14 agosto 2017

Para a maçonaria “O essencial é isolar o homem da família, é fazê-lo perder os seus costumes"





A maçonaria quer mesmo destruir a Igreja ou os papas exageraram ao condená-la?

Fala a historiadora Angela Pellicciari: os maçons estudaram estratégias subversivas para acabar com o poder eclesiástico



A maçonaria tentou destruir a religião na Itália? Agiu para extinguir a ação e a existência da Igreja católica naquele país?

A resposta de Angela Pellicciari, italiana historiadora do “Risorgimento” e professora de História da Igreja, é positiva: desde o seu nascimento, a maçonaria se propôs acabar com o poder da Igreja mediante ações subversivas, em geral sutis, que foram vigorosamente denunciadas e repudiadas pelos papas.

Angela explica para a Aleteia: “A maçonaria moderna nasceu em Londres em 1717. A Igreja emitiu a primeira das suas centenas de condenações e excomunhões em 1738, com a carta apostólica ‘In Eminenti’, do papa Clemente XII. ‘Cheios de certa aparência afetada de honradez natural’, escreve o papa sobre os maçons. E o papa tem razão: a maçonaria sempre tem nos lábios a palavra ‘moral’, mas a moral a que ela se refere não é a moral revelada”.

A perseguição antirreligiosa

Angela Pellicciari destaca uma afirmação feita em 1853 por J.M. Ragon, autoridade da maçonaria francesa: “A maçonaria não recebe a lei; é ela mesma quem a estabelece”. E a historiadora segue em frente: “Pio IX e Leão XIII, os papas que assistem [na Itália] ao desmantelamento de todas as ordens religiosas católicas (apesar de o catolicismo continuar sendo a religião de estado), à perseguição contra bispos e sacerdotes, à redução da maioria da população [italiana] à pobreza absoluta, obrigada à emigração massiva, identificam no ódio maçônico e protestante a origem anticatólica e, portanto, anti-italiana, de tanta violência e decadência”.

Como foi o caso da França durante a revolução e durante o império do maçom Napoleão, ou ainda na América Latina, em Portugal e na Espanha, a maçonaria é uma sociedade revolucionária que os príncipes apoiam “sem se darem conta de que estão assinando a própria ruína”, sentencia a historiadora. “Os papas lançam o alerta com frequência, mas não são ouvidos. Sob o pontificado de Gregório XVI, a polícia descobre uma documentação de grande interesse sobre os carbonários (uma sociedade secreta de derivação maçônica) que mostra como o ódio pela Igreja é acompanhado pelo ódio à família”.

De fato, o sectário conhecido pelo pseudônimo de “Piccolo Tigre” [“Pequeno Tigre”] escreve aos seus companheiros de seita: “O essencial é isolar o homem da família, é fazê-lo perder os seus costumes […] Quando tiverdes insinuado em alguma alma o desgosto pela família e pela religião (e uma é quase sempre a continuação da outra), deixai cair alguma palavra que provoque o desejo de filiar-se à loja [maçônica] mais próxima […] O fascínio pelo desconhecido exerce sobre o homem tal poder que ele se prepara tremendo para as fantasmagóricas provas da iniciação e dos banquetes fraternos”.

A advertência de Pio VII

Em 1821, Pio VII escreve a propósito dos carbonários: “Eles simulam um singular respeito e certo zelo extraordinário pela religião católica”, mas “não são nada mais que dardos disparados com mais firmeza por homens astutos para ferir os incautos; esses homens se apresentam como cordeiros, mas são lobos vorazes”.

Segundo Pellicciari, um documento de 1819, conhecido com o nome de “Instrução permanente”, ensina aos carbonários: “Deveis apresentar-vos com todas as aparências do homem sério e moral. Uma vez estabelecida a vossa boa reputação nos colégios, nas universidades e nos seminários, uma vez captada a confiança de professores e estudantes, fazei que procurem a vossa companhia principalmente os envolvidos na milícia clerical […] Trata-se de estabelecer o reino dos eleitos sobre o trono da prostituta da Babilônia: que o clero marche sob a vossa bandeira sem nunca duvidar de estar marchando sob a das chaves apostólicas”.

“Enterraremos a Igreja”

Os carbonários pretendiam infiltrar-se no clero. Em 18 de janeiro de 1822, o “Piccolo Tigre” escreveu aos afiliados da região italiana do Piemonte: “Servindo-vos do pretexto mais fútil, mas nunca político ou religioso, criai vós mesmos, ou ainda melhor, fazei com que sejam criadas por outros, associações que tenham como fim o comércio, a indústria, a música, as belas artes. Reuni em um lugar qualquer, inclusive nas sacristias e nas capelas, os vossos seguidores que ainda não sabem de nada; ponde-os sob a guia de um sacerdote virtuoso, conhecido, mas crédulo e fácil de enganar; infiltrai o veneno nos corações eleitos, infiltrai-o em pequenas doses e como que por casualidade; a seguir, vós mesmos vos surpreendereis com o vosso êxito”.

Alguns anos mais tarde, o “primo” Vindice sintetiza assim o objetivo dos carbonários: “Começamos uma corrupção em grande escala, a corrupção do povo através do clero e a do clero por meio nosso, a corrupção que, sem dúvida, nos levará um dia a sepultar a Igreja”.

“Segredo, juramento, nenhum escrúpulo no uso de qualquer meio (porque, para eles, o fim justifica os meios), calúnia, mentira, homicídio, são as armas a que as associações secretas recorrem para levar os seus planos a termo”, afirma a especialista. O juramento, em particular, acompanha todos os avanços nos graus maçônicos. No momento da entrada na loja como aprendiz, o candidato jura assim: “Prometo não revelar jamais os segredos da Livre Maçonaria; não dar a conhecer a ninguém o que me será exposto, sob pena de me cortarem a garganta, me arrancarem o coração e a língua, me rasgarem as entranhas, cortarem meu corpo em pedaços, queimarem-no e o reduzirem a pó a ser espalhado ao vento para execrada memória e eterna infâmia”.

A denúncia dos papas

Começando por Clemente XII, todos os papas denunciam com firmeza, coragem, patriotismo e mediante análises filosóficas e históricas detalhadas os propósitos revolucionários das lojas que, exaltando a “liberdade”, procuram a liberdade apenas para si próprias, formando dentro dos países uma espécie de “estado no estado”, que dita por lei todos os aspectos da vida pública.

Em 1864, pouco depois do mérito “grandioso” que as lojas atribuem a si mesmas por terem desencadeado o maior ataque contra a Igreja católica na sua pátria de eleição (Roma e a Itália), os artigos 3 e 7 das constituições da maçonaria italiana estabelecem: “Art. 3. Sua finalidade [da maçonaria] direta e imediata é concorrer eficazmente à realização progressiva destes princípios na União, para que se tornem gradualmente lei efetiva e suprema de todos os atos da vida individual, doméstica e civil”; “Art. 7. A meta última dos seus trabalhos é a de reunir todos os homens livres numa grande família, que possa pouco a pouco suceder todas as seitas fundadas na fé cega e na autoridade teocrática, todos os cultos supersticiosos, intolerantes e inimigos entre si, a fim de construir a verdadeira e única igreja da Humanidade”.

“Personificação permanente da revolução, [a maçonaria] constitui uma espécie de sociedade ao contrário, cujo fim é um predomínio oculto sobre a sociedade visível e cuja razão de ser consiste na guerra contra Deus e a sua Igreja”, escreve Leão XIII em 1902, pouco antes de morrer.

“A firme condenação da Igreja contra a maçonaria”, conclui Pellicciari, “contra todo tipo de maçonaria vale até hoje, como recordou explicitamente o cardeal Ratzinger na declaração sobre a maçonaria, de 1983”.


De: aleteia.org

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02 agosto 2017

Bispos pedem à Virgem Maria para livrar a Venezuela das garras do comunismo



Enquanto isso no Brasil, ...Virgem de Coromoto


CARACAS, 31 Jul. 17 / 10:00 am (ACI).- Através de sua conta no Twitter, a Conferência Episcopal Venezuelana (CEV) pediu à Virgem Maria, sob o título de Nossa Senhora de Coromoto, que livre o país “das garras do comunismo”.


“Virgem Santíssima, Mãe de Coromoto, celestial Padroeira da Venezuela, livra nossa Pátria das garras do comunismo e do socialismo”, escreveu a CEV no dia 30 de julho, com uma imagem da Santa Maria e uma bandeira venezuelana.


No dia 30 de julho, foi realizada na Venezuela a eleição para os membros da Assembleia Constituinte, convocada pelo presidente Nicolás Maduro, em uma tentativa mais de concentrar o poder e eliminar a Assembleia Nacional, órgão legislativo venezuelano que conta com maioria opositora.

A convocação da Assembleia Constituinte foi duramente criticada pelos bispos venezuelanos, que em um comunicado divulgado em 27 de julho, classificaram-na de “inconstitucional”, assim como de “desnecessária, inconveniente e prejudicial para o povo venezuelano”.


De: acidigital.com

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28 julho 2017

Foi Miss Texas Gay e drag queen, mas o amor de Deus o ajudou a deixar a vida homossexual






Daniel Delgado queria ser drag queen: “mas eu por dentro pensava: "por que estou aqui? Não sei quem sou". Então orei...

Juan Luis Vázquez Díaz- Mayordomo escreveu em Alfa e Omega um emocionante testemunho de um homem que chegou a ser Miss Texas Gay e era um verdadeiro ícone nos ambientes do arco-íris.

Miss Texas Gay ante Jesus: Como podes amar-me?
«Cresci com minha mãe; meu pai somente esteve comigo até que completei um ano e meio”. Logo teve um padrasto, que era alcoólatra e violento. Não me sentia seguro com ele. Eu tinha medo dos homens, não cofiava neles, desde menino. Sentia-me mais seguro com as mulheres, todas as minhas amigas eram meninas.

Confusão de gênero
» Cresci com muita confusão de gênero. Queria ser menina e não gostava ser um homem. Não tinha a ninguém que me ajudasse a ser um homem. Era bastante feminino, na escola se zombavam de mim, me rejeitavam.

Abusos sexuais desde os seis anos
»Também sofri abusos por parte de membros de minha família, desde os seis anos. Eu não sabia o que fazer, acreditava que isso era normal, acreditava ademais que tudo isso era culpa minha, não dizia nada porque não queria problemas. Sentia vergonha. Sentia-me sujo e usado.

Mais confusão com os terapeutas
» Acreditava que eu era gay, mas tinha medo de ter problemas. Fui à terapia, mas os terapeutas me afirmavam em minha confusão de gênero, me animavam a aceitar minhas inclinações homossexuais. Pouco depois, decidi viver minha vida abertamente gay. Mas estava assustado, com medo.

Com 18 anos se torna drag queen
»Com dezoito anos, comecei a vestir-me de mulher, eu gostava de todo esse mundo das drag queen. Pensava: Isto é o meu mundo, e comecei a viver minha fantasia de querer ser uma menina. Competia em concursos, e até me elegeram Miss Texas Gay.

Tentativa de suicídio
»Mas eu por dentro pensava: Por que estou aqui? Não sei quem sou. Cheguei a tentar tirar-me a vida, tentei suicidar-me. E então rezei: Senhor, se não estou fazendo o que devo estar fazendo, necessito que Tu me mostres que é o que devo fazer.
»Uma vizinha naqueles dias veio a mim e me disse: O Senhor colocou em meu coração o desejo de convidar-te a ir à minha igreja. Eu a acompanhei, mas quando entrei todo mundo se afastou, porque eu Cheguei com meus sapatos de plataforma, meu poncho e uma camiseta que deixava ver meu umbigo.

»Escutei falar de Jesus, do amor de Deus, de como é Jesus… Rezaram por mim nesse momento. Sempre quis que os homens me aceitassem e me quisessem, e nesse momento vários homens rezaram por mim e choraram por mim. Estava feliz, significou muito para mim.

»Me dei conta de que Deus era minha única esperança, havia tocado fundo. Ali comecei a clamar ao Senhor. Eu não sabia que Ele me queria.

»Eu disse ao Senhor: Se Tu não queres que Eu seja homossexual, necessito que me mostres, necessito que me digas. Na igreja me mostraram seu amor, me convidavam a suas casas a cear. Não me julgavam por meu estilo de vida.

»Sim que se mantinham firmes quando se tratava da Palavra de Deus, ou quando falávamos sobre o pecado, mas comecei a ver que outras pessoas me amavam como eu era, e que tinham uma relação verdadeira com o Senhor, e me dei conta de que Deus verdadeiro.

»Me agarrei a Jesus como minha única esperança, compreendi que era digno de amor. Vi minha vida como uma tentativa de tapar todo meu sofrimento de menino. Pensei que podia começar a viver para Ele. Rendi-me a Ele. Fui aos pés da Cruz e lhe dei minha vida.
Mas não sabes o que fiz? Não sabes onde estive? Como podes amar-me?, lhe dizia. E Ele me disse: Eu te criei para que fizesse todo isso. Daniel, tu és belo para Mim. Te quero tal e como és. Eu posso libertar-te. Te quero.

»Ninguém me obrigou a mudar de vida, somente vi Seu amor. Deus se transformou no Pai que eu nunca tive. E minha vida mudou».




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26 julho 2017

Hoje a Igreja celebra São Joaquim e Sant’Ana, padroeiros dos avós










REDAÇÃO CENTRAL, 26 Jul. 17 / 05:00 am (ACI).- Neste dia 26 de julho, é celebrada na Igreja Católica a festa dos pais da Santíssima Virgem Maria e avós de Jesus, São Joaquim e Sant’Ana. Em razão desta data, comemora-se também o Dia dos Avós.

Ambos os santos, chamados padroeiros dos avós, foram pessoas de profunda fé e confiança em Deus; foram os encarregados de educar no caminho da fé sua filha Maria, alimentando seu amor pelo Criador e preparando-a para sua missão.


Bento XVI, em um dia como este em 2009, destacou – através das figuras de São Joaquim e Sant’Ana – a importância do papel educativo dos avós, que na família “são os depositários e muitas vezes as testemunhas dos valores fundamentais da vida”.

Em 2013, quando estava no Rio de Janeiro (Brasil) para a Jornada Mundial da Juventude, coincidindo sua estadia com esta data, o Papa Francisco destacou que “São Joaquim e Sant’Ana fazem parte de uma longa corrente que transmitiu o amor a Deus, no calor da família, até Maria, que acolheu em seu seio o Filho de Deus e o ofereceu ao mundo, ofereceu-o a nós. Vemos aqui o valor precioso da família como lugar privilegiado para transmitir a fé!”.

“Olhando para o ambiente familiar, queria destacar uma coisa: hoje, na festa de São Joaquim e Sant’Ana, no Brasil como em outros países, se celebra a festa dos avós. Como os avós são importantes na vida da família, para comunicar o patrimônio de humanidade e de fé que é essencial para qualquer sociedade! E como é importante o encontro e o diálogo entre as gerações, principalmente dentro da família”, acrescentou o Pontífice.


De: acidigital.com

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