Cidade do Vaticano (RV) – Existem cristãos que têm medo da
alegria da Ressurreição e a vida deles parece um funeral, mas o Senhor
ressuscitado está sempre conosco: foi o que afirmou o Papa Francisco
durante a Missa presidida na Casa Santa Marta.
O Evangelho proposto
pela liturgia do dia narra a aparição de Cristo ressuscitado aos
discípulos. Na saudação de paz, ao invés de se alegrarem, eles ficam
tomados de “espanto e temor”, imaginando ver um espírito. Jesus tenta
explicar a eles que o que veem é a realidade, convidando-os a tocarem o
seu corpo. Mas – observou o Papa – os discípulos, por causa da alegria,
não podiam acreditar:
“Esta é uma doença dos cristãos. Temos medo
da alegria. É melhor pensar: ‘Sim, sim, Deus existe, mas está lá; Jesus
ressuscitou, mas está lá’. Um pouco de distância. Temos medo da
proximidade de Jesus, porque isso nos dá alegria. E assim se explicam os
muitos cristãos de funeral, não? Aos quais parece que a vida é um
funeral contínuo. Preferem a tristeza, e não a alegria. Movem-se melhor
não na luz da alegria, mas nas sombras, como aqueles animais que só
conseguem sair à noite, mas à luz do dia não veem nada. Como os
morcegos. E com um pouco de senso de humor, podemos dizer que existem
cristãos morcegos, que preferem as sombras à luz da presença do Senhor”.
Mas “Jesus, com a sua Ressurreição – prosseguiu o Papa – nos dá
a alegria: a alegria de ser cristãos; a alegria de segui-lo de perto; a
alegria de caminhar nas estradas das Bem-aventuranças; a alegria de
estar com Ele”:
“E nós, tantas vezes, ficamos perturbados ou
repletos de medo, acreditamos ver um fantasma ou pensamos que Jesus é um
modo de agir: ‘Mas nós somos cristãos e devemos fazer assim’. Mas onde
está Jesus? ‘Não, Jesus está no Céu’. Você fala com Jesus? Você diz a
Ele: ‘Eu acredito que o Senhor está vivo, que ressuscitou, que está
perto de mim, que não me abandona’? A vida cristã deve ser isso: um
diálogo com Jesus, porque – isso é verdade – Jesus está sempre conosco,
está sempre com os nossos problemas, com as nossas dificuldades, com as
nossas boas obras”.
Quantas vezes – disse por fim o Papa
Francisco – nós cristãos “não somos felizes porque temos medo!”.
Cristãos que foram “derrotados” na Cruz:
“Na minha terra há um
ditado que diz: ‘Quando alguém se queima com leite quente, depois,
quando vê uma vaca leiteira, chora’. E estes se queimaram com o drama da
cruz e disseram: ‘Não, vamos parar por aqui; Ele está no Céu; mas tudo
bem, ressuscitou, mas que não venha outra vez aqui porque não
aguentaremos’. Peçamos ao Senhor que faça com todos nós o que fez com os
discípulos, que tinham medo da alegria: que abra a nossa mente e nos
faça entender que Ele é uma realidade viva, que Ele tem corpo, que Ele
está conosco e nos acompanha e que Ele venceu. Peçamos ao Senhor a graça
de não ter medo da alegria”.
De: news.va
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24 abril 2014
23 abril 2014
Jesus está vivo, não o procuremos entre os mortos – o Papa na audiência geral em dia de S. Jorge
Tempo cinzento em Roma mas uma alegria solar irradiava nos corações das
dezenas de milhares de peregrinos presentes na Praça de S. Pedro para a
audiência geral com o Papa Francisco nesta quarta-feira, dia 23, dia de
S. Jorge. “Porque procurais entre os mortos aquele que está vivo?” –
esta frase do Evangelho de S. Lucas serviu de mote para a catequese
proposta pelo Santo Padre:
“Porque procurais entre os mortos aquele que está vivo?”
Nestes dias em que celebramos a alegria pascal de que Cristo ressuscitou e permanece para sempre vivo e presente no mundo, a pergunta que os anjos fizeram às mulheres no sepulcro, também se dirige a nós: «Por que procurais entre os mortos aquele que está vivo?» De facto – continuou o Santo Padre – às vezes, podemos fechar-nos em várias formas de egoísmo, seduzidos pelas coisas deste mundo, deixando de lado Deus e o próximo.
“Mas não é fácil aceitar a vida do Ressuscitado e a sua presença no meio de nós. O Evangelho faz-nos ver as reações do apóstolo Tomé, de Maria Madalena e dos dois discípulos de Emaús: faz-nos bem confrontarmo-nos com eles.“
Desta forma – continuou o Papa – podemos ser como Tomé, querendo tocar nas chagas para acreditar; ou como Maria Madalena, que vê Jesus, mas não o reconhece; ou ainda, como os discípulos de Emaús, que sentindo-se derrotados não percebem que é o próprio Jesus que os acompanha. “Porque procuras entre os mortos aquele que está vivo tu que perdes-te a esperança e tu que te sentes aprisionado pelos teus pecados? Porque procuras entre os mortos aquele que está vivo tu que aspiras à beleza, à perfeição espiritual, à justiça, à paz?
Não podemos, assim, procurar entre os mortos aquele que está vivo! – sublinhou o Santo Padre. Por isso, é preciso maravilhar-se novamente com Cristo ressuscitado, para poder sair dos nossos espaços de tristeza e abrirmo-nos à esperança que remove as pedras dos sepulcros e nos dá coragem para anunciar pelo mundo fora o Evangelho da vida. – concluiu o Papa Francisco.O Papa Francisco no final da catequese saudou também os peregrinos de língua portuguesa:
“Dou as boas-vindas a todos os peregrinos de língua portuguesa, especialmentemente aos fiéis de Lisboa e aos diversos grupos do Brasil. Queridos amigos, a fé na Ressurreição nos leva a olhar para o futuro, fortalecidos pela esperança na vitória de Cristo sobre o pecado e a morte. Feliz Páscoa para todos!”
Na saudações em língua italiana o Santo Padre referiu em particular a sua proximidade e oração aos trabalhadores da Lucchini de Piombino, em Livorno, na região italiana da Toscânia de quem recebeu uma video-mensagem que referia o quase seguro encerramento desta histórica e importante unidade siderúrgica:“Caros operários, caros irmãos, abraço-vos fraternalmente e aos responsáveis peço de fazerem todos os esforços de criatividade e generosidade para reacender a esperança nos corações destes nossos irmãos e de todas as pessoas desempregadas por causa do desgoverno e da crise económica. Por favor, abram os olhos e não fiquem com os braços cruzados…”
O Papa Francisco a todos deu a sua benção! (RS)
De: news.va
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“Porque procurais entre os mortos aquele que está vivo?”
Nestes dias em que celebramos a alegria pascal de que Cristo ressuscitou e permanece para sempre vivo e presente no mundo, a pergunta que os anjos fizeram às mulheres no sepulcro, também se dirige a nós: «Por que procurais entre os mortos aquele que está vivo?» De facto – continuou o Santo Padre – às vezes, podemos fechar-nos em várias formas de egoísmo, seduzidos pelas coisas deste mundo, deixando de lado Deus e o próximo.
“Mas não é fácil aceitar a vida do Ressuscitado e a sua presença no meio de nós. O Evangelho faz-nos ver as reações do apóstolo Tomé, de Maria Madalena e dos dois discípulos de Emaús: faz-nos bem confrontarmo-nos com eles.“
Desta forma – continuou o Papa – podemos ser como Tomé, querendo tocar nas chagas para acreditar; ou como Maria Madalena, que vê Jesus, mas não o reconhece; ou ainda, como os discípulos de Emaús, que sentindo-se derrotados não percebem que é o próprio Jesus que os acompanha. “Porque procuras entre os mortos aquele que está vivo tu que perdes-te a esperança e tu que te sentes aprisionado pelos teus pecados? Porque procuras entre os mortos aquele que está vivo tu que aspiras à beleza, à perfeição espiritual, à justiça, à paz?
Não podemos, assim, procurar entre os mortos aquele que está vivo! – sublinhou o Santo Padre. Por isso, é preciso maravilhar-se novamente com Cristo ressuscitado, para poder sair dos nossos espaços de tristeza e abrirmo-nos à esperança que remove as pedras dos sepulcros e nos dá coragem para anunciar pelo mundo fora o Evangelho da vida. – concluiu o Papa Francisco.O Papa Francisco no final da catequese saudou também os peregrinos de língua portuguesa:
“Dou as boas-vindas a todos os peregrinos de língua portuguesa, especialmentemente aos fiéis de Lisboa e aos diversos grupos do Brasil. Queridos amigos, a fé na Ressurreição nos leva a olhar para o futuro, fortalecidos pela esperança na vitória de Cristo sobre o pecado e a morte. Feliz Páscoa para todos!”
Na saudações em língua italiana o Santo Padre referiu em particular a sua proximidade e oração aos trabalhadores da Lucchini de Piombino, em Livorno, na região italiana da Toscânia de quem recebeu uma video-mensagem que referia o quase seguro encerramento desta histórica e importante unidade siderúrgica:“Caros operários, caros irmãos, abraço-vos fraternalmente e aos responsáveis peço de fazerem todos os esforços de criatividade e generosidade para reacender a esperança nos corações destes nossos irmãos e de todas as pessoas desempregadas por causa do desgoverno e da crise económica. Por favor, abram os olhos e não fiquem com os braços cruzados…”
O Papa Francisco a todos deu a sua benção! (RS)
De: news.va
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Uma grata surpresa na hora da comunhão
Andrea Bocelli surpreende os paroquianos de uma igreja de Miami, participando da Missa como um fiel a mais e cantando o "Panis Angelicus"
Os fiéis presentes na Missa da Ressurreição, na igreja de São Patrício, em Miami Beach, tiveram uma grata surpresa ao ouvir uma das vozes mais belas do mundo interpretando o "Panis Angelicus", um dos cinco hinos escritos por São Tomás de Aquino para a festa de Corpus Christi, como parte da liturgia completa da festa, hino este que foi musicalizado em 1872 por César Franck.
Pela segunda vez nos últimos cinco meses, o tenor italiano Andrea Bocelli surpreendeu os paroquianos da região. Ele já havia cantado dois cânticos na última Missa de Natal. No domingo passado, justamente na hora da comunhão, o cantor foi conduzido à frente e lá interpretou o "Panis Angelicus".
"Sua voz é impressionante. Ele transmite paz e tranquilidade", disse ao Miami Herald um dos fiéis presentes na Missa. "Foi o melhor presente de Páscoa que já recebi: ter participado da Missa de Ressurreição com meus filhos e escutar Bocelli", acrescentou.
Alguns dos presentes filmaram o momento em que Bocelli cantava, enquanto as pessoas recebiam o Corpo de Cristo. Ao finalizar, um sonoro aplauso demonstrou a gratidão dos fiéis ao tenor por sua intervenção espontânea.
O próprio Bocelli já narrou várias experiências no coral da sua igreja quando era criança, e a alegria que sente ao interpretar músicas sacras – o que o levou a lançar um CD com uma coletânea delas e a cantar, entre outros, diante do Papa João Paulo II.
De: aleteia.org
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22 abril 2014
Regina Caeli: A alegria da Páscoa não é uma maquiagem, mas vem do coração
Cidade do Vaticano (RV) – Nesta Segunda-feira de Páscoa, o Papa Francisco rezou com os fiéis e peregrinos na Praça S. Pedro a oração do Regina Caeli, que neste tempo pascal substitui a oração do Angelus.
Nesta semana, disse o Papa, podemos continuar com as felicitações de Páscoa, como se fosse um único dia. “É o grande dia que o Senhor fez.”
O sentimento dominante que transparece dos relatos evangélicos da Ressurreição é a alegria repleta de estupor, e na Liturgia nós revivemos o estado de espírito dos discípulos pela notícia que as mulheres traziam: Jesus ressuscitou!
“Deixemos que esta experiência, impressa no Evangelho, se imprima também nos nossos corações e transpareça na nossa vida. Deixemos que o estupor jubiloso do Domingo de Páscoa se irradie nos pensamentos, nos olhares, nas atitudes, nos gestos e nas palavras... Mas isso não é uma maquiagem! Vem de dentro, de um coração imerso na fonte desta alegria, como o de Maria Madalena, que chorou pela perda do seu Senhor e não acreditava nos seus olhos vendo-o ressuscitado.”
Quem faz esta experiência, acrescentou o Pontífice, se torna testemunha da Ressurreição, porque num certo sentido ele mesmo ressuscita. Então é capaz de levar um “raio” da luz do Ressuscitado nas diversas situações humanas: naquelas felizes, tornando-as mais belas e preservando-as do egoísmo; e naquelas dolorosas, trazendo serenidade e esperança.
Nesta Semana, disse ainda o Papa, nos fará bem pensar na alegria de Maria, a Mãe de Jesus. Assim como a sua dor foi íntima, a ponto de traspassar a sua alma, do mesmo modo a sua alegria foi íntima e profunda, e desta os discípulos puderam compartilhar.
Através da experiência de morte e ressurreição do seu Filho, vistas, na fé, como a expressão suprema do amor de Deus, o coração de Maria se tornou uma fonte de paz, de consolação, de esperança e de misericórdia. “Todas as prerrogativas da nossa Mãe derivam daqui, da sua participação na Páscoa de Jesus. Ela morreu com Ele; ela ressuscitou com Ele. De sexta-feira até a manhã de domingo, Ela não perdeu a esperança: a contemplamos como Mãe das dores, mas, ao mesmo tempo, Mãe repleta de esperança. Por isso, é a Mãe de todos os discípulos, a Mãe da Igreja”, explicou.
“A Ela, silenciosa testemunha da morte e da ressurreição de Jesus, peçamos para nos introduzir na alegria pascal”, concluiu Francisco.
De: news.va
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21 abril 2014
A boa nova não é só palavra, é testemunho de amor: Papa
Cari fratelli e sorelle, buona Pasqua!
… Papa Francisco, nesta Páscoa 2014, dirigindo Urbi et Orbi (à Cidade de Roma e ao mundo inteiro), da varanda central da basílica de São Pedro, a sua mensagem pascal, em que tomou como ponto de partida o anúncio do anjo às mulheres, perante o sepulcro aberto: “Ressuscitou! Vinde e vede!” Uma mensagem que hoje ressoa uma vez mais na Igreja espalhada pelo mundo: «Não tenhais medo. Sei que buscais Jesus, o crucificado; não está aqui, pois ressuscitou (...). Vinde, vede o lugar onde jazia»
“Este é o ponto culminante do Evangelho, é a Boa Nova por excelência: Jesus, o crucificado, ressuscitou!”
É este o acontecimento que está na base da nossa fé e da nossa esperança – sublinhou o Papa: se Cristo não tivesse ressuscitado, o cristianismo perderia o seu valor; toda a missão da Igreja veria esgotar-se o seu ímpeto, porque foi dali que partiu e é sempre daqui que de novo parte. A mensagem que os cristãos levam ao mundo é esta: Jesus, o Amor encarnado, morreu na cruz pelos nossos pecados, mas Deus Pai ressuscitou-O e fê-Lo Senhor da vida e da morte.
“Em Jesus, o Amor triunfou sobre o ódio, a misericórdia sobre o pecado, o bem sobre o mal, a verdade sobre a mentira, a vida sobre a morte.”
Há que dizer a todos: «Vinde e vede», isso porque - insistiu o Papa - a Boa Nova não é apenas uma palavra, é testemunho…
“A Boa Nova não é apenas uma palavra, mas é um testemunho de amor gratuito e fiel: é sair de si mesmo para ir ao encontro do outro, é permanecer junto de quem a vida feriu, é partilhar com quem não tem o necessário, é ficar ao lado de quem está doente, é idoso ou excluído...
O Amor é mais forte, o Amor dá vida, o Amor faz florescer a esperança no deserto… “Com esta jubilosa certeza no coração”, o Papa Francisco prosseguiu a sua Mensagem pascal em jeito de oração ao Senhor ressuscitado pedindo-lhe a graça de O reconhecer e servir nos irmãos que sofrem:
“Ajudai-nos a procurar-Vos para que todos possamos encontrar-Vos, saber que temos um Pai e não nos sentimos órfãos; que podemos amar-Vos e adorar-Vos.
Ajudai-nos a vencer a chaga da fome, agravada pelos conflitos e por um desperdício imenso de que muitas vezes somos cúmplices. Tornai-nos capazes de proteger os indefesos, sobretudo as crianças, as mulheres e os idosos, por vezes objecto de exploração e de abandono.”
Na sua oração a Jesus Ressuscitado, Papa Francisco não esqueceu os que sofrem com doenças como a epidemia de ébola… dos quais é preciso cuidar, contrastando também as condições de vida que facilitam a sua difusão…
“Fazei que possamos cuidar dos irmãos atingidos pela epidemia de ébola na Guiné Conacri, Serra Leoa e Libéria, e daqueles que são afectados por tantas outras doenças, que se difundem também pela negligência e a pobreza extrema.”
O Papa pediu ao Senhor Ressuscitado que console quantos hoje não podem celebrar a Páscoa com os seus entes queridos porque a eles foram arrancados injustamente, como (é o caso, por exemplo) das numerosas pessoas – padres e leigos - sequestradas em diferentes partes do mundo.
Recordados também “os que deixaram as suas terras emigrando para lugares onde possam esperar um futuro melhor, viver a própria vida com dignidade e, não raro, professar livremente a sua fé.”
Na parte final da Mensagem pascal a todo o mundo, o Papa evocou as situações de guerra e de violências, nomeadamente a Síria, o Iraque, a Terra Santa, a República Centro-Africana, Nigéria, Sudão do Sul, Venezuela e Ucrânia…
Começando por pedir a “Jesus glorioso”, que “cesse toda a guerra, toda a hostilidade grande ou pequena, antiga ou recente”, prosseguiu o Papa Francisco, em tom de súplica:
“Suplicamo-Vos, em particular, pela Síria, para que quantos sofrem as consequências do conflito possam receber a ajuda humanitária necessária e as partes em causa cessem de usar a força para semear morte, sobretudo contra a população inerme, mas tenham a audácia de negociar a paz, há tanto tempo esperada.”
“Pedimo-Vos que conforteis as vítimas das violências fratricidas no Iraque e sustenteis as esperanças suscitadas pela retomada das negociações entre israelitas e palestinianos.
Imploramo-Vos que se ponha fim aos combates na República Centro-Africana e que cessem os hediondos ataques terroristas em algumas zonas da Nigéria e as violências no Sudão do Sul.
Pedimos-Vos que os ânimos se inclinem para a reconciliação e a concórdia fraterna na Venezuela.”
Finalmente a referência à Ucrânia, observando que este ano os católicos de rito latino celebram juntamente com as Igrejas que seguem o calendário juliano, o Papa pediu ao Senhor Ressuscitado “que ilumine e inspire as iniciativas de pacificação” e “que todas as partes interessadas, apoiadas pela Comunidade internacional, possam empreender todo esforço para impedir a violência e construir, num espírito de unidade e diálogo, o futuro do País”.
“Pedimo-Vos, Senhor, por todos os povos da terra: Vós que vencestes a morte, dai-nos a vossa vida, dai-nos a vossa paz!”
Cari fratelli e sorelle, buona Pasqua!
O Santo Padre a todos deu a sua especial bênção apostólica, a que está ligada, nesta circunstância, a indulgência plenária, nas condições previstas de conversão pessoal, absolvição sacramental e oração pelas intenções do Santo Padre.
Anteriormente, a partir das 10.15, o Santo Padre presidiu à solene Missa da Ressurreição, na Praça de São Pedro, com uma multidão incontável de fiéis. Coincidindo este ano a celebração da Páscoa nas comunidades de rito latino com a data da Páscoa nas comunidades que seguem o calendário juliano, a celebração papal de hoje incluiu também um antiquíssimo Cântico do património da liturgia pascal bizantina… que recordam as mulheres que vão ao Sepulcro para ungir o corpo de Jesus e recebem a boa nova de que o Senhor ressuscitou…
De: news.va
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… Papa Francisco, nesta Páscoa 2014, dirigindo Urbi et Orbi (à Cidade de Roma e ao mundo inteiro), da varanda central da basílica de São Pedro, a sua mensagem pascal, em que tomou como ponto de partida o anúncio do anjo às mulheres, perante o sepulcro aberto: “Ressuscitou! Vinde e vede!” Uma mensagem que hoje ressoa uma vez mais na Igreja espalhada pelo mundo: «Não tenhais medo. Sei que buscais Jesus, o crucificado; não está aqui, pois ressuscitou (...). Vinde, vede o lugar onde jazia»
“Este é o ponto culminante do Evangelho, é a Boa Nova por excelência: Jesus, o crucificado, ressuscitou!”
É este o acontecimento que está na base da nossa fé e da nossa esperança – sublinhou o Papa: se Cristo não tivesse ressuscitado, o cristianismo perderia o seu valor; toda a missão da Igreja veria esgotar-se o seu ímpeto, porque foi dali que partiu e é sempre daqui que de novo parte. A mensagem que os cristãos levam ao mundo é esta: Jesus, o Amor encarnado, morreu na cruz pelos nossos pecados, mas Deus Pai ressuscitou-O e fê-Lo Senhor da vida e da morte.
“Em Jesus, o Amor triunfou sobre o ódio, a misericórdia sobre o pecado, o bem sobre o mal, a verdade sobre a mentira, a vida sobre a morte.”
Há que dizer a todos: «Vinde e vede», isso porque - insistiu o Papa - a Boa Nova não é apenas uma palavra, é testemunho…
“A Boa Nova não é apenas uma palavra, mas é um testemunho de amor gratuito e fiel: é sair de si mesmo para ir ao encontro do outro, é permanecer junto de quem a vida feriu, é partilhar com quem não tem o necessário, é ficar ao lado de quem está doente, é idoso ou excluído...
O Amor é mais forte, o Amor dá vida, o Amor faz florescer a esperança no deserto… “Com esta jubilosa certeza no coração”, o Papa Francisco prosseguiu a sua Mensagem pascal em jeito de oração ao Senhor ressuscitado pedindo-lhe a graça de O reconhecer e servir nos irmãos que sofrem:
“Ajudai-nos a procurar-Vos para que todos possamos encontrar-Vos, saber que temos um Pai e não nos sentimos órfãos; que podemos amar-Vos e adorar-Vos.
Ajudai-nos a vencer a chaga da fome, agravada pelos conflitos e por um desperdício imenso de que muitas vezes somos cúmplices. Tornai-nos capazes de proteger os indefesos, sobretudo as crianças, as mulheres e os idosos, por vezes objecto de exploração e de abandono.”
Na sua oração a Jesus Ressuscitado, Papa Francisco não esqueceu os que sofrem com doenças como a epidemia de ébola… dos quais é preciso cuidar, contrastando também as condições de vida que facilitam a sua difusão…
“Fazei que possamos cuidar dos irmãos atingidos pela epidemia de ébola na Guiné Conacri, Serra Leoa e Libéria, e daqueles que são afectados por tantas outras doenças, que se difundem também pela negligência e a pobreza extrema.”
O Papa pediu ao Senhor Ressuscitado que console quantos hoje não podem celebrar a Páscoa com os seus entes queridos porque a eles foram arrancados injustamente, como (é o caso, por exemplo) das numerosas pessoas – padres e leigos - sequestradas em diferentes partes do mundo.
Recordados também “os que deixaram as suas terras emigrando para lugares onde possam esperar um futuro melhor, viver a própria vida com dignidade e, não raro, professar livremente a sua fé.”
Na parte final da Mensagem pascal a todo o mundo, o Papa evocou as situações de guerra e de violências, nomeadamente a Síria, o Iraque, a Terra Santa, a República Centro-Africana, Nigéria, Sudão do Sul, Venezuela e Ucrânia…
Começando por pedir a “Jesus glorioso”, que “cesse toda a guerra, toda a hostilidade grande ou pequena, antiga ou recente”, prosseguiu o Papa Francisco, em tom de súplica:
“Suplicamo-Vos, em particular, pela Síria, para que quantos sofrem as consequências do conflito possam receber a ajuda humanitária necessária e as partes em causa cessem de usar a força para semear morte, sobretudo contra a população inerme, mas tenham a audácia de negociar a paz, há tanto tempo esperada.”
“Pedimo-Vos que conforteis as vítimas das violências fratricidas no Iraque e sustenteis as esperanças suscitadas pela retomada das negociações entre israelitas e palestinianos.
Imploramo-Vos que se ponha fim aos combates na República Centro-Africana e que cessem os hediondos ataques terroristas em algumas zonas da Nigéria e as violências no Sudão do Sul.
Pedimos-Vos que os ânimos se inclinem para a reconciliação e a concórdia fraterna na Venezuela.”
Finalmente a referência à Ucrânia, observando que este ano os católicos de rito latino celebram juntamente com as Igrejas que seguem o calendário juliano, o Papa pediu ao Senhor Ressuscitado “que ilumine e inspire as iniciativas de pacificação” e “que todas as partes interessadas, apoiadas pela Comunidade internacional, possam empreender todo esforço para impedir a violência e construir, num espírito de unidade e diálogo, o futuro do País”.
“Pedimo-Vos, Senhor, por todos os povos da terra: Vós que vencestes a morte, dai-nos a vossa vida, dai-nos a vossa paz!”
Cari fratelli e sorelle, buona Pasqua!
O Santo Padre a todos deu a sua especial bênção apostólica, a que está ligada, nesta circunstância, a indulgência plenária, nas condições previstas de conversão pessoal, absolvição sacramental e oração pelas intenções do Santo Padre.
Anteriormente, a partir das 10.15, o Santo Padre presidiu à solene Missa da Ressurreição, na Praça de São Pedro, com uma multidão incontável de fiéis. Coincidindo este ano a celebração da Páscoa nas comunidades de rito latino com a data da Páscoa nas comunidades que seguem o calendário juliano, a celebração papal de hoje incluiu também um antiquíssimo Cântico do património da liturgia pascal bizantina… que recordam as mulheres que vão ao Sepulcro para ungir o corpo de Jesus e recebem a boa nova de que o Senhor ressuscitou…
De: news.va
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01 abril 2013
A ressurreição dos mortos
O artigo do Credo “Espero a ressurreição dos mortos e a vida do mundo que há-de-vir” ensina-nos que, no fim do mundo, os homens ressuscitarão, isto é, todas as almas humanas condenadas ou salvas se reunirão aos seus respectivos corpos, para assim, nunca mais se separar dele. Ensina-nos, também, a existência de uma vida futura, diversa da vida presente (será tratado em outro artigo).
É
bom notar que, trata-se de uma ressurreição da carne, porque são os
corpos que voltam à vida, haja vista a alma ser imortal, assim, não pode
morrer. Recordemos que a alma não recebe a vida do corpo, mas é criada
direta e individualmente por Deus. Assim, uma vez que a alma não recebe
do corpo a sua existência, não há motivos para que acabe com ele.
Sobre a morte sabemos de certeza algumas coisas; outras, ao contrário, nos são ignoradas por completo:
É certo que: a) todos morreremos; b) que a morte é castigo do pecado; c) fixará nosso destino para toda eternidade.
“Por
um só homem entrou o pecado neste mundo, e pelo pecado a morte” (Rm 5,
12). “Onde cair a árvore, ao sul ou ao norte, aí ficará”(Ecl. 11,3)
É incerto: o lugar, o tempo e o modo da nossa morte, e a sorte que nos espera. Possivelmente
Deus assim o faz para que em todo momento O respeitemos e temamos como
Senhor da nossa vida e estejamos sempre preparados a comparecer perante a
Ele.
Diz-nos
o Senhor na Escritura que a morte há de vir como um ladrão, isto é,
pegando-nos desprevenidos. E a experiência prova que com enorme
frequência assim acontece.(Lc 12, 39 e 40).
Deus
assim deseja para estarmos sempre na sua graça e serviço. Se
soubéssemos o dia da nossa morte, talvez, deixaríamos de servir e de
temer a Deus durante a vida, confiando em que teríamos na última hora,
tempo seguro para nos arrependermos.
Quanto
à ressurreição dos mortos, é verdade de fé, não alcançável pelo esforço
isolado da razão. Chegamos ao conhecimento de tal fato através da
revelação, e, também, pelo ensino da Igreja, que conserva e interpreta
de forma infalível o conjunto das verdades reveladas.
Vejamos:
1. Pelo testemunho da Escritura: Assim, disse Jesus: “Não vos maravilheis disso, porque vem a hora em que todos os que se acham nos sepulcros sairão deles ao som de sua voz: os que praticaram o bem irão para a ressurreição da vida, e aqueles que praticaram o mal ressuscitarão para serem condenados.”(Jo 5, 28-29)
2. Pelo ensino infalível da Igreja nos Concílios: “§989
Cremos firmemente – e assim esperamos – que, da mesma forma que Cristo
ressuscitou verdadeiramente dos mortos, e vive para sempre, assim
também, depois da morte, os justos viverão para sempre com Cristo
ressuscitado e que Ele os ressuscitará no último dia. Como a
ressurreição de Cristo, também a nossa será obra da Santíssima Trindade:
Se o Espírito daquele que ressuscitou Jesus dentre os mortos habita em
vós, aquele que ressuscitou Cristo Jesus dentre os mortos dar vida
também aos vossos corpos mortais, mediante o seu Espírito que habita em
vós (Rm 8,11)”
Deus
em sua imensa sabedoria determinou a ressurreição da carne para que o
corpo participe do prêmio ou do castigo da alma, como participante que
foi da sua virtude ou dos seus pecados.
Modo da Ressurreição
Nem
todos os homens ressuscitarão da mesma forma ou do mesmo estado, pois,
enquanto os corpos dos condenados aparecerão cheios de ignomínia
(desonra extrema) -, os dos justos, terão os dotes dos corpos gloriosos,
à semelhança de Cristo ressuscitado.
“Vou revelar-vos um mistério: nem todos morreremos, mas todos seremos transformados, num
instante, num abrir e fechar de olhos, ao som da trombeta final. Sim, a
trombeta tocará e os mortos ressurgirão incorruptíveis; e nós seremos
transformados. De facto, é necessário que este ser corruptível seja
revestido de incorruptibilidade, e que este ser mortal seja revestido de
imortalidade.” (1 Cor. 15,51)
“Ele
vai transformar o nosso corpo miserável, tornando-o semelhante ao seu
corpo glorioso, graças ao poder que Ele possui de submeter a Si todas as
coisas”. (Fl 3, 21)
Dotes dos Corpos Gloriosos
São quatro os dotes dos corpos gloriosos:
A impassibilidade: Consiste em que o corpo não estará sujeito à sofrimento nem à morte.
A agilidade: Consiste em que poderá deslocar-se num momento a lugares muito distantes.
A claridade: Consiste em que estará revestido de incomparável glória e formosura.
A subtileza: Consiste em que poderá penetrar outros corpos, como Cristo penetrou no Cenáculo depois da Ressurreição.
A
consideração desse artigo do credo deve levar-nos a mortificar o nosso
corpo e afasta-lo da sensualidade, para que um dia patenteie os sinais
dos corpos gloriosos.
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08 abril 2012
Cristo ressuscitou! Aleluia
"Por que procurais entre os mortos Aquele que vive? Ele não esta aqui; ressuscitou" (Lc 24,5-6).
570 A entrada de Jesus em Jerusalém manifesta a vinda do Reino que o Rei-Messias, acolhido em
sua cidade pelas crianças e pelos humildes de coração, vai realizar por meio da Páscoa de sua Morte e Ressurreição.
sua cidade pelas crianças e pelos humildes de coração, vai realizar por meio da Páscoa de sua Morte e Ressurreição.
572 A Igreja permanece fiel à "interpretação de todas as Escrituras" dada por Jesus mesmo antes e
também depois de sua Páscoa. "Não era preciso que Cristo sofresse tudo isso e entrasse em sua glória?" (Lc 24,26). Os sofrimentos de Jesus tomaram sua forma histórica concreta pelo fato de ele ter sido "rejeitado pelos anciãos, pelos chefes dos sacerdotes e pelos escribas" (Mc 8,31), que o "entregarão aos gentios para ser escarnecido, açoitado e crucificado" (Mt 20,19). (Parágrafo relacionado: 599)
também depois de sua Páscoa. "Não era preciso que Cristo sofresse tudo isso e entrasse em sua glória?" (Lc 24,26). Os sofrimentos de Jesus tomaram sua forma histórica concreta pelo fato de ele ter sido "rejeitado pelos anciãos, pelos chefes dos sacerdotes e pelos escribas" (Mc 8,31), que o "entregarão aos gentios para ser escarnecido, açoitado e crucificado" (Mt 20,19). (Parágrafo relacionado: 599)
608 Depois de ter aceitado dar-lhe o Batismo junto com os pecadores, João Batista viu e mostrou em
Jesus o "Cordeiro de Deus, que tira os pecados do mundo". Manifesta, assim que Jesus é ao mesmo tempo o Servo Sofredor que se deixa levar silencioso ao matadouro e carrega o pecado das multidões e o cordeiro pascal, símbolo da redenção de Israel por ocasião da primeira Páscoa. Toda a vida de Cristo exprime sua missão: "Servir e dar sua vida em resgate por muitos”. (Parágrafos Relacionados 523,517)
Jesus o "Cordeiro de Deus, que tira os pecados do mundo". Manifesta, assim que Jesus é ao mesmo tempo o Servo Sofredor que se deixa levar silencioso ao matadouro e carrega o pecado das multidões e o cordeiro pascal, símbolo da redenção de Israel por ocasião da primeira Páscoa. Toda a vida de Cristo exprime sua missão: "Servir e dar sua vida em resgate por muitos”. (Parágrafos Relacionados 523,517)
625 A permanência de Cristo no túmulo constitui o vínculo real entre o estado passível de Cristo antes da Páscoa e seu atual estado glorioso de Ressuscitado. E a mesma pessoa do "Vivente" que pode dizer: "Estive morto, mas eis que estou vivo pelos séculos dos séculos" (Ap 1,18).
638 "Anunciamo-vos a Boa Nova: a promessa, feita a nossos pais, Deus a realizou plenamente para
nós, seus filhos, ressuscitando Jesus" (At 13,32-33). A Ressurreição de Jesus é a verdade culminante de nossa fé em Cristo, crida e vivida como verdade central pela primeira comunidade cristã, transmitida como fundamental pela Tradição, estabelecida pelos documentos do Novo Testamento, pregada, juntamente com a Cruz, como parte essencial do Mistério Pascal. (Parágrafos Relacionados 90,651,991)
nós, seus filhos, ressuscitando Jesus" (At 13,32-33). A Ressurreição de Jesus é a verdade culminante de nossa fé em Cristo, crida e vivida como verdade central pela primeira comunidade cristã, transmitida como fundamental pela Tradição, estabelecida pelos documentos do Novo Testamento, pregada, juntamente com a Cruz, como parte essencial do Mistério Pascal. (Parágrafos Relacionados 90,651,991)
Cristo ressuscitou dos mortos.
Por sua morte venceu a morte,
Aos mortos deu a vida[a16] .
historicamente constatadas, como atesta o Novo Testamento. Já São Paulo escrevia aos Coríntios pelo ano de 56: "Eu vos transmiti... o que eu mesmo recebi: Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras. Foi sepultado, ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras. Apareceu a Cefas, e depois aos Doze" (1Cor 15,3-4). O apóstolo fala aqui da viva tradição da Ressurreição, que ficou conhecendo após sua conversão às portas de Damasco.
640 "Por que procurais entre os mortos Aquele que vive? Ele não esta aqui; ressuscitou" (Lc 24,5-6).
No quadro dos acontecimentos da Páscoa, c primeiro elemento com que se depara é o sepulcro vazio. Ele não constitui em si uma prova direta. A ausência do corpo de Cristo no túmulo poderia explicar-se de outra forma. Apesar disso, o sepulcro vazio constitui para todos um sinal essencial. Sua descoberta pelos discípulos foi o primeiro passo para o reconhecimento do próprio fato da Ressurreição. Este é o caso das santas mulheres, em primeiro 1ugar, em seguida de Pedro. "O discípulo que Jesus amava" (Jo 20,2) afirma que, ao entrar no túmulo vazio e ao descobrir "os panos de linho no chão" (Jo 20,6), "viu e creu". Isto supõe que ele tenha constatado, pelo estado do sepulcro vazio, que a ausência do corpo de Jesus não poderia ser obra humana e que Jesus não havia simplesmente retomado a Vida terrestre, como tinha sido o caso de Lázaro. (Parágrafo Relacionado 999)
Fonte: Catecismo da Igreja Católica
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