas as expectativas humanas, prefigurando assim a vinda virginal de Cristo.
1) Isaque, um dos remotos antepassados de Jesus, nasceu de mãe estéril, à qual Deus quis dar prole maravilhosamente abençoada (cf. Gên 21,1-8).
2) Sansão, um dos «salvadores» (Juízes) antigos do povo de Deus, nasceu de Manué e sua mulher infecunda, aos quais Deus, por meio de um anjo, quis anunciar a próxima conceição (cf. Jz 13,1-25).
3) Samuel, outro dos grandes chefes de Israel, foi igualmente fruto de ventre estéril. Ana, ao receber tal prole, reconheceu num cântico (que é o arquétipo do de Maria, em Lc 1,46-55) a intervenção soberana de Deus, prenúncio da restauração messiânica (cf. 1 Sam 1,1-2,10).
4) No fim da história antiga, nasceu João Batista, preconizado pelo arcanjo Gabriel a seu pai Zacarias, que a princípio não quis crer na possibilidade do portento (cf. Lc 1,5-25).
5) É a todos esses casos que se sobrepõe a natividade do Messias; anunciado a Maria pelo mesmo arcanjo, foi virginalmente concebido e gerado (cf. Lc 1,26-38; 2,1-7). Tão estupendo nascimento vinha bem credenciado pelos episódios semelhantes que, segundo harmoniosa disposição da Providência, o haviam precedido.

São, por conseguinte, esses quadros paralelos do Antigo Testamento, sujeitos a um plano de Deus sábio e retilíneo, que devem ser evocados para ilustrar o sentido do parto virginal de Maria. Poder-se-á contudo reconhecer que a Providência Divina, permitindo a formulação de certos mitos entre os pagãos, tenha, intencionado suscitar no mundo politeísta o anelo de um Personagem extraordinário, assinalado como tal desde o seu nascimento; por tais fábulas exprimia-se infantilmente um prenúncio do Cristo Jesus, prenúncio que preparava os povos a receber finalmente a mensagem do Evangelho (haja vista principalmente a quarta Écloga de Virgílio, redigida por cerca de 41/40 a.C.).

Dom Estêvão Bettencourt (OSB)





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06 dezembro 2011

Jesus Cristo

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02 dezembro 2011

Rogai por nós Santa Mãe de Deus - Maria exemplo de amor



Maria Exemplo de Amor -  Agnus Dei
Que honra para mim, chamar de minha mãe
A mãe do meu Deus, do meu Salvador.
Ensina-me, ó mãe, a caminhar na luz,
Seguindo os passos de Jesus.

Aquele que tudo criou, te escolheu, você não vacilou.
Trouxe ao mundo o autor da vida, de ti nasceu Jesus...
Ensina-me a dizer o sim e aceitar os planos do Senhor.
Ó mãe querida, és para mim, exemplo de amor...amor...



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