27 junho 2017

Dom Henrique: "Paulo VI constatava, com imensa tristeza, que um tipo de mentalidade não católica havia entrado na Igreja católica após o Vaticano II."


Saudosistas do futuro que se anuncia!

Já escutei muitíssimas vezes os incomodados com os jovens que desejam a grande Tradição da Igreja e rejeitam o tanto de secularização e desmantelo em que nos encontramos, particularmente no tocante à liturgia, à doutrina e à moral.
Irritados, rotulam esses jovens como alienados, clericais, reacionários, autoritários… Ridicularizando, esses incomodados acusam esses jovens de terem saudade do que não viveram…

Pois eu digo: há, sim, alguns exageros e até algumas mentalidades patológicas, de reacionarismo atávico; mas não é este o caso da grande maioria desses jovens: eles estão mesmo é cansados de tanta secularização, de tanta ideologia liberal, de tanto imanentismo preconceituoso, de tanto relativismo, de tantas arbitrariedades, de tanta falta de piedade…

Eles não são saudosistas patológicos: têm, sim, uma saudável nostalgia daquilo que está no seu DNA: a verdadeira fé católica, o verdadeiro espírito católico, as verdadeiras atitudes de um católico! Já Paulo VI constatava, com imensa tristeza, que um tipo de mentalidade não católica havia entrado na Igreja católica após o Vaticano II.

Somente quem perdeu o sentido da Tradição e desconheça o que seja o sensus fidei ( = o sentido, o instinto da fé) ou o sensus fidelium ( = o sentido de fé que os fieis possuem por ação do Santo Espírito) pode apelar para um argumento tão raso quanto este, de chamar saudosistas do que não viveram aos jovens que trazem no seu DNA espiritual dois mil anos de vida cristã!

É bom que estejamos bem atentos: se tantos jovens – padres e seminaristas ou leigos – desejam mais retidão, coerência doutrinal, disciplina e seriedade nas coisas da Igreja é porque a ideologia do "espírito do Concílio" (que pouco ou nada tem a ver com a letra e a real intenção do Concílio!) fracassou e está devastando a Igreja: ao invés de uma primavera, colocou-nos num triste e frio inverno….

Mas, o Concílio Vaticano II ainda será sim uma primavera na Igreja, quando, levadas pelo vento, as folhas secas do “espírito do Concílio” caírem todas e despontarem, como já despontam, os brotos de uma equilibrada e fiel vivência do Vaticano II no sulco da grande Tradição da Igreja!
Esses jovens incômodos e esses movimentos críticos da bagunça aí presente são sinais efetivos desse despertar!
Podem ocorrer exageros? Claro que podem!
Pode haver reações mesquinhas e pouco evangélicas? Sem dúvida alguma!
Podem existir pessoas desequilibradas e metidas a cruzados da Tradição, quando são somente apegadas a costumes, a tradições que não exprimem a grande Tradição? Certamente!

Mas, nada disso justifica refutar ouvir, rejeitar pensar nas legítimas questões que tantos e tantos jovens generosos, sinceramente católicos, colocam sobre os rumos que muitos dão à Igreja, escudando-se numa interpretação unilateral do Concílio Vaticano II!
Não aconteça que falemos tanto em acolher os jovens - jovens por nós idealizados! - e tratemos a pontapés os jovens reais, concretos, que, sedentos, procuram na Igreja e nos seus pastores quem lhes dê a Vida em Cristo Jesus!

Eis aí: o DNA católico está vivo; por obra do Espírito do Ressuscitado, nunca morrerá! E esses jovens - e tantos adultos - são prova disto!


De: Página do facebook de Dom Henrique Soares da Costa


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23 junho 2017

‘As pessoas homossexuais são chamadas à castidade e as humilhamos se pensamos que elas não podem alcançar essa virtude’



O prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina de os Sacramentos, o cardeal Robert Sarah, denunciou que alguns membros do clero optam por não citar certas indicações da Igreja sobre a homossexualidade ensinadas no Catecismo. Por exemplo, que “os atos homossexuais não podem receber aprovação em nenhum caso”.

O cardeal Sarah observa que o respeito e a sensibilidade que pede o Catecismo “não nos da permissão para privar os homens e mulheres que sentem atração por pessoas do mesmo sexo da plenitude do Evangelho.”

No prefacio do livro “Por que não me chamo gay?“ de Daniel Mattsão, o cardeal Sarah assinala: “Omitir as ‘afirmações fortes’ de Cristo e sua Igreja não é caridade. De fato, é um mal serviço ao Senhor e a aqueles criados a Sua imagem e semelhança, e redimidos por Seu Precioso Sangue”.

O prefeito da Congregação para o Culto Divino recorda que Jesus dirigiu à mulher surpreendida em adultério duas mensagens de igual importância: “Tampouco eu te condeno; vai, e não peques mais.”

Em seu prólogo ao livro de Daniel Mattsão, o cardeal Sarah defende que as pessoas com tendências homossexuais são chamadas à castidade, e que são humilhadas se se pensa que não podem alcançar esta virtude, que é uma virtude para todos os discípulos.

Assim mesmo, o purpurado guineano fala dos testemunhos que escutou em uma conferência na Universidade Pontifícia de Santo Tomás em Roma que lhe marcaram profundamente. Homens e mulheres atraídos por pessoas de seu mesmo sexo que sofreram as vezes a causa de circunstâncias que escapavam a seu controle, e as vezes por suas próprias decisões.

“Senti a solidão, a dor e a infelicidade que eles padeceram como resultado de levar uma vida contrária a sua verdadeira identidade de filhos de Deus”, assegura Sarah, que adiciona que somente quando estas pessoas viviam em harmonia com os ensinamentos de Cristo eram capazes de encontrar a paz e a alegria que estavam buscando.

O prelado convida aos bispos e sacerdotes a ler o livro “Por que não me chamo gay?” e sublinha que “somente a Igreja tem as respostas às perguntas mais profundas do homem e as necessidades mais profundas de amor e amizade”.

De: infovaticana.com

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22 junho 2017

Por que Jesus permitiu que transpassassem seu Sagrado Coração na cruz?




REDAÇÃO CENTRAL, 22 Jun. 17 / 08:00 am (ACI).- Nas Sagradas Escrituras se narra que Jesus, morto na cruz, teve o coração transpassado por uma lança. Séculos depois, o Senhor revelou a Santa Catarina de Sena, italiana e doutora da Igreja, a mensagem contida neste fato.

A Santa perguntou ao Senhor: “Doce Cordeiro sem mancha, Tu estavas morto quando teu peito foi aberto. Por que então, permitiste que Teu Coração fosse ferido e aberto com tanta violência?”.

Jesus respondeu: “Eu tinha várias razões, mas vou lhe dizer a principal. Meu amor pelo gênero humano era infinito, enquanto os tormentos e os sofrimentos que eu suportava eram finitos”.


“Já que meu amor é infinito, eu não podia por este sofrimento manifestar o quanto te amo. Por isso, mostrando meu lado aberto, eu queria que vissem o segredo do meu coração: que eu amava vocês muito mais do que eu podia mostrar com o meu sofrimento finito”.

Posteriormente, no século XVII, Jesus Cristo apareceu a Santa Margarida Maria Alacoque, mostrando-lhe o seu coração e disse:

“Eis o Coração que tanto amou os homens, que nada poupou, até se esgotar e se consumir para lhes testemunhar seu amor. Como reconhecimento, não recebo da maior parte deles senão ingratidões, pelas suas irreverências, sacrilégios, e pela tibieza e desprezo que têm para comigo na Eucaristia. Entretanto, o que Me é mais sensível é que há corações consagrados que agem assim”.

“Por isto te peço que a primeira sexta-feira após a oitava do Santíssimo Sacramento seja dedicada a uma festa particular para honrar Meu Coração, comungando neste dia, e O reparando pelos insultos que recebeu durante o tempo em que foi exposto sobre os altares. Prometo-te que o Meu Coração se dilatará para derramar com abundância as influências de Seu divino Amor sobre os que tributem esta divina honra e que procurem que ela lhe seja prestada”.

Neste ano, a Igreja celebrará a Solenidade do Sagrado Coração de Jesus nesta sexta-feira, 23 de junho.


De: acidigital.com

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19 junho 2017

A Virgindade perpétua de Nossa Senhora




Desde o início do cristianismo Maria Santíssima é venerada como "Áiepartenon", isto é, "Sempre Virgem".

A maioria dos cristãos acredita na VIRGINDADE da Mãe do Senhor antes de parto e durante o parto. Os cristãos protestantes negam que ela tenha permanecido virgem durante sua vida terrena. Demonstraremos abaixo as 3 situações de sua VIRGINDADE.

Maria Santíssima era Virgem antes do Parto

Este fato pode-se constatar na própria Bíblia: "O Anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma virgem desposada... e o nome da Virgem era Maria" (Lc 1,26). Nossa Senhora ainda dá testemunho de sua VIRGINDADE ao responder ao Anjo: "Como se fará isso, pois eu não conheço varão?"

Maria Santíssima permaneceu Virgem durante o Parto

O que é concebido por milagre deve nascer por milagre. O nascimento é uma consequência da concepção; sem o milagre do nascimento virginal, o milagre de se manter a VIRGINDADE da Mãe de Cristo estaria incompleto. Deus então teria operado um milagre incompleto.

E isto está conforme a profecia "uma virgem conceberá e dará à luz". A própria Bíblia confirma a profecia: "Ora, tudo aconteceu para que se cumprisse o que foi dito pelo Senhor, por meio do profeta." (Mt 1,22); ou seja, conceber e dar à luz, virginalmente.

Nossa Senhora permaneceu Virgem durante sua vida terrena

Segundo a Tradição, Santa Maria havia feito um voto de castidade perpétua e assim o manteve, mesmo vivendo com S. José, como fica claro pela própria afirmação dela : "Eu não conheço varão", quando já estava desposada de S. José.

São Marcos, na mesma linha, chama Jesus "O filho de Maria" - "uiós Marias" (Mc 6,3), e não um dos filhos de Maria, querendo mostrar que ele era o seu filho único.

Os protestantes se utilizam da expressão "antes de coabitarem" para afirmar que Santa Maria teve relações sexuais com São José. Vamos ao trecho em questão: "Maria, sua Mãe, estava desposada com José. Antes de coabitarem, ela concebeu por virtude do Espírito Santo" (Mt 1,18). Ora "antes de coabitarem" significa apenas "antes de morarem juntos na mesma casa". Isso aconteceu quando "José fez como o anjo do Senhor lhe havia mandado e recebeu em sua casa sua esposa." (Mt 1,24).

Nossos irmãos separados cometem outro engano acerca da expressão "filho primogênito", para continuar negando a VIRGINDADE perpétua de Nossa Santa Mãe. Esta expressão é usada por São Lucas: "Maria deu à Luz o seu filho primogênito" (Lc 2,7). "Filho primogênito" significa somente "primeiro filho", podendo ele ser filho único ou não.

A Lei de Moisés exige que todo primogênito seja consagrado a Deus, quer seja filho único ou não. É como observamos em: "Consagrar-me-ás todo o primogênito entre os israelitas, tanto homem como animal: ele é meu" (Ex. 13,2). Ainda no livro do Êxodo observamos: "Todo o primogênito na terra do Egito morrerá" (Ex. 11,5). E assim aconteceu: "Não havia casa em que não houvesse um morto" (Ex. 11,30). Como em todos os países, deveria haver casais de um só filho; como por exemplo, todos os que haviam se casado nos últimos anos.

Em outro trecho da Bíblia, o Senhor ordena: "contar todos os primogênitos masculinos dos filhos de Israel, da idade de um mês para cima" (Num 3,40). Se há primogênito de um mês de idade, como é que se pode exigir que, para haver primeiro, haja um segundo? (o argumento protestante, incoerente)

O segundo texto bíblico preferido dos protestantes é este: "José não conheceu Maria [não teve relações com ela] até que ela desse à luz um filho." (Mt 1,25). Estaríamos certos em pensar que José "conheceu" Maria após ela "ter dado à luz um filho."; se o sentido bíblico da palavra "até" não fizesse referência apenas ao passado. Isto quer dizer que é errado pensar que depois daquele "até", José deveria "conhecer" Maria.

Observe os exemplos: "Micol, filha de Saul, não teve filhos até ao dia de sua morte" (II Sam 6,23). Será que após a sua morte Micol gerou filhos? Falando Deus a Jacó do alto da escada que este vira em sonhos, disse-lhe: "Não te abandonarei, enquanto[até] não se cumprir tudo o que disse." (Gen 28,15). Será que Deus está dizendo a Jacó que o abandonaria depois? E ainda Nosso Senhor depois de haver ressuscitado parece a seus discípulos e diz: "Eis que estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos." (Mt 28,20).

Estes exemplos deixam claro que a palavra "até" no texto de Mt 1,25 é um reforço do milagre operado, a saber, a encarnação do Verbo por obra do Espírito Santo, e não por obra de homem [São José].

Outra forma dos protestantes negarem a VIRGINDADE perpétua de Nossa Mãe é alegando que a Bíblia mostra que ela teve outros filhos, além de Jesus. Em diversos lugares, o Evangelho fala desses "irmãos" de Jesus: "estando Jesus a falar, disse-lhe alguém: eis que estão lá fora tua mãe e teus irmãos querem ver-te" (Mt 12, 46-47; Mc 3,31-32; Lc 8,19-20).

O argumento protestante somente mostra uma ignorância sem tamanho da própria Bíblia que eles dizem conhecer. As línguas hebraica e aramaica não possuem palavras que traduzam o nosso "primo" ou "prima" e serve-se da palavra "irmão" ou "irmã". A palavra hebraica "ha", e a aramaica "aha", são empregadas para designar irmãos e irmãs do mesmo pai, e não da mesma mãe (Gn 37, 16; 42,15; 43,5; 12,8-14; 39-15), sobrinhos, primos irmãos (1 Par 23,21), primos segundos (Lv 10,4) e até parentes em geral (Jó 19,13-14; 42,11). Portanto a palavra "irmão" era um expressão genérica.

Existem muitos outros exemplos na Sagrada Escritura. Observamos no Gênesis que "Taré gerou Abraão, Naor e Harã; e Harã gerou a Ló" (Gn 11,27). E Ló então era sobrinho de Abraão. Contudo no mesmo Gênesis, mais adiante Abraão chama a Ló de irmão (Gn 13,8). E mais adiante ainda em Gn 14,12, o Evangelho nos relata a prisão de Ló; e no versículo 14 observamos "Ouvindo, pois Abraão que seu irmão estava preso, armou os seus criados, nascido em sua casa, trezentos e dezoito, e os perseguiu até Dã"

Jacó se declara irmão de Labão, quando na verdade era filho de Rebeca, irmã de Labão (Gn 29,12-15).

No Novo Testamento, fica claríssimo que os "irmãos de Jesus" não eram filhos de Nossa Senhora. Estes supostos "irmãos" são indicados por São Marcos: "Não é este o carpinteiro, filho de Maria e irmão de Tiago, e de José, e de Judas e de Simão e não estão aqui conosco suas irmãs?"

Tiago e Judas, conforme afirma São Lucas eram filhos de Alfeu e Cleófas: "Chamou Tiago, filho de Alfeu... e Judas, irmão de Tiago" (Lc 6,15-16). E ainda: "Chamou Judas, irmão de Tiago" (Lc 6,16).

São Mateus diz que José é irmão de Tiago: "Entre os quais estava...Maria, mãe de Tiago e de José" (Mt 27,56).

Em São Mateus se lê: "Estavam ali [no calvário], a observar de longe..., Maria Mágdala, Maria, mãe de Tiago e de José, e a mãe dos filhos de Zebedeu". Esta Maria, mãe de Tiago e José, não é a esposa de São José, mas de Cleofas, conforme São João (19,25). Era também irmã de Nossa Senhora, como se lê em São João (19,25): "Estavam junto à cruz de Jesus sua mãe, a irmã de sua mãe, Maria [esposa] de Cleofas, e Maria de Mágdala".

Simão, irmão dos outros três, "Tiago, José e Judas". Portanto estes quatro são verdadeiramente irmãos entre si, filhos do mesmo pai e da mesma mãe. Alfeu ou Cleofas é o pai deles.

E ainda se Maria Santíssima tivesse outros filhos ela não teria ficado aos cuidados de São João, que não era da família, mas com seu filho mais velho, segundo ordenava a Lei de Moisés.

Agora uma pequena pergunta aos protestantes: Por que nunca os evangelhos chamam os "irmãos de Jesus" de "filhos de Maria" ou "de José", como fazem em relação a Nosso Senhor? E como durante toda a vida da Sagrada Família, os números de seus membros são três? A fuga para o Egito, a perda e o reencontro no templo, etc.

Vejamos agora se os primeiros cristão compartilham dos pensamentos levantados pelos protestantes.

São Tiago Menor que realizou o esquema da liturgia da Santa Missa escreveu: "Prestemos homenagem, principalmente, à Nossa Senhora, à Santíssima Imaculada, abençoada acima de todas as criaturas, a gloriosíssima Mãe de Deus, sempre Virgem Maria..." (S. jacob in Liturgia sua).

São Marcos na liturgia que deixou às igrejas do Egito serve-se de expressões semelhantes: "Lembremo-nos, sobre tudo, da Santíssima, intermerata e bendita Senhora Nossa, a Mãe de Deus e sempre Virgem Maria".

E os testemunhos primitivos acerca da VIRGINDADE perpétua de Nossa Santa mãe não param por ai...


De: Pergunte e responderemos
 
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14 junho 2017

Colômbia legaliza ‘matrimônio’ formado por três homens


Trata-se do primeiro “trio poli amoroso” da Colômbia, e a segunda do mundo, algo gerou grande polêmica no país sul-americano, onde há apenas um ano a Corte Constitucional aprovou a união de pares do mesmo sexo.




Os colombianos M. B., A. R. e V. H. P. constituíram um “regime de patrimônio especial de trio” oficializado na cidade de Medellín, que em termos jurídicos supõe uma sociedade patrimonial acordada por três pessoas.

Os três homens formaram o primeiro “trio poli amoroso” da Colômbia, e a segunda do mundo, algo gerou grande polêmica no país sul-americano, onde há apenas um ano a Corte Constitucional aprovou a união de pares do mesmo sexo.

“Esta união é muito diferente a um matrimônio, desde a mesma constituição do contrato é muito diferente, se trata somente de uma declaração de vontade das partes”, explicou a Efe fontes da notaria.

Por sua parte, Prada, um dos protagonistas desta “união tripla”, explicou aos meios locais que com este passo constituem “seu triângulo sentimental em uma família poli amorosa”.

“Algo que me impulsionou por primeiro a realizar isto foi a proposta de matrimônio inicial que lhes fiz em um teatro em 2012”, agregou o jovem, que se uniu ao matrimônio já conformado entre B. e R.  no ano 2000, quando se constituíram como “par legal”.

Esta união entre os três homens, amparada legalmente poderia haver chegado a contar com quatro integrantes, se não fosse porque o quarto deles, A. E. Z., faleceu de câncer de estômago em 2012.

‘É muito lamentável a decência moral’

Uma das principais defensoras da instituição da família na Colômbia, a deputada Ángela Hernández, lamentou esta situação e defende que “a institucionalidade da família tem sentença de morte, por isso cada dia recebe atentados como este”.

“É muito lamentável a decadência moral a que chegamos, ao passo que veremos as relaciones de pedofilia e zoofilia como normais. Nos os defensores da família estamos convocados, é tempo de levantar a voz”, concluiu a deputada.


De: infovaticana.com

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