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24 março 2021

O Tradutor Católico: Maria na bíblia: aprenda a defendê-la em apenas 11 minutos





Através desse vídeo você será capaz de defender a Santíssima Virgem Maria diante de QUALQUER pessoa. Em 11 minutos ficará provado que: 
Maria é a nova Eva; 
Maria é a nova Arca da Aliança; 
Maria é mãe do Rei e, consequentemente, nossa Rainha; 
Maria é nossa advogada e intercessora; 
Maria é Mãe dos discípulos de Cristo; 
Maria é concebida sem pecado original; 
Maria é assunta ao céu; 
Para um melhor entendimento do vídeo, já que existem muitas citações, é ideal que você faça o seguinte: - Pegue a bíblia; - Pegue uma caneta; - PAUSE o vídeo em algumas partes; - Sublinhe todas as passagens aqui citadas; Salve Maria Santíssima! Encontre mais vídeos sobre a correta interpretação da bíblia aqui: 

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09 março 2021

Por que deve-se pedir a intercessão dos santos? - Por @Katholikos2




Segundo o Compêndio do CIC, a intercessão "consiste no pedir em favor de outro. Ela conforma-nos e une-nos à oração de Jesus que intercede junto de Deus Pai por todos os homens, em especial pelos pecadores. A intercessão deve estender-se também aos inimigos" (n. 554).

No Reino de Deus, os Santos estão na mesma condição dos Anjos, pois conservam as suas naturezas individuais e intelectuais, e possuem a mesma Luz divina na qual vêem a Deus, e em Deus e tudo que a sua mente pode conhecer. “Na tua Luz veremos a Luz” (Cf. Salmos 35 [36],10).

É por essa razão que a Sagrada Escritura nos revela: "Não sabeis vós que os santos hão de julgar o mundo? Ora, se o mundo deve ser julgado por vós, sois porventura indignos de julgar as coisas mínimas?" (Cf. 1Cor 6,2)

Os católicos distinguem claramente entre culto de adoração, que devemos somente a Deus, nosso Criador e Redentor; e veneração, - que implica apenas: respeito, admiração, imitação, amor, etc., como se costuma demonstrar aos heróis da Igreja. Nada mais humano e também bíblico!

• Objeção: "Há um só Mediador..." RESPOSTA: O Apóstolo Paulo, na mesma carta em que declara Jesus como único mediador entre Deus e homens, indica também mediadores “secundários” (I Tm 2,1-5).

É por isso que a oração litúrgica termina: “por nosso Senhor Jesus Cristo...” Esta verdade herdamos dos primeiros cristãos. Antes de serem escritos os Evangelhos, eles aprenderam no “Símbolo Apostólico” (ou Credo dos Apóstolos) “Creio na Comunhão dos Santos”.

Podemos notar que quando na parte final de 1 Tm 2, 5 se diz " Cristo Jesus homem". Nota-se a intenção de São Paulo por demonstrar que é como homem que Jesus é capaz de ser o reconciliador e mediador para o homem.

Por acaso Efésios 2,20 se opõe a 1Coríntios 3,11 se tomarmos os santos apóstolos como fundamento? A resposta, segundo a doutrina católica é: “não”! Cristo é o fundamento; e os apóstolos e profetas participam desse ofício de Jesus de ser fundamento.

"[...] assim também em Cristo nós, que somos muitos, formamos um corpo, e cada membro está ligado a todos os outros" (Rm 12,5). A Igreja é o Corpo Místico de Cristo e a fonte de todos os elementos de santificação. Os Santos e Anjos pertencem à Igreja Triunfante.


De acordo com Leon-Dufour: Que Cristo seja o único mediador não significa que tenha terminado o papel dos homens na história da salvação. A mediação de Jesus reveste sinais sensíveis:
São os homens, a quem Jesus confia uma função para com sua Igreja; inclusive na vida eterna associa Jesus Cristo, em certa maneira, a sua mediação os membros de seu corpo que entraram na glória.

Uma vez no céu, as almas do santos fazem parte da Igreja Triunfante, onde louvam a Deus eternamente [Apocalipse: 7,13-16]. Todos no céu são obedientes à Deus e portanto, compartilham do Seu desejo sublime, que é a Salvação de todos os homens.

"E, havendo tomado o livro, os quatro animais e os vinte e quatro anciãos prostraram-se diante do Cordeiro, tendo todos eles harpas e salvas de ouro cheias de incenso, que são as orações dos santos" (Apocalipse 5,8).

A ideia do Arcanjo Miguel como um advogado de defesa dos judeus, por exemplo, se tornou tão prevalente que, a despeito da proibição rabínica contra se apelar aos anjos como intermediários entre Deus e seu povo, Miguel acabou tomando um lugar importante na liturgia judaica.

São Miguel Arcanjo é mencionado três vezes no Livro de Daniel, uma como um "grande príncipe que defende as crianças do seu povo". Reconhecê-lo como um instrumento do plano salvífico do Senhor seria idolatria?

Sobre o "sono dos mortos", A doutrina da Igreja é clara: aqueles que já estão purificados de seus pecados, imediatamente após a morte, mesmo antes do Juízo Final, estarão no paraíso, que é estar com Cristo.

1) Quem morre na graça de Cristo, e que está totalmente purificado, entra imediatamente no Paraíso. Vejamos Lucas 23,42-43;
2) Quem está nos céus pede por nós. Vejamos Apocalipse 6,9-11;
3) Apocalipse 5,8 –(as orações dos santos); Apocalipse 8,3-4 (as orações dos santos).

E em outros tantos textos a Sagrada Escritura nos mostra isso (cf. Is 14,9-10; 1Pd 3,19; Mt17,3; Ap 7,10).


Fonte : Twitter.com/Katholikos2









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04 fevereiro 2020

Calvinista, esposa de um seminarista, Beth orou à Virgem: «Maria, se podes ouvir-me, ajuda-me»



Quando um teólogo católico explicou como Deus salva, a vida de Beth mudou

A história de fé de Beth Turner e seu marido Barrett é peculiar. Ela descobriu Cristo e o Evangelho na adolescência, com alegria. Mas então as peculiaridades da doutrina calvinista tiraram essa alegria. Deus realmente olha para os homens caídos com desagrado e nada do que eles fazem pode trazer um sorriso de satisfação ao Senhor? Beth esperava que seu marido, que estava estudando para ser um pastor calvinista, pudesse responder suas perguntas. Mas, no final, foi a doutrina católica que trouxe de volta a alegria do evangelho. Ela contou sua história em detalhes em inglês em Called To Communion .
Primeiro contato com Deus ... e depois com Jesus
"Eu era a caçula de quatro filhos e cresci em uma família cheia de amor, intacta, não religiosa, perto de Washington DC " , explica Beth. "Quando eu estava no ensino médio, meu irmão voltou mudado da universidade. Agora falava de Deus com reverência. Rezava antes das refeições. Escrevi uma história sobre essa considerável mudança no comportamento dele e como isso também me fez acreditar em Deus, eu dei-lhe esse escrito timidamente como presente de Natal. Na noite em que ele leu, sorriu para mim e me contou sobre Jesus . Eu não tinha ideia de que esse homem chamado Jesus e crer em Deus tinha um relacionamento! Eu não sabia disso. Cruz, um símbolo tão popular, tinha um significado. Pareceu-me muito estranho. Mas confiei no que meu irmão me contou sobre ele e a mudança que havia observado em sua vida ".
Conhecendo a liturgia e os evangelhos
Um ano depois, Beth começou a ir a uma igreja episcopal perto da casa. Os episcopais são anglicanos dos Estados Unidos, com livros de liturgia e hino para cantar. "Aprendi muito apenas ouvindo as palavras das orações e hinos litúrgicos. Reconheci minha fraqueza e dependência de Deus. Na Quaresma antes de ser batizada, li os Evangelhos pela primeira vez com grande prazer", lembra ela .
"Na semana anterior à Páscoa de 2000, recebi um intenso desejo de me unir a Deus no sacramento do batismo. Lembro-me da ocasião: meu irmão, meu pai e alguns amigos católicos chegaram. Naquela época, eu tinha muitos amigos católicos: Eu os considerei aliados na busca da verdade, no esforço para viver bem e nos assuntos da fé. Vi a verdade e a devoção vivas em católicos e protestantes e queria ser como uma ponte entre eles ".
Mas como interpretar a Bíblia?
As duas irmãs de Beth não foram ao seu batismo. Mas um delas, embora se declarasse não religiosa, gostava de falar sobre religião. "Uma pergunta que minha irmã sempre fazia marcaria minha jornada de fé: 'Se a Bíblia é a palavra definitiva em relação à moralidade e salvação, e as pessoas extraem delas tantas interpretações diferentes, como você sabe que interpretação seguir? " Ela estava se referindo às distinções entre as denominações protestantes. Eu não tive resposta ".
Essa questão fez Beth não decidir receber a Confirmação com os episcopais que a haviam batizado ou em qualquer outra igreja. Como confirmar em uma ou outra comunidade sem essa clareza de doutrina e autoridade?
Durante sua vida universitária na Virgínia, ela participou de muitas congregações protestantes diferentes: episcopais progressistas, Assembleias de Deus, igrejas afro-batistas, igrejas bíblicas de campo ... e pelo menos 6 ministérios de jovens cristãos universitários. Mas ela nunca foi à grupos católicos: grupos protestantes haviam falado mal deles.
Teologia calvinista: um namorado ... e muita angústia
Na faculdade, conheceu Barrett, que viria a ser seu marido. Barrett começou a perseverar no grupo de jovens reformados (calvinistas) porque Beth o convidou. No começo ele ia pela garota. Então ele se voltou para a fé. Eles se apaixonaram e juntos começaram a estudar o calvinismo em mais detalhes. Mas quanto mais eles aprofundavam essa doutrina, mais ele se convencia e ela ficava mais inquieta 
"O que me parecia ouvir em muitos sermões e palestras [calvinistas] era:" Nada que você faz é bom o suficiente para tirar um sorriso do rosto de Deus. Você é culpado de todos os seus pecados e Deus é responsável por todas as suas boas obras. Todo o bem que parece vir de você é, de fato, algo ruim disfarçado para parecer bem. De fato, Deus está tão enojado de você e de seu pecado que ele colocou Jesus no meio, como uma cortina, para evitar ter que vê-lo. Ou não, se você não é um dos escolhidos para ser salvo, o olhar de ira dele ainda está sobre você. " Eu deveria viver uma vida ética, mesmo que meu fracasso total fosse inevitável e não afetaria minha salvação, em qualquer caso".
"Parecia contraditório: se os pecados que cometi poderiam destruir minha salvação, não havia nada que eu pudesse fazer para restaurar meu relacionamento com Deus? Eu desejava saber se estava vivendo bem. Queria que me dissessem que não apenas confiasse em Cristo em minhas falhas, mas fiz boas ações. Mas só ouvi dizer que meu fracasso foi avassalador e inevitável e que não poderia fazer nada de bom em me aproximar do Pai que tanto amava. Eu sofri nessas condições espirituais. Desenvolvi um sentimento permanente de que Deus estava zangado comigo. Pecado, que eu sempre corria o risco de cometer e que não podia agradá-lo com minha vida de nenhuma maneira ".
A fé não lhe trouxe paz. " Eu estava deprimida, ansiosa. Procurei aconselhamento e medicação psiquiátrica. Os textos do meu diário daquela época são atormentados", diz ela.
"Casada com um especialista, ele vai me explicar"
Em setembro de 2005, Barrett propôs casamento a Beth ... e logo depois ele anunciou que também estudaria em um seminário calvinista, talvez para se tornar um pastor. Beth achou que não era uma má ideia: ela seria a esposa de um especialista em teologia calvinista e, assim, ele resolveria suas dúvidas e preocupações. Enquanto isso, ela colocava sua angústia entre parênteses. "A interpretação bíblica dos reformadores [Calvino, Lutero e outros iniciadores protestantes] transmitida por meu marido seria meu ensinamento. Tornei- me uma garotinha, novamente em paz", explica Beth.
(continue lendo...)

30 outubro 2019

O Purgatório é a sala de espera do Paraíso.- Pe Gabriel Vila Verde


POR QUE CELEBRAR FINADOS?

O dia de finados está chegando. Para quem não sabe, é um dia instituído pela IGREJA, não para se recordar dos mortos, ou simplesmente fazer homenagens, mas para REZAR por eles. Finados só tem sentido quando se reza pelas almas.

Nós cremos com firme fé, que as almas que morrem na graça de Deus, mas que não foram totalmente santas aqui na terra, não entram diretamente no Céu, mas antes são purificadas pelo fogo da misericórdia divina, o qual recebe da Igreja o nome de "Purgatório". As nossas orações, principalmente a Missa, aliviam os sofrimentos dessas almas e apressam a entrada delas no Paraíso.
O Purgatório não é uma terceira morada. Só existem dois destinos para a alma: Céu ou Inferno. O Purgatório é um ato da extraordinária misericórdia de Deus, que não permite que a alma entre no Céu com nenhuma mancha de pecado, mas também não a condena por causa de leves faltas. O Purgatório é a sala de espera do Paraíso.

Nossa Senhora revelou em suas aparições que muitas almas vão para o Inferno, a grande maioria vai ao Purgatório, e pouquíssimas entram diretamente no Céu. As videntes de Kibeho (África) afirmaram que, quando Nossa Senhora mostrou-lhes o Purgatório, elas pensaram que estavam vendo o Inferno. Quando viram realmente o Inferno, disseram que o Purgatório era o Céu.

Consta-se que, uma família daqui do Brasil, que antes era católica, migrou para uma dessas seitas ditas "cristãs". Quando um membro da família morreu, o mesmo veio em sonho pedir a sua esposa que mandasse celebrar por ele uma Missa. Quando a esposa perguntou, no sonho, como ele estava, respondeu: "sem Deus e sem luz".

Eis o porquê da Celebração de Finados. Não é apenas recordação ou homenagem. É um ato de caridade para com os falecidos. Nós não cremos que os mortos estão dormindo, até porque almas não dormem. O livro do Apocalipse está aí para provar. Rezemos pelas almas. Elas precisam de nossas orações!

Pe Gabriel Vila Verde

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10 setembro 2019

De top model a pregadora de modéstia: Leah Darrow



Leah Darrow nasceu em Oklahoma, Estados Unidos. Ela era a filha mais velha de uma família de seis filhos e profundamente católica, pertencia a um lar que a fazia se sentir muito amada e apreciada. No entanto, sua necessidade de se destacar e ser "popular" em beleza, durante seus anos de juventude, a levou a caminhos equivocados, completamente afastada de sua fé e práticas cristãs.

Assim, ela iniciou uma bem-sucedida carreira de modelo e passou a participar de várias competições de modelos, como a famosa série America's Next Top Model, em 2004. Foi exatamente neste reality show, onde ela começou a sentir que não estava fazendo as coisas certas.

Ela conta que experimentou uma espécie de "Epifania" que ocorreu quando um dia lhe disseram para usar roupas muito provocantes em uma sessão de fotos para uma revista internacional. Apesar de seu desconforto, ela consentiu, dizendo a si mesma que era apenas um trabalho.

Mas então veio o que ela chamou de um momento de graça, pouco antes das últimas fotos serem tiradas: de repente ela teve uma visão de si mesma após a morte e que Deus em seu coração disse: "Eu fiz você para outra coisa, não para isso . E, como um filme, ela fugiu, enquanto o fotógrafo gritava: "Se você sair daqui, não será ninguém!" Ela pensou que tinha tudo o que o mundo exigia, mas ouvir essa voz amorosa interior a levou a mudar radicalmente o significado de sua existência.

Depois de sair do concurso, ele foi para sua casa em Nova York, ligou para o pai e disse: "Se você não vier me procurar, vou perder minha alma". Ele viajou de St. Louis para buscá-la, "ele dirigiu para Nova York só por mim e me levou para a igreja mais próxima para me confessar porque eu estava a dez anos afastada da minha fé", disse.

Após essa experiência, ela decidiu levar outro tipo de vida e começou a praticar o catolicismo novamente com mais convicção, compartilhando sua experiência de conversão, sendo convidada por muitas paróquias, grupos e escolas religiosas para ensinar as jovens a não se deixarem levas pelas pressões do mundo que buscam apenas violar sua dignidade humana.

“Embora nem tudo no trabalho do modelo seja ruim, muito disso é desumanizante. A dignidade da pessoa é de pouca importância”, explica ela. Você é apenas um corpo. Também é muito importante para quais festas você vai e com quem está. Muitas pessoas estão tristes nesse mundo, embora o escondam. Você deveria apenas fazer seu trabalho, ser um profissional.

Leah diz que a modéstia não é apenas uma questão de vestir, mas também de discrição em coisas como fala e emoções. Ele afirma que “a modéstia é mais do que apenas o comprimento de uma saia. Tem a ver com nossas conversas, sobre como tratamos as pessoas e como amamos os outros. A modéstia protege nossa pureza e o mistério de uma pessoa. Em nossa sociedade, ela tem uma má reputação, mas na realidade ela é bastante atraente.”

O Catecismo da Igreja Católica (2522-2523) tem muito a dizer sobre modéstia, ele diz: “O pudor é modéstia. Inspira a escolha do vestuário, mantém o silêncio ou o recato onde se adivinha o perigo duma curiosidade doentia. O pudor é discrição..”

Até hoje, Leah é uma oradora católica internacional que desafia seu público a viver sua vida de acordo com o Evangelho de Jesus Cristo. Conversa com pessoas de todas as idades sobre misericórdia, conversão, dignidade humana, modéstia e castidade. Ela disse que descobriu seu trabalho estendendo a mão para jovens confusos. "Quando falo, geralmente tenho garotas que vêm até mim chorando e dizendo: perdi minha virgindade. Isso parte meu coração e é por isso que dediquei minha vida a ser uma defensora das mulheres", concluiu.

Ela escreveu dois livros em inglês sobre modéstia, como "Decent Exposure" em co-autoria com Jessica Rey. E o último publicado recentemente no ano passado, que tem sido um best-seller entre seus seguidores, intitulado: “The Other Side of Beauty” "O Outro Lado da Beleza".

Também estudou mestrado em teologia pastoral na Universidade Ave Maria e outros estudos no Instituto Agostinho. Seus estudos teológicos a motivaram nos últimos anos a liderar um curso master de treinamento on-line chamado "UniversidadeLux", destinado a mulheres que buscam aprofundar a fé católica para aplicá-la em suas vidas. Atualmente, ela é casada e feliz, tem 4 filhos e um a caminho. Eles moram em Saint Louis, Missouri.


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14 fevereiro 2019

Podem comungar os divorciados que voltaram a casar?


Os membros da Congregação para a Doutrina da Fé, em uma carta a todos os bispos do mundo datada de 14 de outubro de 1994 diz :

"A crença errônea que tem uma pessoa divorciada e novamente casada, de poder receber a Eucaristia normalmente, presume que a consciência pessoal é levada em conta na análise final, de que, baseado em suas próprias convicções existiu ou não existiu um matrimônio anterior e o valor de uma nova união. Esta posição é inaceitável. O matrimônio, de fato, porque é a imagem da relação de Cristo e sua Igreja assim como um fator importante na vida da sociedade civil, é basicamente uma realidade pública."

Com este documento a Santa Sede afirma a contínua teologia e disciplina da Igreja Católica, de que aqueles que se divorciaram e voltaram a casar sem um Decreto de Nulidade, para o primeiro matrimônio (indistintamente se foi realizado dentro ou fora da Igreja), se encontra em uma relação de adultério, que não lhe permite arrender-se honestamente, para receber a absolvição de seus pecados e receber a Santa Comunhão. Até que se resolva a irregularidade matrimonial pelo Tribunal dos Processos Matrimoniais, ou outros procedimentos que se aplicam aos matrimônios dos não batizados, não podem aproximar-se aos Sacramentos da Penitênica nem à Eucaristia-.

Como menciona o Papa João Paulo II no documento da Reconciliação e a Eucaristia, a Igreja deseja que estes casais participem da vida da Igreja até onde lhes forem possível (e esta participação na Missa, adoração Eucarística, devoções eoutros serão de grande ajuda espiritual para eles) enquanto trabalham para conseguir a completa participação sacramental.

Só poderiam comungar se, evitado o escândalo e recebida a absolvisão sacramental, se comprometam a viver em plena continência, disse a Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé.

No discurso do Papa João Paulo II no encerramento do Sínodo celebrado em Roma em outubro de 1980, disse que a Igreja deveria mante a de não admitir à comunhão eucarística ao divorciados que voltaram a casar. A não ser quando não possam se separar, prometam viver em total continência, sempre que não seja motivo de escândalo. Em todo caso, acrescenta o Papa, devem perseverar na oração para conseguir a graça da conversão e da salvação. Entretanto isto não acarreta que não possam batizar a seus filhos. Deve-se estudar cada caso e ver que possibilidades oferecem de educar na fé católica a seus filhos.

Por outro lado as pessoas casadas só no civil e divorciadas podem comungar. O divórcio civil não é um obstáculo para receber a comunhão. Por ser um ato civil, tudo o que faz, é conseguir um acordo sobre o resultados civis e legais do matrimônio (distribuição das propriedades, custódia dos filhos, etc).


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26 março 2018

Ex protestante Lizzie Reezay, explica por que, agora, ora diante de imagens de santos


IDOLATRIA: é como eu costumava pensar nisso, como costumava categorizar oração a alguém além de Deus. O que realmente mudou para mim é entender “a Grande Nuvem de Testemunhas” em Hebreus 12: 1 como sendo todo aquele que veio antes de nós e está agora mesmo no Céu adorando a Deus.
Além disso, entender que nem toda oração é adoração. Peço a meus amigos e familiares que orem por mim o tempo todo, por isso não é tão diferente pedir a Maria ou a qualquer outra pessoa no Céu que ore a Deus por mim. O cristianismo foi estabelecido como intensamente meditativo e comunal, nunca se destinou a ser apenas sobre o seu relacionamento individual com Deus.

No catolicismo, Maria é a Rainha do Céu, porque na monarquia judaica a mãe do rei era a rainha, ou seja, a rainha do rei Salomão era sua mãe, Bate-Seba. O principal objetivo da rainha era interceder em nome do povo pelo rei, trazendo os pedidos do povo diante dEle. É o que Maria faz em João 2 quando ela diz a Jesus para transformar a água em vinho no casamento de Caná. Foi o que Maria entendeu quando em Lucas 1, o anjo Gabriel lhe disse que seu filho Jesus reinaria no “trono de Davi, seu pai”. É por isso que Maria foi uma grande mulher na Igreja Primitiva, porque no judaísmo do primeiro século eles entendiam o conceito da rainha-mãe.

Cerca de um ano atrás eu pesquisei pela primeira vez a Oração de “Ave Maria” e a reconheci imediatamente COMO AS ESCRITURAS DE VERBATIM: Lucas 1:28 e Lucas 1:42. Mas tem sido muito difícil para mim aceitar todos os Dogmas Marianos: virgindade perpétua, concepção imaculada, suposição, etc. O que realmente me ajudou é entender que, historicamente, todos esses Dogmas Marianos GUARDARAM as Verdades de Jesus sendo totalmente Divinas, totalmente de Deus.

Maria é sempre destinada a apontar para Jesus e entender sua ênfase na Igreja Primitiva e nas Escrituras me fez perceber tão intensamente quão Santo e acima de nós Jesus realmente é.

Compreender os ensinamentos da Igreja sobre Maria me levou a Deus e ajudou-me a melhor adorá-lo. Super recomendo este livro “A Vida da Virgem”, de Maximus, o Confessor, que me ajudou a me apaixonar por Maria, que me ajudou a ser mais admirada, mais imersa e dedicada a Deus.

Tradução : Google



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19 março 2018

A emocionante descoberta da Virgem feita por um pastor influente e sua esposa em sua viagem ao catolicismo


Ulf Ekman e Birgitta lideraram uma importante comunidade pentecostal até sua conversão em 2014


Ulf Ekman
  foi o pastor pentecostal mais influente na Suécia, definido pela Aliança Evangélica como o "líder cristão mais dinâmico e influente que tivemos na Suécia no último meio século". Quando os centros protestantes suecos reuniam apenas algumas dúzias de pessoas  por semana, ele atraia mais de 3.000 pessoas na comunidade da Palavra da Vida.
Juntamente com sua esposa Birgitta, eles também eram missionários incansáveis ​​criando comunidades  em vários países, além de uma ONG para ajudar as crianças na Índia. Até em 2014, e depois de mais de 30 anos na liderança desta comunidade, eles surpreenderamtodos ao anunciar sua conversão ao catolicismo.

A descoberta gradual da Virgem Maria
Foi inesperado, mas este casamento levava já anos percorrendo um caminho para a Igreja Católica depois de ler o Catecismo, a Doutrina Social, sua história e muitos dos seus ensinamentos. No final, eles chegaram à convicção de que eles foram chamados para o catolicismo.
Neste processo de discernimento e conhecimento da Igreja Católica,  Ulf e Birgitta Ekman foram, por sua vez, conhecendo e descobrindo a Virgem Maria , desprendendo-se de preconceitos ao profundo amor para a Mãe de Deus.
No livro  TheGreat Discovery, Our Journey to Catholic Faith  (Rialp), este casamento fala sobre como essa conversão ao catolicismo foi produzida e dedica vários pontos ao papel desempenhado pela Virgem Maria.
Em 2003, enquanto estavam em Jerusalém, foram à igreja ortodoxa armênia de San Marcos. Uma irmã iraquiana, diz Birgitta, mostrou-lhes "um ícone da Madona e do Menino Jesus, e nos contou sobre os maravilhosos milagres que ocorreram por intercessão de Maria". Ficamos maravilhados, mas nossas incertezas protestantes nos obrigaram a calar a boca ".  No entanto, uma questão começou a pairar em seu coração: "era realmente possível rezar para a Virgem?".

Superando os preconceitos
Pouco a pouco, conheceram mais figuras católicas, sacerdotes, leigos e até bispos. Enquanto isso, a ansiedade cresceu neste casamento, mas ainda teve que superar certos preconceitos.
"Eu fui influenciada pela cultura protestante do meu país. A atitude sueca em relação à Igreja Católica é considerar isso como algo estranho à nossa cultura , típica do sul da Europa, cheia de coisas curiosas ", admite a esposa do ex-pastor. 
Mas a Virgem Maria continuou a chamá-los poderosamente. Eles começaram a ler livros sobre ela porque  "muitas perguntas sobre Maria e os dogmas católicos que a cercam foram despertadas em mim",  então ela começou a "ler para tentar entender".

Maria, na Encarnação.
Essas leituras e conhecer pessoas que amaram Maria geraram dúvidas na fé de Birgitta. Ela diz no livro que "no meu mundo protestante, nunca me disseram uma certa verdade teológica:  o papel de Maria na encarnação" .
O problema então era que se Jesus "nasceu de uma mulher, como ele se livra de compartilhar o pecado herdado para toda a humanidade?" Algumas igrejas protestantes não acreditavam no pecado original. Eles, no entanto, fazem. Mas as dúvidas continuaram a surgir:  "Jesus não é o filho de Maria, carne de sua carne?"
Eles foram percebendo que  os ensinamentos do protestantismo sobre a Virgem não se sustentavam "mas estavam envolvidos em heresia antiga na história da Igreja."

A chave da Anunciação
Como Jesus pode ser livre do pecado, se ele nasceu de uma mulher pertencente à humanidade pecadora? Esta era a questão latente. O desejo de entender todo esse mistério estava crescendo até finalmente, diz a mulher, ela entendeu. E  foi graças à Anunciação quando o arcanjo chamou Maria "cheia de graça".
"Como cristão, eu já entendi isso, para que a encarnação fosse possível, a mulher que iria dar a luz a Jesus precisava de uma graça especial. Mas também tinha que estar livre das consequências do pecado original, para ser a colaboradora de Deus desta maneira tão íntima,  para levar o Filho de Deus em seu ventre e trazê-lo para o mundo ", relata.
Como e quando a Virgem Maria se preparou?  No Catecismo e especialmente nos escritos de São João Paulo II, ele encontrou a resposta que seria definitiva . O Papa polonês afirmou que "a eleição de Maria é completamente excepcional e única. Por isso, a singularidade e unicidade de seu lugar no mistério de Cristo "e acrescenta ainda que" em virtude da riqueza da graça amada, por causa dos méritos redimidos de seu filho, Maria foi preservada da herança do pecado original ".

"Agora eu acreditava na Imaculada Conceição"
Ao entender esta explicação católica, Birgitta finalmente conseguiu encaixar todas as peças do enigma juntos. "Até aquele momento eu acreditava no nascimento da Virgem Maria, e agora eu também poderia dizer que eu acreditava na Imaculada Conceição.  Que felicidade ", diz ela.
Isso fez com que as Escrituras também fossem esclarecidas de outra maneira, especialmente no Antigo Testamento, descobrindo que "  Maria também tinha prefigurações na história de Israel.  Então continuei com meus estudos marianos no meu tempo livre por muitos anos.
Seu fascínio por Maria cresceu ao longo dos anos e, apesar de seguir sendo protestantes, eles eram na prática pessoas de grande devoção mariana. E então vieram a Lourdes, querendo resolver outras dúvidas, como a questão dos milagres. 
"Foi fascinante testemunhar o que aconteceu em Lourdes , " Ulf, que confessa não poderia escapar algo que o surpreendeu muito, o Cristocentrismo girando neste lugar escreve:  "Em Lourdes, Jesus ocupa, sem dúvida, o centro de tudo , mas Maria tem um lugar elevado como sua Mãe ".

Suas viagens a Lourdes, Espanha e Guadalupe
No que diz respeito aos milagres, o pastor ainda pentecostal afirmou que aqueles produzidos em Lourdes  "são de um tipo que ele mal tinha ouvido e nunca tinha visto".
Além disso, este casal tinha um apartamento na Espanha e foi para uma paróquia em Marbella. Birgitta também lembra da procissão mariana que eles viram naquele dia nas ruas de Fuengirola. "Nós nos misturamos com a multidão, e o sentimento de solenidade e amor pela Mãe de Deus foi palpável. Eu não sou muito sentimental ou emocional, mas lembro-me de ter-me comovido pelo que experimentei lá ".
Mesmo assim, eles  oraram "por uma renovada valorização de Maria no cristianismo sueco",  onde a Mãe de Deus estava muito esquecida. Sem saber que estavam chegando às portas da Igreja Católica.
Pouco antes de dar o passo, foram para Guadalupe. Lá perceberam que Ulf não poderia continuar sendo pastor. Ele deixou tudo amarrado, um sucessor foi nomeado e um de seus filhos também anunciou sua conversão ao catolicismo. Eles ficaram muito felizes e logo depois  este casamento anunciava sua entrada na Igreja Católica  em um processo no qual a Virgem Maria teve muito haver. 


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04 julho 2017

Conheça o significado do altar de uma igreja

Você sabe, por exemplo, por que o altar deve ser fixo, de pedra e de um só bloco?

Em hebraico, a palavra altar significa “lugar de matança”. Em grego, significa “lugar de sacrifício”. Em latim, vem de altare, de altus, que significa “plataforma elevada”. Por isso, desde a remota antiguidade, um altar é um lugar elevado ou pedra consagrada, que servia para a celebração de ritos religiosos dirigidos à divindade.

O primeiro altar hebraico que encontramos na história bíblica foi construído por Noé depois que ele saiu da barca (Gênesis 8,20). A Bíblia nos diz mais: os primeiros homens fizeram sacrifícios de animais e oferecimentos de frutos a Deus Criador sobre altares. É o caso de Abel e Caim.

Mais tarde, foram construídos altares por Abraão, Isaac, Jacó, Moisés e Josué. A maioria deles tinha objetivos de sacrifícios ou de memorial.

Posteriormente, com a edificação do tabernáculo, os altares eram construídos principalmente com o objetivo de queimar incenso e oferecer sacrifícios.

Com o passar do tempo, como vemos no livro Levítico, o povo de Israel oferecia cordeiros e outros animais como sacrifícios a Deus, como forma de reconhecer a sua divindade.

E os sacrifícios da Antiga Lei eram uma prefiguração do sacrifício de Jesus no altar da cruz, mas eram imperfeitos. Por isso, o autor da carta aos hebreus disse: “Pois é impossível que o sangue de touros e de carneiros tire pecados. Eis por que, ao entrar no mundo, Cristo diz: Não quiseste sacrifício nem oblação, mas me formaste um corpo. Holocaustos e sacrifícios pelo pecado não te agradam. Então eu disse: Eis que venho (porque é de mim que está escrito no rolo do livro), venho, ó Deus, para fazer a tua vontade” (Hebreus 10, 4-7)

Na Nova e Eterna Aliança, Deus, ao fazer-se homem, tomou um corpo mortal e, como homem, pode sofrer; como Deus, pode dar a seus sofrimentos um valor infinito, capaz de satisfazer ou pagar generosamente toda dívida adquirida pelo pecado do ser humano.

E Jesus é capaz de reconciliar definitivamente o homem com Deus, ao oferecer-se em sacrifício. Por isso Ele é o sumo e eterno sacerdote. Mas Jesus Cristo, além de ser sacerdote, também é a vítima e o altar (Missal Romano)

Jesus é o sacerdote “porque ele próprio deu sua vida, e deixou-se colocar entre os criminosos, tomando sobre si os pecados de muitos homens, e intercedendo pelos culpados” (Isaías 53,12)

Jesus é a vítima porque Ele, como único sacerdote da Nova Aliança, ofereceu-se (1Tm 2,6) a si mesmo como vítima; e não como qualquer vítima, mas como uma vítima verdadeiramente necessária, a que paga o preço justo em reparação ao grande pecado cometido.

Jesus é o altar. Sendo já o sacerdote e a vítima, faltava o altar, sempre necessário para consolidar o sacrifício. O altar evoca, pois, a mesa sobre a qual Jesus antecipou seu sacrifício, oferecendo-se no altar da cruz.

Cristo é o altar porque com Ele e N´Ele se apoia e se realiza o sacrifício redentor. Foi tão perfeito o Sacrifício de Jesus que não se pode pensar em outro maior, possível e completo.

Além disso, no altar não está representada somente a divina pessoa de Jesus, mas também sua ação a favor dos homens. Por isso, na pedra do altar, são gravadas e ungidas cinco cruzes que representam as chagas da crucificação.

Na Nova Lei, o altar é a mesa em que é oferecido o Sacrifício Eucarístico. “O altar, em que se faz presente o sacrifício da cruz sob os signos sacramentais, é também a mesa do Senhor” (Instrução Geral do Missal Romano, 296).

“É o próprio Cristo, sumo e eterno sacerdote da Nova Aliança, que, agindo pelo ministério dos sacerdotes, oferece o sacrifício eucarístico. E é ainda o mesmo Cristo, realmente presente sob as espécies do pão e do vinho, que é a oferenda do sacrifício eucarístico” (Catecismo, 1410).

“O altar, em torno do qual a Igreja se reúne na celebração da Eucaristia, representa os dois aspectos de um mesmo mistério: o altar do sacrifício e a mesa do Senhor. E o altar é o símbolo do próprio Cristo, presente em meio à assembleia de seus fieis, que se apresenta como vítima oferecida por nossa reconciliação e como alimento celestial que nos é dado (Santo Ambrósio, De sacramentis 5,7: PL 16, 447).

O altar, que precisa ser fixo, simboliza o Cristo Jesus, a pedra viva, a pedra angular. Por isso, o conceito de que Cristo é o altar místico de seu sacrifício e, como ele mesmo disse, a pedra angular sobre a qual deve-se edificar o templo dos fiéis, influenciou no fato de o altar ser feito de pedra, ou seja, para que seja, na realidade, o símbolo vivo de Cristo.

Como consequência, o altar tem que ser fixo, de pedra e de um só bloco. A pedra lembra a ideia de firmeza, estabilidade, solidez, apoio seguro – o próprio Jesus, em definitivo.

E a Igreja sugere que “Onde for possível, o altar principal deve ser construído afastado da parede, de modo a permitir andar em volta dele e celebrar a Missa de frente para o povo. Pela sua localização, há-de ser o centro de convergência, para o qual espontaneamente se dirijam as atenções de toda a assembleia dos fiéis. Normalmente deve ser fixo e dedicado”. (IGMR 299).


De: aleteia.org


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13 junho 2017

Pe Luis Fernando: Eu creio em Jesus Cristo, mas não vou à Igreja. Pode isso?!




“Você pode ter sido batizado na igreja, ter sido criado na igreja, servido na igreja. Pode ser que tenha se casado na igreja, morrido na igreja. Pode ter sido velado na igreja e ainda assim acordar no inferno caso esteja meramente só na igreja, e não em Cristo.”


De vez em quando encontramos na internet comentários estúpidos, como esse acima, que são compartilhados até por católicos. Porém, cabe dizer que este comentário é falso. Quem está na Igreja está em Cristo. Não é possível estar em Cristo fora da Igreja. A via graciosa e ordinária pela qual uma pessoa se une a Cristo é o sacramento do batismo. Neste sacramento a pessoa recebe o dom da fé ou o dom de reconhecer, amar e obedecer a Deus seu criador; se torna filha adotiva do Pai por meio de Cristo; é configurada a Cristo e é unida a ele indelevelmente. Cada batizado se torna, assim, membro de Cristo. Se todos os membros juntos formam o Corpo, logo, estar unido ao Corpo é essencial para que o membro viva, como estar unido ao tronco é essencial para que o galho esteja vivo e recebendo alimento vital. Logo, não é possível estar vivo, ou seja, estar em Cristo fora de seu Corpo Místico que é a Igreja. Porém, sem uma atitude real de conversão mesmo o batizado pode condenar-se ao inferno uma vez que o não arrependimento dos próprios pecados é a condição que joga uma alma no inferno.


Pelo exposto se pode deduzir seguramente que este comentário acima partiu de alguma mente protestante. Na eclesiologia protestante não existe a doutrina do Corpo de Cristo que é a Igreja, a plenitude daquele que possui a plenitude universal, cuja Cabeça é o próprio Jesus (cf. Cl 1,18; Ef 1,22-23), pois, cada membro da seita protestante é ele sozinho igreja, papa e magistério. O indivíduo interpreta para si as Escrituras, discerne o que é certo ou errado, dá a si mesmo a doutrina e não se vê ligado a nenhum outro membro da seita seja por meio da comum profissão de fé – que as seitas não têm – seja por meio da comum doutrina – que as seitas não têm por divergirem entre si – seja por meio de um governo único – que as seitas não têm.


A premente necessidade de se negar a visibilidade da Igreja em troca de uma Igreja invisível é própria de quem necessita justificar a completa ausência de hierarquia, rito, da comum profissão de fé e de governo. A visibilidade da Igreja nas escrituras é tão clara que precisar reafirmá-la face à heresia das seitas parece superlativo. Contudo, o erro luterano e calvinista de negar a visibilidade da Igreja em seu magistério, em sua doutrina, em sua profissão de fé, em seu governo e em todo o povo fiel como expressão daquele Corpo Místico do qual fala as escrituras é de tal modo danoso que, aceito sem prévio questionamento, isso se torna hoje necessário.


Extra ecclesia nulla salus (fora da Igreja não há salvação)



O leitor já percebe de antemão que o famoso axioma de São Cipriano de Cartago, que depois se tornou dogma de fé, é negado com toda veemência por quem defende uma igreja puramente espiritual e invisível em detrimento de sua visibilidade, mais: conforme o pensamento expresso pela citação que encima este texto, haveria alguma possibilidade de a pessoa estar unida a Cristo sem a Igreja, restando a Igreja como um apêndice na vida de fé e se tornando, portanto, desnecessária quando não indesejada para o livre exercício pessoal, individual, da fé.


A fé, porém, ainda que professada individualmente é vivida comunitariamente e mais: O indivíduo não crê nas categorias da fé que ele próprio se dá, mas, recebe da Igreja o precioso depósito das Verdades nas quais deve fazer a sua profissão de fé. A fé que professamos, portanto, ou é a fé da Igreja e desse modo corresponde verdadeiramente às Verdades mais elevadas às quais o espírito humano deve a obediência ou é o constructo meio racional, meio fideísta, meio pietista das seitas que deforma a fé da Igreja, mutila-a arrancando-lhe pedaços inteiros e relegando-a à consideração do indivíduo.


Lex orandi lex credendi

A lei da oração é a lei da fé da Igreja, diz um antigo axioma. Os ritos da liturgia católica, desde a santa missa aos demais sacramentos, sacramentais, bênçãos, oração das horas, etc, obedecem estritamente à profissão de fé na Igreja. Rezamos o que cremos e cantamos o que rezamos, logo, cantamos a nossa fé.


Quem vai à missa e vê o rito que ali se desenrola deve prestar atenção nele tudo professa a fé Trinitária da Igreja do princípio ao fim. Como no rito da missa, todos os demais ritos da Igreja seguem a mesma ordem: a lei da oração é a lei da fé. Por termos uma profissão de fé única, por termos um único governo, um só magistério, uma só doutrina, somos um só povo e formamos um só Corpo que, professando a mesma fé, tem a mesma regra da oração pública e comum para todos os fiéis. Por isso estamos em Cristo, formamos um só Corpo, somos os seus Membros. Estamos a Ele unidos como os galhos ao tronco da videira.


Os pecados pessoais do católico pode afastá-lo da comunhão da Igreja, da comunhão na fé, na doutrina e nos costumes e isto será, então, prova de que todas as pessoas nesse mundo são necessitadas de conversão para poderem entrar no reino de Deus. Mas, os pecados pessoais não são, como faz entender o texto, motivo suficiente para a pessoa afastar-se de Deus, de sua Igreja ou de sua doutrina. Para o verdadeiro católico os pecados são motivos fortes para arrepender-se, confessar-se, emendar de vida e viver uma vida nova evitando os pecados e suas ocasiões a fim de não mais ofender a Deus. Aquele que persevera no mal, todavia, afasta-se de Deus e de sua Igreja paulatinamente e este sim vai para o inferno.


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09 maio 2017

8 mentiras sobre Deus que os católicos devem conhecer e rebater



REDAÇÃO CENTRAL, 02 Mai. 17 / 11:30 am (ACI).- Tendo em conta a complexidade da teologia católica sobre a natureza de Deus, a seguinte lista, baseada nas Sagradas Escrituras e no Magistério da Igreja, responde a 8 mentiras recorrentes que estão à espreita dos católicos no mundo atual.

1. Cristo é insuficiente


Não existem novas revelações e o cânon bíblico está fechado. Há muitas pessoas que querem “aumentar” os ensinamentos de Cristo sustentando que, como as Sagradas Escrituras foram “escritas há muito tempo”, estas deveriam ser “atualizadas”.

Videntes e impostores de todo tipo difundem suas supostas “habilidades proféticas” que, ao que parece, estão contra o que sabemos de Deus. Nada mais longe da verdade.

Se estas pessoas estão certas, por que o Espírito Santo dá a cada uma diferentes mensagens? Cristo e sua Igreja não precisam de nada dos seres humanos. A mensagem de Cristo é válida e autêntica ontem, hoje e sempre como afirma no livro dos Hebreus 13,8.

2. Pode haver novas revelações do plano da salvação


Não há e nunca poderão existir novas revelações para ser acrescentadas na economia da salvação. Algumas revelações privadas foram aprovadas pela piedade popular (por exemplo, Sagrado Coração, Nossa Senhora de Lourdes, a Divina Misericórdia) e outras não.

A chave é se estão de acordo com as revelações originais de Cristo nas Sagradas Escrituras. As pessoas se colocam em uma situação precária quando se atrevem a julgar não somente a Bíblia, como também Deus e Sua Igreja, negando assim a Tradição e o magistério.

3. Jesus nunca assegura ser Deus na Bíblia

Cristo se refere a si mesmo como Deus cerca de 50 vezes nas Sagradas Escrituras.


Do mesmo modo, os Evangelhos mostram as reações de quem se opunha a Jesus depois de afirmar que Ele era Deus ou igual a Deus (por exemplo em Marcos 14,61-62).

Se Jesus nunca afirmou ser Deus, por que algumas pessoas se incomodaram tanto com Ele há 2000 anos ao ponto de crucificá-lo? Cristo foi condenado à morte porque o consideravam blasfemo ao referir-se a si mesmo como Deus.

4. Todos somos filhos de Deus e, portanto, Ele deve amar tudo o que somos


Sim. Deus criou todos nós. Deus ama todos. Todos somos seus filhos. Entretanto, Ele nos chama para Si mesmo em um espírito de amor e arrependimento, mas nem todo mundo está preparado e disposto a fazer esse tipo de compromisso.

Não podemos dizer que somos seus filhos e ao mesmo tempo nos negar em reconhecer nossa relação com nosso Pai Celestial. (1 João 3,10, Romanos 8,15, Efésios 2,1-16).

Deus é misericordioso, mas nem todos nós queremos ser perdoados, ou inclusive, pensamos que não fizemos nada que deve ser perdoado (1 João 1, 8).

5. Todos adoramos o mesmo Deus

Só existe um Deus único e verdadeiro porque Ele mesmo o afirmou (Deuteronômio 4,39, Isaías 43,11, 45,5), entretanto, nem todo mundo o reconhece. Cabe também destacar que nenhuma deidade pagã afirmou algo assim.

Apesar de parecer ser politicamente correto que todas as pessoas adoram o mesmo Deus, é teológica, histórica e antropologicamente incorreto. Fora da tradição judaico-cristã, as deidades são impotentes, caprichosas, comedidas, hedonistas, egoístas, tremendamente emocionais e tem pouca preocupação pelos assuntos humanos.

O Deus judaico-cristão é o amor mesmo. Nenhuma outra religião descreve sua deidade desta maneira.

6. Todas as religiões são iguais
Esta crença está ligada ao ponto anterior e, portanto, é incorreta. Algumas religiões são violentamente a antítese de todas as demais expressões religiosas. Alguns requerem o sacrifício humano, condutas imorais, as quais são consideradas virtudes ou propõem “textos sagrados” que são ilógicos e contraditórios. É impossível sugerir que todas as religiões sejam iguais.

Cristo nos diz que Ele é o Caminho, a Verdade e a Vida (João 14,6). O Deus judaico-cristão se apresentou ao seu povo e lhes ensina porque os ama (Atos 4,12). Nenhuma outra religião faz tais afirmações. A salvação só vem de Cristo e não de Maomé, Buda ou Joseph Smith. O culto lhe pertence por direito somente a Yahvé, que é o grande ‘EU SOU’ (Apocalipse 4,11).

Existem diferenças irredutíveis entre o cristianismo e o judaísmo como a encarnação, a paixão e a ressurreição. Podemos estender esta lista de incompatibilidades ao considerar as religiões pagãs. Entretanto, muitas exigências éticas através das religiões podem ser iguais ou pelo menos compatíveis. Esta não é uma coincidência estranha, pelo contrário, se o único Deus está chamando toda a humanidade, então sua marca será deixada sobre várias respostas ao chamado.

7. Deus usa os homens como “ratos de laboratório”

Deus é onisciente e sabe o que vamos fazer. Ama nossa existência e não nos trata como se fôssemos “ratos de laboratório”.

Deus é amor (1 João 4, 8-16) e, portanto, nunca poderia nos torturar para ver “o que faríamos”. A tentação está dentro de nós mesmos e é nossa decisão seguir a lei de Deus ou rechaçá-la (Deuteronômio 30,19).

8. A Eucaristia é um mero símbolo

Esta é uma perniciosa heresia e é bastante frequente. Por que o pão e o vinho são oferecidos no altar por um sacerdote como Corpo e Sangue de Cristo? Porque Jesus o diz (Lucas 16).

De fato, revelou às pessoas que o acompanhavam na sinagoga de Cafarnaum e vários fizeram birra. Jesus perguntou aos seus discípulos se também queriam deixá-lo por fazer tal afirmação e Pedro respondeu: “Senhor, a quem iremos? Tu tens palavras de vida eterna” (João 6,68).

Além do que Jesus disse, deve se considerar como os primeiros cristãos viam a Eucaristia. Para São Paulo, é uma celebração com a qual se anuncia e atualiza a morte do Senhor até a sua volta (1 Coríntios 11,26).

“Portanto, quem come o pão ou bebe o sangue do Senhor indignamente, será réu do corpo e sangue do Senhor. Por isso, cada um deve examinar-se, e comer deste modo o pão e beber do cálice. Porque quem come e bebe sem discernir o corpo, come e bebe sua própria condenação” (1 Coríntios 11, 27-29).

A Didaquê ou instrução dos doze apóstolos reflete este sentimento: “Não permitam que comam ou bebam de sua Eucaristia, a exceção dos batizados em nome do Senhor, porque o Senhor falou: ‘Não deem o que é santo aos cães’” (Didaquê 9,5).

De: acidigital.com

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17 fevereiro 2017

5 coisas que talvez não saiba sobre o Batismo católico - Por quê negar isso aos bebês?


REDAÇÃO CENTRAL, 09 Jan. 17 / 11:00 am (ACI).- “Pelo Batismo, somos libertos do pecado e regenerados como filhos de Deus: tornamo-nos membros de Cristo e somos incorporados na Igreja e tornados participantes na sua missão”, diz o Catecismo da Igreja Católica (CCI 1213). A seguir, confira 5 coisas que talvez não saiba sobre este Sacramento, porta para os outros sacramentos.

1. Iniciou-se com os Apóstolos

“Desde o dia de Pentecostes que a Igreja vem celebrando e administrando o santo Batismo. Com efeito, São Pedro declara à multidão, abalada pela sua pregação: ‘convertei-vos (...) e peça cada um de vós o Batismo em nome de Jesus Cristo, para vos serem perdoados os pecados. Recebereis então o dom do Espírito Santo’ (Atos dos apóstolos 2,38)” (CCI 1226).

Santo Higino, Pontífice aproximadamente entre os anos 138 e 142, instituiu o padrinho e a madrinha no batismo dos recém-nascidos, para que guiassem os pequenos na vida cristã.

2. Tem vários nomes

Batizar, do grego “baptizein”, significa “mergulhar” ou “imergir dentro da água”. Esta imersão simboliza “a sepultura do catecúmeno na morte de Cristo, de onde sai pela ressurreição com Ele” (CCI 1214).

Este Sacramento também é chamado “banho da regeneração e de renovação no Espírito Santo”, assim como “iluminação” porque o batizado se converte em “filhos da luz”.

São Gregório Nazianzeno dizia que o batismo é um “dom, porque é concedido aos que nada têm; graça, porque é dado também aos culpados; batismo, porque o pecado é sepultado na água; unção, porque é sagrado e régio (assim se tornam os que são ungidos); iluminação, porque é luz resplendente; veste, porque cobre a nossa vergonha; banho, porque nos lava; selo, porque nos preserva e é sinal do poder de Deus”.

3. Renova-se a cada ano

“Em todos os batizados, crianças ou adultos, a fé deve crescer depois do Batismo. É por isso que a Igreja celebra todos os anos, na Vigília Pascal, a renovação das promessas do Batismo. A preparação para o Batismo conduz apenas ao umbral da vida nova. O Batismo é a fonte da vida nova em Cristo, donde jorra toda a vida cristã” (CCI 1254).

4. Um não batizado pode batizar

Diz o Catecismo da Igreja Católica (1256) que “são ministros ordinários do Batismo o bispo e o presbítero e, na Igreja latina, também o diácono (cf CIC, cão. 861,1; CCEO, cão. 677,1). Em caso de real necessidade, qualquer pessoa, mesmo não batizada, pode batizar (cf CIC cão. 861, § 2) se tiver a intenção requerida e utiliza a fórmula batismal trinitária”.

“A intenção requerida consiste em querer fazer o que a Igreja faz ao batizar. A Igreja vê a razão desta possibilidade na vontade salvífica universal de Deus (cf 1 Tm 2,4) e na necessidade que o Batismo tem para a salvação (cf Mc 16,16)”.

5. Selo único e permanente

“O Batismo marca o cristão com um selo espiritual indelével (charactere) da sua pertença a Cristo. Esta marca não é apagada por nenhum pecado, embora o pecado impeça o Batismo de produzir frutos de salvação (cf DS 1609-1619). Ministrado uma vez por todas, o Batismo não pode ser repetido” (CCI 1272).


De: acidigital.com

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31 janeiro 2017

Por que a Igreja guarda o domingo e não o sábado?


Católico, saiba explicar o que você vive

Respondendo de pronto, o simples, santo e justíssimo motivo de a Igreja guardar o Domingo em lugar do Sábado judaico é o fato de que Nosso Senhor Jesus Cristo ressuscitou no Domingo, – o primeiro dia da semana, – inaugurando assim a “Nova Criação” liberta do pecado, a nova e eterna Aliança entre Deus e a humanidade. Assim é que o Domingo, o Dia do Senhor, é a plenitude do Sábado dos judeus, da mesma forma como o Novo Testamento é a plenitude e o cumprimento do Antigo, e Cristo é a consumação de toda a história da salvação, desde Adão até o fim dos tempos e o Juízo final.
De modo semelhante, o Antigo Testamento é um figura do Novo; o Sábado judaico é uma figura do Domingo cristão. O Catecismo da Igreja assim explica:

O Domingo distingue-se expressamente do sábado, ao qual sucede cronologicamente, a cada semana, e cuja prescrição ritual substitui, para os cristãos. Leva à plenitude, na Páscoa de Cristo, a verdade espiritual do Sábado judaico e anuncia o repouso eterno do homem em Deus. Com efeito, o culto da Lei preparava o Mistério de Cristo, e o que nele se praticava prefigurava, de alguma forma, algum aspecto de Cristo (1Cor 10,11).
(CIC§2175)

O que a esmagadora maioria desses supostos “cristãos” judaizantes que persistem em guardar o sábado não sabem é que os Apóstolos já celebravam a Missa “no primeiro dia da semana”, isto é, no domingo, como ficou registrado na Bíblia Sagrada, em mais de uma passagem:


• Nos Atos dos Apóstolos (20,7): “No primeiro dia da semana, estando nós reunidos para a fração do Pão (isto é, a Eucaristia)…”.

• Em Apocalipse (1,10), S. João diz: “No dia do Senhor (domingo), fui movido pelo Espírito…”.
• Em 1Cor 16,2, S. Paulo Apóstolo confirma que a coleta cultual era feita “no primeiro dia da semana” (domingo).


Trata-se de uma questão de tal maneira elementar que também a igreja ortodoxa e as protestantes históricas (mais antigas) guardam igualmente o Dia do Senhor, – o Domingo santificado, – e não mais o Sábado judaico.

Além do testemunho bíblico, o livro apócrifo Epístola de Barnabás (datado do ano 74), que é um dos documentos mais antigos da Igreja, – tendo sido redigido antes ainda do Livro do Apocalipse, atesta: “Guardamos o oitavo dia (domingo) com alegria, o dia em que Jesus levantou-se dos mortos” (15,6-8).
Sto. Inácio de Antioquia (107), mártir no Coliseu de Roma e bispo da Igreja primitiva, testemunhou de modo claríssimo:
“Aqueles que viviam segundo a ordem antiga das coisas voltaram-se para a nova esperança, não mais observando o sábado, mas sim o Dia do Senhor, no qual a nossa vida foi abençoada, por Ele e por sua morte.”(Aos Magnésios 9,1)
Devido à Tradição Apostólica, que tem origem no próprio dia da ressurreição do Cristo Salvador, a Igreja celebra o Mistério Pascal no dia que desde o início foi chamado “Dia do Senhor” ou “Domingo” (da mesma raiz semântica de ‘Senhor’/Dominus). O dia da ressurreição de Cristo é, ao mesmo tempo, “o primeiro dia da semana”, memorial do primeiro dia da Criação, e o “oitavo dia”, em que Cristo, depois de sua Morte Sacrificial e “repouso” no grande Sábado, inaugura o “Dia que o Senhor fez para nós”, o “Dia que não conhece ocaso” (CIC §1166).


S. Justino (165) Mártir legou-nos também o seu testemunho:
Reunimo-nos todos no ‘Dia do Sol’, porque é o primeiro dia após o Sábado dos judeus, mas também o primeiro dia em que Deus, extraindo a matéria das trevas, criou o mundo e, neste mesmo dia, Jesus Cristo, nosso Salvador, ressuscitou dentre os mortos.(Apologia 1,67)


Também S. Jerônimo (420), Confessor e Doutor da Igreja, atestou a praxis sempiterna da Igreja:
O Dia do Senhor, o Dia da Ressurreição, o Dia dos Cristãos, é o nosso dia. Por isso se chama Dia do Senhor: foi nesse dia que o Senhor subiu vitorioso para junto do Pai. Se os pagãos o denominam Dia do Sol, também nós o confessamos de bom grado: pois hoje levantou-se a Luz do Mundo, hoje apareceu o Sol de Justiça cujos raios trazem a salvação.
(CCL, 78,550,52)
Desta forma, tanto as Sagradas Escrituras quanto o testemunho de toda a documentação histórica, juntamente com a sagrada Tradição apostólica nos mostram porque, desde a Ressurreição do Senhor, a Igreja sempre guardou e continua guardando não mais o Sábado judaico, mas o Domingo da Ressurreição e do estabelecimento da Nova e Eterna Aliança como Dia do Senhor.




De: ofielcatolico.com.br


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