21 dezembro 2016
O perdão na vida do cristão - Catecismo
O perdão é a virtude mais sublime na vida dos cristãos. Por pior prova que possamos passar, por maior humilhação sofrida, não existe outra saída para os seguidores de Jesus de Nazaré a não ser perdoar sempre.
Seguem trechos do Catecismo da Igreja Católica referentes ao perdão.
[2844] A oração cristã vai até ao perdão dos inimigos (126). Transfigura o discípulo, configurando-o com o seu Mestre. O perdão é o cume da oração cristã; o dom da oração só pode ser recebido num coração em sintonia com a compaixão divina. O perdão testemunha também que, no nosso mundo, o amor é mais forte que o pecado. Os mártires de ontem e de hoje dão este testemunho de Jesus. O perdão é a condição fundamental da reconciliação (127) dos filhos de Deus com o seu Pai e dos homens entre si (128)
[1443] Durante a sua vida pública. Jesus não somente perdoou os pecados, como também manifestou o efeito desse perdão: reintegrou os pecadores perdoados na comunidade do povo de Deus, da qual o pecado os tinha afastado ou mesmo excluído. Sinal bem claro disso é o fato de Jesus admitir os pecadores à sua mesa, e mais ainda: de se sentar à mesa deles, gesto que exprime ao mesmo tempo, de modo desconcertante, o perdão de Deus (37), e o regresso ao seio do povo de Deus (38)
[976] O Símbolo dos Apóstolos liga a fé no perdão dos pecados à fé no Espírito Santo, mas também à fé na Igreja e na comunhão dos santos. Foi ao dar o Espírito Santo aos Apóstolos que Cristo ressuscitado lhes transmitiu o seu próprio poder divino de perdoar os pecados: « Recebei o Espírito Santo: àqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados; e àqueles a quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos » (Jo 20,22-23). (A segunda parte do Catecismo tratará expressamente do perdão dos pecados por meio do batismo, do sacramento da Penitência e dos outros sacramentos, sobretudo da Eucaristia. Por isso, basta evocar aqui brevemente alguns dados fundamentais)
[589] Jesus escandalizou, sobretudo, por ter identificado a sua conduta misericordiosa para com os pecadores com a atitude do próprio Deus a respeito dos mesmos (399). Chegou, até, a dar a entender que, sentando-Se à mesa dos pecadores (400), os admitia no banquete messiânico (401). Mas foi muito particularmente ao perdoar os pecados que Jesus colocou as autoridades religiosas de Israel perante um dilema. É que, como essas autoridades justamente dizem, apavoradas, « só Deus pode perdoar os pecados » (Mc 2,7). Jesus ao perdoar os pecados, ou blasfema por ser um homem que se faz igual a Deus (402), ou diz a verdade e a Sua pessoa torna então presente e revela o nome de Deus (403)
[979] Neste combate contra a inclinação para o mal, quem seria suficientemente forte e vigilante para evitar todas as feridas do pecado? « Portanto, se era necessário que a Igreja tivesse o poder de perdoar os pecados, era também necessário que o batismo não fosse para ela o único meio de se servir destas chaves do Reino dos céus que tinha recebido de Jesus Cristo; era necessário que fosse capaz de perdoar as faltas a todos os penitentes que tivessem pecado, até mesmo ao último dia da sua vida » (548)
[986] Por vontade de Cristo, a Igreja possui o poder de perdoar os pecados dos batizados e exerce-o através dos bispos e dos presbíteros, de modo habitual no sacramento da Penitência.
[2608] Jesus insiste na conversão do coração desde o sermão da montanha: a reconciliação com o irmão antes de apresentar a oferta no altar (59); o amor dos inimigos e a oração pelos perseguidores (60); orar ao Pai « no segredo » (Mt 6,6); não se perder em fórmulas palavrosas (61); perdoar do fundo do coração na oração (62); a pureza do coração e a busca do Reino (63)
[1847] « Deus, que nos criou sem nós, não quis salvar-nos sem nós » (87). O acolhimento da sua misericórdia exige de nós a confissão das nossas faltas. « Se dizemos que não temos pecado, enganamo-nos, e a verdade não está em nós. Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e para nos purificar de toda a maldade » (1Jo 1,8-9)
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16 dezembro 2016
Estudo bíblico: a doutrina do purgatório
O Purgatório
NO CAMPO DA TEOLOGIA OS " Novíssimos " Tratam das " coisas últimas ": morte, julgamento, purgatório, céu, inferno.
- Falaremos do purgatório porque é sobre o que mais dúvidas temos.
- a palavra purgatório, traz à mente de muitos católicos algo como um lugar de tormentos, uma sala de espera onde os que já estão salvos, mas não são totalmente boas, esperam a sua hora de entrar no céu. E enquanto isso passa por todo tipo de sofrimentos.
- a igreja no seu catecismo nos ensina como dogma de fé (algo que deve ser acreditado por todos os católicos) o seguinte:
A) o purgatório existe sim.
B) não é um lugar, mas sim um estado no qual os defuntos são ¨purificados¨.
C) que os vivos podem ajudar os mortos com orações e sacrifícios.
- na presença de Deus só é possível entrar com uma pureza absoluta. Nada que tenha o mínimo defeito pode comparecer perante ele.
O que é estar purificados?
- explicamos isso com dois exemplos:
A) Deus te entrega à alma como se fosse uma folha perfeitamente branca, limpa, depois de seu batismo.
Quando você cometer um pecado mortal (grave) faz uma mancha negra e grande naquela folha. Se vais confessar-te, então, o sacerdote, em nome de Deus perdoa-te e é como se estivesse a apagar com uma borracha essa mancha; no entanto, sempre apesar de o apagado fica uma marca na tua folha de que essa mancha esteve algum dia aí.
Quando comete um pecado venial (menor), cria-se uma mancha cinza e pequena naquela folha branca que é a tua alma. Por ser um pecado pequeno pode se arrepender e pedir perdão a Deus por si mesmo, sem a necessidade de uma confissão. O pelo muito que te ama, te perdoa e apaga essa mancha com a borracha, mas é também a marca daquele pequeno borrão. Essas manchas que ficam se chama a “pena temporal” que tem que pagar.
Para poder entrar no céu precisa ter essa folha que é a tua alma, perfeitamente branca, muito limpa, como estava quando pela primeira vez a entregaram, sem qualquer mancha ou borrão, por pequeno que seja.
B) por outro lado, quando você nasce, Deus te dá umas qualidades, talentos ou dons em potência, que depende de você o desenvolvê-los ao longo da tua vida. Se ao morrer tens estas virtudes a meio, não pode entrar assim para o céu, então durante o purgatório, se aperfeiçoam essas virtudes que estavam imperfeitas.
Para te dar um exemplo: sua alma é como uma fruta que quando se corta (chega a morte), ainda está verde e assim não pode ser servido na mesa imediatamente. É necessário pô-la a crescer e o purgatório é isso: um amadurecimento de fruta verde.
O que é o purgatório?
- é o estado em que uma alma é purificada dos pecados que fez e das virtudes que não desenvolveu, para poder entrar no céu com Deus.
O Purgatório pode ser mais ou menos profundo,
Dependendo de cada alma.
Quem vai para o purgatório?
- os que morrem na graça e na amizade com Deus, mas não completamente purificados, embora estejam certos da sua salvação, sofrem depois da morte uma purificação, a fim de obterem a santidade necessária para entrar no céu.
Por que se está a sofrer no purgatório?
- a alma no purgatório sofre por duas razões:
A) sente uma grande dor de ser defeituosa, manchada, não perfeita.
B) a alma adora a Deus com um amor imenso, o que mais deseja é juntar-se o quanto antes para o, mas se dá conta de que por suas pequenas manchas e imperfeições não pode fazê-lo ainda.
- essa angústia, esse sofrimento é enorme, porém as almas do purgatório são almas ao mesmo tempo alegres porque:
- sabe que é certo que podem entrar no céu.
- Vêem-se a si mesmas impuras, manchadas necessitadas de purificação. É por isso que gostam de sofrer para se tornarem dignas de Deus e do céu.
- São almas que têm um amor ardente a Deus. O amor não se mede, não sente o sacrifício, mais ainda, o quer porque sabe que é um meio necessário para juntar-se ao amado.
Posso tentar limpar as manchas da minha alma em vida?
- Claro que podes: primeiro tentando desenvolver o mais que puderes os talentos que Deus te deu.
Segundo, se pecou, pode te purificar, fazendo sacrifícios, penitência, oferecendo suas dores, sua oração, fazendo obras boas, tudo isso com a intenção de “reparar” essas ofensas a Deus.
Você também pode purificar essas manchas ganhando “indulgencias”.
O Purgatório é o último presente de Deus:
- devemos agradecer a Deus por este último presente, mais uma oportunidade para poder entrar no céu. O Purgatório é então aquela última olhada de amor de Deus para o homem que vai ao seu encontro.
Purgatório, bases bíblicas do dogma.
O Purgatório é doutrina de fé formulada nos concílios de Florença (CF. DS 1304) e de Trento (CF. DS 1820; 1580). Os que morrem na graça e amizade de Deus mas não perfeitamente purificados, sofrem depois da morte uma purificação, para obter a formosura de sua alma (Catecismo 1030).
A palavra "Purgatório" não aparece na Bíblia, como dizem os protestantes quando atacam este dogma querendo por associação desqualificá-lo se não o lerem textualmente, mas a bíblia não tem tudo isso, nem é um dicionário, deveriam ler Jo 21,25 a Mesma Palavra Bíblia não vem, ENTÃO NÓS REMOVEMOS AS SAGRADAS ESCRITURAS? Claro que não.
Purgatório encontra fundamento na Bíblia, quando esta se sabe interpretar corretamente:
O texto do 2 Macabeus 12, 43-46 faz crer que existe uma purificação após a morte.
(Judas macabeu) realizou entre os seus soldados para angariação de fundos... a fim de que ali se oferecesse um sacrifício pelo pecado... Então... acreditavam firmemente em uma valiosa recompensa para os que morrem na graça de Deus... ofereceu Este sacrifício pelos mortos; para que fossem perdoados dos seus pecados.
Os protestantes não reconhecem que este livro é parte da Bíblia porque Lutero o tirou de sua bíblia, precisamente porque ele sabia que se referia ao purgatório.
No entanto, o Novo Testamento faz referência a 2 Macabeus. Por exemplo, Hebreus 11,35
"uns foram torturados, não aceitando o seu livramento, para alcançarem uma melhor ressurreição"
NO CAMPO DA TEOLOGIA OS " Novíssimos " Tratam das " coisas últimas ": morte, julgamento, purgatório, céu, inferno.
- Falaremos do purgatório porque é sobre o que mais dúvidas temos.
- a palavra purgatório, traz à mente de muitos católicos algo como um lugar de tormentos, uma sala de espera onde os que já estão salvos, mas não são totalmente boas, esperam a sua hora de entrar no céu. E enquanto isso passa por todo tipo de sofrimentos.
- a igreja no seu catecismo nos ensina como dogma de fé (algo que deve ser acreditado por todos os católicos) o seguinte:
A) o purgatório existe sim.
B) não é um lugar, mas sim um estado no qual os defuntos são ¨purificados¨.
C) que os vivos podem ajudar os mortos com orações e sacrifícios.
- na presença de Deus só é possível entrar com uma pureza absoluta. Nada que tenha o mínimo defeito pode comparecer perante ele.
O que é estar purificados?
- explicamos isso com dois exemplos:
A) Deus te entrega à alma como se fosse uma folha perfeitamente branca, limpa, depois de seu batismo.
Quando você cometer um pecado mortal (grave) faz uma mancha negra e grande naquela folha. Se vais confessar-te, então, o sacerdote, em nome de Deus perdoa-te e é como se estivesse a apagar com uma borracha essa mancha; no entanto, sempre apesar de o apagado fica uma marca na tua folha de que essa mancha esteve algum dia aí.
Quando comete um pecado venial (menor), cria-se uma mancha cinza e pequena naquela folha branca que é a tua alma. Por ser um pecado pequeno pode se arrepender e pedir perdão a Deus por si mesmo, sem a necessidade de uma confissão. O pelo muito que te ama, te perdoa e apaga essa mancha com a borracha, mas é também a marca daquele pequeno borrão. Essas manchas que ficam se chama a “pena temporal” que tem que pagar.
Para poder entrar no céu precisa ter essa folha que é a tua alma, perfeitamente branca, muito limpa, como estava quando pela primeira vez a entregaram, sem qualquer mancha ou borrão, por pequeno que seja.
B) por outro lado, quando você nasce, Deus te dá umas qualidades, talentos ou dons em potência, que depende de você o desenvolvê-los ao longo da tua vida. Se ao morrer tens estas virtudes a meio, não pode entrar assim para o céu, então durante o purgatório, se aperfeiçoam essas virtudes que estavam imperfeitas.
Para te dar um exemplo: sua alma é como uma fruta que quando se corta (chega a morte), ainda está verde e assim não pode ser servido na mesa imediatamente. É necessário pô-la a crescer e o purgatório é isso: um amadurecimento de fruta verde.
O que é o purgatório?
- é o estado em que uma alma é purificada dos pecados que fez e das virtudes que não desenvolveu, para poder entrar no céu com Deus.
O Purgatório pode ser mais ou menos profundo,
Dependendo de cada alma.
Quem vai para o purgatório?
- os que morrem na graça e na amizade com Deus, mas não completamente purificados, embora estejam certos da sua salvação, sofrem depois da morte uma purificação, a fim de obterem a santidade necessária para entrar no céu.
Por que se está a sofrer no purgatório?
- a alma no purgatório sofre por duas razões:
A) sente uma grande dor de ser defeituosa, manchada, não perfeita.
B) a alma adora a Deus com um amor imenso, o que mais deseja é juntar-se o quanto antes para o, mas se dá conta de que por suas pequenas manchas e imperfeições não pode fazê-lo ainda.
- essa angústia, esse sofrimento é enorme, porém as almas do purgatório são almas ao mesmo tempo alegres porque:
- sabe que é certo que podem entrar no céu.
- Vêem-se a si mesmas impuras, manchadas necessitadas de purificação. É por isso que gostam de sofrer para se tornarem dignas de Deus e do céu.
- São almas que têm um amor ardente a Deus. O amor não se mede, não sente o sacrifício, mais ainda, o quer porque sabe que é um meio necessário para juntar-se ao amado.
Posso tentar limpar as manchas da minha alma em vida?
- Claro que podes: primeiro tentando desenvolver o mais que puderes os talentos que Deus te deu.
Segundo, se pecou, pode te purificar, fazendo sacrifícios, penitência, oferecendo suas dores, sua oração, fazendo obras boas, tudo isso com a intenção de “reparar” essas ofensas a Deus.
Você também pode purificar essas manchas ganhando “indulgencias”.
O Purgatório é o último presente de Deus:
- devemos agradecer a Deus por este último presente, mais uma oportunidade para poder entrar no céu. O Purgatório é então aquela última olhada de amor de Deus para o homem que vai ao seu encontro.
Purgatório, bases bíblicas do dogma.
O Purgatório é doutrina de fé formulada nos concílios de Florença (CF. DS 1304) e de Trento (CF. DS 1820; 1580). Os que morrem na graça e amizade de Deus mas não perfeitamente purificados, sofrem depois da morte uma purificação, para obter a formosura de sua alma (Catecismo 1030).
A palavra "Purgatório" não aparece na Bíblia, como dizem os protestantes quando atacam este dogma querendo por associação desqualificá-lo se não o lerem textualmente, mas a bíblia não tem tudo isso, nem é um dicionário, deveriam ler Jo 21,25 a Mesma Palavra Bíblia não vem, ENTÃO NÓS REMOVEMOS AS SAGRADAS ESCRITURAS? Claro que não.
Purgatório encontra fundamento na Bíblia, quando esta se sabe interpretar corretamente:
O texto do 2 Macabeus 12, 43-46 faz crer que existe uma purificação após a morte.
(Judas macabeu) realizou entre os seus soldados para angariação de fundos... a fim de que ali se oferecesse um sacrifício pelo pecado... Então... acreditavam firmemente em uma valiosa recompensa para os que morrem na graça de Deus... ofereceu Este sacrifício pelos mortos; para que fossem perdoados dos seus pecados.
Os protestantes não reconhecem que este livro é parte da Bíblia porque Lutero o tirou de sua bíblia, precisamente porque ele sabia que se referia ao purgatório.
No entanto, o Novo Testamento faz referência a 2 Macabeus. Por exemplo, Hebreus 11,35
"uns foram torturados, não aceitando o seu livramento, para alcançarem uma melhor ressurreição"
Os únicos que no Antigo Testamento a quem se aplica esta passagem é aos mártires Macabeus, que foram torturados por conseguir a ressurreição (2 MAC. 7:11, 14, 23, 29, 36).
Também as palavras do nosso Senhor:
“E, se qualquer disser alguma palavra contra o Filho do homem, ser-lhe-á perdoado; mas, se alguém falar contra o Espírito Santo, não lhe será perdoado, nem neste século nem no futuro.” MT 12,32.
“Quando fores com o teu adversário ao magistrado, procura no caminho com ele, que ele não te arraste ao juiz, e o juiz te entregue ao meirinho, e o meirinho te meta na cadeia. Digo-te que não sairás dali enquanto não pagares o último centavo”. Lucas 12,58-59
Estas passagens Jesus faz referência a um castigo temporário que não pode ser o inferno, nem o céu.
Se chega a essa conclusão na carta de São Paulo, 1 CORÍNTIOS 3, 12-13: nos fala de um fogo purificador.
De maneira que há um fogo depois da morte que, diferente do inferno, é temporário. A alma que por ali passa se salvará. A esse estado de purga chamamos-lhe o "Purgatório", diz o texto bíblico:
" há quem sobre o fundamento da fé põe por materiais ouro, prata, pedras preciosas, ou seja, obras perfeitas; outro também tem que coloca madeira, feno, folhada, ou seja, obras defeituosas. O que edificou do primeiro modo receberá a paga estabelecida; mas o que edificou do segundo mudo deve sofrer por isso; no entanto não deixará de se salvar, se bem como quem passa pelo fogo ", isto é, deverá sofrer temporariamente nas chamas Purificadoras do purgatório, conforme explicam propostas os pais da igreja, revestidos de uma dignidade e uma antiguidade de que não beneficiam os postulados protestantes, surgidos em cena dezesseis séculos após a instituição do cristianismo.
" o apóstolo São Paulo, nota aqui são Francisco de Sales, é servido nesta passagem de dupla semelhança: a primeira é a do arquiteto que, utilizando materiais sólidos, constrói uma casa sobre bons princípios; a segunda, pelo contrário é a do outro Arquiteto que, edificando sobre os mesmos fundamentos, utiliza materiais combustíveis. Suponhamos agora, acrescenta o santo, para entrar no pensamento do apóstolo, que o fogo acender em ambas as casas; a que foi fabricada com material sólido não sofrerá avaria, enquanto a outra fica instantaneamente reduzida a cinzas. Se o arquiteto da primeira se encontrarei dentro dela, sai são e salvo; o outro, no entanto, se quer ser salvo, deve necessariamente passar através das chamas e receber sobre si as marcas do incêndio. Imagem natural do purgatório, no qual as almas manchadas com quaisquer culpas que não merecem o inferno devem passar e receber também os sinais do incêndio pelas obras da outra vida; enquanto as almas que não têm necessidade de se purificarem de nenhuma mancha de Culpa são preservadas destas chamas, e elas levam ao céu para receber a recompensa por suas boas obras ".
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15 dezembro 2016
Marcos Mion sobre seu casamento: “Orgulho por ter respeitado nosso contrato que tem Deus como testemunha”
Apresentador paga promessa à Nossa Senhora Aparecida e volta a falar sobre fé e família
O apresentador Marcos Mion, que comanda o programa “Legendários” da TV Record, postou no seu perfil do Instagram um texto em que valoriza a presença de Deus na sua família, mas diz que não acredita na “família perfeita”. Ele é casado e tem 3 filhos: Romeo, Donatella e Stéfano.
O texto diz: “Não adianta passar a ideia de que um relacionamento que vai fazer 12 anos, como o meu, é um conto de fadas, um comercial de margarina!! Essas referências são utopias. Nunca existiram. A grande sabedoria é saber que as imperfeições chegarão nas mais variadas formas e o que vc e a pessoa com quem construiu sua família vão fazer a respeito. A forma como vc lida e como encara as imperfeições é o que te torna perfeito!…E hoje, realmente, podemos olhar pra trás, ter orgulho do que construímos e ter a paz de ter lutado, respeitado e vivido o plano de Deus para nós! Orgulho por ter respeitado nosso contrato que tem Deus como testemunha e envolve nossas famílias. Isso é o que realmente vale e edifica um homem. Cuidar da sua esposa e sua família acima de tudo”.
No ano passado, Mion também emocionou os seus fãs ao dar o testemunho de como a fé católica que norteia sua família foi importante para que sua mulher vencesse um câncer.
Agora, o apresentador acaba de lançar o livro A Escova de Dentes Azul, em que relata como é ser pai de uma criança com Transtorno de Espectro Autista, o TEA, popularmente conhecido como autismo. Seu filho Romeo é portador do transtorno.
As dificuldades do dia a dia não abalam a fé do apresentador, que é devoto de Nossa Senhora. Também no seu Instagram, onde tem mais de 6 milhões de seguidores, Mion exibe uma foto tirada recentemente no Santuário Nacional de Aparecida, no interior do estado de São Paulo. No post, ele faz questão de agradecer à padroeira do Brasil pelo ano de 2016:
“Foi um ano de muitas provações. Mas acima de tudo foi um ano com 100% de vitórias . . .
SEMPRE com total fé em Nossa Santa Mãe Maria e Jesus Cristo, nosso salvador e guia! Graças à nossa fé e dedicação alcançamos tantas graças . . .
E hoje foi dia de agradecer e pagar nossa promessa a ela! Maria, cheia de graça, que não nos abandonou nem um dia em todas turbulências, nos cobriu com seu manto, enchendo nosso coração de fé e nos lembrando que ela não duvidou NUNCA, nem por um segundo, do poder de seu filho Jesus Cristo, nos ensinando a ouvir e acreditar sempre! Ela que intercede sempre a favor de quem tem fé e pede!
Obrigado Mãe pelas graças alcançadas. Amém”
De: aleteia.org
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13 dezembro 2016
Dia de Santa Luzia - 13 de dezembro
Deus, por vezes, manifesta seu poder através dos mais fracos. Luzia, uma frágil jovem de Siracusa, era forte de alma, por ser virgem. A Providência deu-lhe
o dom de vencer, não só com seus argumentos, mas também
pela força, os perseguidores pagãos.
Foi dentro das fronteiras do Império Romano que, por desígnio do Altíssimo, nasceu a Santa Igreja Católica. No entanto, esse imenso poder temporal, vendo o poder espiritual nascer misteriosamente e florescer com rapidez desconcertante, mostrou-se de início intrigado e receoso, e, por fim, hostil a ponto de chegar às violências mais extremas.
Os sublimes ensinamentos cristãos contradiziam frontalmente os costumes vigentes entre aqueles homens de coração duro. Vítima de toda sorte de calúnias, a Igreja nascente viu-se alvo de sangrentas perseguições desencadeadas pelas autoridades romanas com o objetivo de sufocá-la de modo inexorável.
No entanto, era o próprio Deus quem permitia que sua Igreja passasse pela longa prova da dor e do sacrifício. Com efeito, após cada perseguição, o Cristianismo ressurgia mais numeroso, brilhante e cheio de fé! No reinado de Diocleciano (284- 305), esse clima de horror chegou ao auge. Por um edito deste imperador, todas as igrejas deveriam ser demolidas e todos os cristãos que exerciam cargos públicos seriam obrigados a abjurar a fé em Cristo. É nesta última fase do período das grandes perseguições que surge uma alma de rara virtude: a jovem Luzia.
Voto de virgindade
O nome Luzia tem sua origem na palavra latina "lux", e ressoa em nossos ouvidos carregado de conotações heróicas, trazendo-nos à memória uma vida cheia de luz e de glória, porque feita de sangue e dor.
Nascida em Siracusa, e oriunda de uma família nobre e cristã, logo no desabrochar da adolescência consagrou- se a Jesus, oferecendo-Lhe a flor da sua virgindade.
Esta promessa de castidade perfeita não era incomum nos primórdios do Cristianismo, pois o próprio Salvador chamava grande número de almas à pratica desta angélica virtude. Um dia, respondendo a uma pergunta dos discípulos sobre os pesados encargos do casamento, disse- lhes o Mestre: "Nem todos são capazes de compreender esta doutrina, mas somente aqueles a quem foi concedido do alto" (Mt 19-11). Há homens, prosseguiu Ele, que são inaptos para a vida conjugal, e outros, pelo contrário, que de livre e espontânea vontade renunciaram ao matrimônio "por amor ao Reino dos Céus" (Mt 19,12). Pela primeira vez ressoava na História o chamado cristão à virgindade, e seu eco repercutiria em almas como as de Cecília, Ágata, Inês, e tantas outras que, sobrepondo- se às leis da carne e da matéria, se lançariam alegres em vôos admiráveis de perfeição espiritual.
Intercessão de Santa Ágata
Seu pai faleceu quando ela era ainda muito menina. Sua mãe, Eutícia, embora cristã, não tinha se despojado totalmente das glórias e atrações deste mundo. Assim, desejosa de proporcionar à sua filha um futuro cheio de fama e de honra, a exortava a casar-se com um jovem rico e bem colocado, mas pagão.
A casta Luzia - que mantinha seu voto em segredo - procurava sempre se esquivar desse assunto. Punha toda a sua confiança em Deus e aguardava uma oportunidade providencial para revelar à mãe sua resolução firme e decidida de pertencer somente a Cristo. As fervorosas orações feitas por ela nessa intenção foram prontamente atendidas: logo se apresentou uma boa ocasião.
Apesar das atrozes perseguições aos cristãos, celebrava-se todo ano na própria Sicília a festa de Santa Ágata, a virgem da cidade de Catânia, martirizada por volta do ano 250. Os prodígios por ela operados tornaram-na tão conhecida que acorria gente de todas as partes para implorar sua intercessão. Ora, havia já alguns anos, Eutícia sofria muito de um fluxo de sangue. Por isso Luzia, que tinha grande devoção a essa virgem mártir, sua conterrânea, persuadiu a mãe a ir em peregrinação até seu túmulo para implorar a cura de tal enfermidade.
Quando entraram na igreja, o assombro tomou conta das duas. Transcorria uma solene Celebração e naquele exato momento proclamava-se a Palavra do Santo Evangelho: "Então, uma mulher que havia doze anos padecia um fluxo de sangue, e gastara tudo quanto possuía sem ter sentido melhoras, tendo ouvido falar de Jesus, foi por detrás entre a multidão e tocou o seu manto. Imediatamente parou o fluxo de sangue e sentiu no seu corpo estar curada do mal. Jesus, conhecendo logo em Si mesmo a força que saíra d'Ele, voltado para a multidão, disse: ‘Quem tocou os meus vestidos?'.
Os seus discípulos responderam: ‘Tu vês que a multidão Te comprime, e perguntas: Quem Me tocou?' E Jesus olhava em volta para ver quem tinha feito aquilo. Então a mulher, que sabia o que se tinha passado nela, foi prostrar- se diante d'Ele, e disse-Lhe toda a verdade. Jesus disse-lhe: ‘Filha, a tua fé te salvou; vai em paz e fica curada do teu mal'" (Mc 5, 25-34).
Estupefatas e em extremo comovidas ao ouvirem essa passagem do Evangelho, caíram de joelhos e começaram a rezar. Assim ficaram durante muito tempo. Terminou a cerimônia, todos se retiraram, e elas, dando-se conta de que estavam sós, prostraram-se diante do sepulcro de Santa Ágata para implorar a bondade de Deus, pela intercessão da tão poderosa advogada.
Quis, porém, o Senhor manifestar- Se a Luzia por meio de um sonho profético. Cansada pela fadiga da viagem, acabou a jovem caindo num sono profundo. Enquanto dormia, apareceulhe Santa Ágata, rodeada de um coro de anjos. Seu vestido era de uma beleza sem par, adornado de safiras e pérolas finas. Seu rosto, alegre e sereno, resplandecia como o sol enquanto ela dizia: "Minha queridíssima irmã e virgem consagrada a Deus, por que pedes pela intercessão de outrem o que tu mesma podes obter para tua mãe? Eis que ela se encontra já curada pela fé que tu tens em Jesus Cristo! Assim como Ele tornou célebre a cidade de Catânia por minha causa, tornará também gloriosa a cidade de Siracusa pela tua mediação, pois soubeste preparar no teu puro coração uma agradável morada para teu Criador".
Ao ouvir estas palavras, levantou- se Luzia ainda mais convicta de sua consagração a Deus. Contou então à sua mãe a reconfortante visão e acrescentou que, pela graça de Deus, ela estava totalmente curada de sua enfermidade. E a jovem aproveitou a oportunidade para dizer-lhe confiante:
- Agora, minha mãe, uma só coisa te peço: em nome d'Aquele mesmo que te devolveu a saúde, deixa-me conservar minha virgindade, pertencendo somente ao nosso Criador. Repartamos entre os pobres os bens que preparaste para o meu casamento, e teremos grande tesouro no Céu!
Eutícia se deixou convencer e, voltando a Siracusa, ambas distribuíram suas riquezas entre os mais necessitados, segundo as instruções da comunidade cristã à qual pertenciam.
Ora, isto chegou aos ouvidos do jovem pretendente. Cheio de fúria, este foi ter com Eutícia e testemunhou, com seus próprios olhos, mãe e filha dando aos pobres suas jóias e objetos preciosos. Fora de si, correu até Pascásio, então prefeito da cidade, para acusar Luzia de praticar a religião cristã. Assim iniciou-se o processo que levaria esta Santa a brilhar no mais alto dos Céus, junto à nobre multidão dos gloriosos mártires!
Diante do tribunal
Edificante e arrebatador foi o julgamento da corajosa jovem. Refutou todos os argumentos e ameaças de Pascásio, e seu simples olhar impunha respeito. Vendo o juiz a serena segurança da prisioneira, tentou primeiramente persuadi-la com suaves palavras a oferecer sacrifícios aos deuses pagãos. Depois, ante a irredutível fé de Luzia, passou das adulações para a mais terrível ferocidade. Impávida, ela respondeu- lhe sem hesitar:
- Tu te preocupas em seguir as leis dos príncipes desta terra, enquanto eu procuro meditar dia e noite os mandamentos do Senhor. Tu te preocupas em comprazer o imperador, eu tudo faço para agradar a meu Deus, a quem consagrei minha própria virgindade.
- Pois bem - disse Pascásio - eu te farei conduzir a um lugar onde perderás tua castidade, assim o Espírito Santo te abandonará e deixarás de ser seu templo!
- A violência feita ao corpo não arranca a pureza da alma, se minha vontade não consente. Ao contrário, esta violência me proporcionará duas coroas: a da virgindade e a do martírio - respondeu a virgem.
Imediatamente Pascásio deu aos carrascos ordem de amarrar a inocente vítima e arrastá-la até uma casa de infâmia, para ela perder a honra da virgindade antes de ser decapitada.
Ora, o que podem todas as forças humanas contra a onipotência de Deus? Os olhos do Bom Pastor pousavam sobre sua serva fiel e por isso impediu que os verdugos conseguissem tirá-la do lugar onde se encontrava. Tentavam em vão empurrá- la: Luzia permanecia imóvel, detida por uma mão invisível. Nem mesmo várias juntas de bois, aos quais a amarraram, conseguiram removê-la.
Obstinado no mal, Pascácio mandou levantar em volta da Santa uma enorme fogueira. Ela fitava sem medo o tirânico juiz, dizendo: "Pedirei ao Senhor que este fogo não me atinja, para que os fiéis reconheçam o poder de Deus e os infiéis fiquem ainda mais confundidos". E efetivamente as chamas também fracassaram: a jovem ficou incólume em meio às labaredas.
Derrotado, Pascásio ordenou finalmente que a cabeça da virgem fosse cortada à espada. Uma celestial alegria transpareceu em seu semblante, ao ver que tinha chegado a hora do supremo encontro com seu Redentor. Entretanto, não morreu naquele instante. Caindo de joelhos, foi acolhida nos braços de alguns cristãos que assistiam ao seu martírio.
Antes de falecer, a virgem mártir prognosticou o fim das perseguições de Diocleciano e Maximiano, e o início de uma era de grande paz para a Santa Igreja. Esta profecia não tardou a tornar-se realidade: apenas dois anos após sua morte, subiu ao trono Constantino o Grande, que promulgou em 313 o Edito de Milão, concedendo liberdade ao culto Cristão, em toda a vastidão do Império. Estavam, assim, largamente abertas as portas para a Igreja desenvolver-se triunfante, ao longo dos séculos.
A gloriosa Santa Luzia entregou sua alma a Deus no ano 304 da era do Senhor. Um raio da Graça tinha pousado sobre ela. Na Igreja de Cristo luzia mais uma mártir, no Céu mais uma santa! Tu vincis inter martyres! - Tu vences, ó Cristo, pelas provas dos mártires! (Revista Arautos do Evangelho, Dez/2006, n. 60, p. 35 à 37)
De: arautos.org
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10 dezembro 2016
Saudade do Natal de Jesus - Dom Henrique Soares
Que saudades do Natal cristão que não vem, que vai desaparecendo, ano após ano...
Que saudade de um mundo que acreditava, que era capaz de rejubilar-se, esperançoso, otimista, feliz - mesmo com todos os problemas - porque sabia com certeza certa da existência de um Deus de amor e bondade - Deus santo de Abraão, Isaac e Jacó - que na plenitude dos tempos, de modo admirável, surpreendente, terno, meigo, poético, de Maria Virgem enviou o Seu Filho amado a este mundo ferido e cansado.
Que saudade do presépio, do Menino envolto em faixas, do olhar terno da Virgem Mãe, dos joelhos dobrados do casto e humilde José, da admiração dos pastores, dos anjos envoltos em luz...
Que saudade do boi e do burrico que reconheceram o seu dono, o seu senhor...
Que saudades de um mundo, de uma sociedade que sonhava e esperava porque acreditava!
Que natal frio, vazio, morto e escuro, esse vivido pela sociedade ocidental.
Natal mentiroso, sem Jesus, sem Deus, sem a ternura do Emanuel!
Natal de nada, de Papai Noel, de consumo, dos ornamentos pagãos enfeitando de vazio espiritual as nossas cidades, de compras e superficialidades...
Natal de hipocrisia, de alegria vazia, alegria por nada, alegria de nada, alegria mundana, tristeza maquiada, lipoaspirada, fugaz, artificial! Natal pecaminoso, de negação de Deus, de esquecimento do Mistério, de incapacidade de acolher o Senhor e a Ele adorar e a Ele obedecer! Antinatal! Natal dos anticristos!
Que tristeza, as nossas cidades iluminadas por nada, preparando-se para nada, esperando uma noite de nada... Como pôde o nosso Ocidente outrora cristão chegar a este ponto de vazio, de leviandade, de desumanidade?
Senhor Jesus, Santo Emanuel, Deus nascido da Virgem, vem, por piedade! Vem mais uma vez encher o coração da humanidade!
Faze que os cristãos se tornem novamente cristãos!
Dá à Tua Igreja – que começaste a desposar com a Tua Encarnação – a graça de redescobrir a simples e pura alegria do santo Natal na surpresa do Evangelho anunciado, na esperança das profecias proclamadas, no abismo do Mistério explicado pelo Apóstolo, no cântico dos hinos tão doces, tão ricos, tão ternos, tão suaves...
Dá-nos o Natal da Tua Eucaristia – carne Tua plasmada de Maria Virgem, remédio bendito contra todas as mortes deste mundo!
Olha a Tua Igreja, olha o Teu rebanho, que neste mundo asfixiante deve proclamar com a boca, com o coração, com a vida, com a celebração, com a certeza, com a esperança, a realidade do Teu bendito Natal!
Como outrora tornaste fecundo o seio virginal de Maria, torna fecundos a nossa fé e o nosso testemunho; como não decepcionaste a esperança de Israel, fortalece ainda agora a nossa esperança em Ti; como foste o consolo e o encanto de José, tira-nos das dúvidas e incertezas, do marasmo da existência e dá-nos a alegria simples de crer e esperar em Ti; como foste a surpresa dos pastores, enche nossa vida com a doce certeza de que vieste como nosso Salvador; como apareceste pura luz para os Magos, sê a Estrela da manhã que nos conduz!
Senhor Menino, Senhor Messias, doce e querido Emanuel! Meu Menino, tesouro do nosso coração, consolo dos meus dias, dá a todo aquele que se prepara para celebrar santamente o Teu Natal a graça da Tua salvação e a consolação da Tua presença bendita! Vem, querido Jesus! Bem-vindo, santo Jesus! Inflama ainda agora o nosso coração para que neste 2016 ainda haja nos corações cristãos verdadeiros natais!
Dom Henrique Soares - via facebook
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09 dezembro 2016
120 sacerdotes transformaram um shopping em um grande confessionário
BOGOTÁ, 21 Out. 16 / 01:00 pm (ACI).- Nos dias 18 e 19 de outubro o Centro Comercial da Grande Estação em Bogotá (Colômbia), se converteu em um confessionário aberto no qual 120 sacerdotes de todo o país surpreenderam as pessoas e administraram o sacramento da reconciliação na segunda edição do “Confesatón”, uma maratona de confissões.
Conforme indicou a Conferência Episcopal Colombiana (CEC) em sua página, este evento aconteceu durante a Copa da Fé e é um sinal do Jubileu da Misericórdia, que “está relacionado ao pedido do Pontífice para trabalhar por uma Igreja em saída, como um sinal da presença de Deus”.
Comenzó la #Confesatón Los padres que participan de la #CopaDeLaFe prestos a brindar el sacramento de la #Reconciliación pic.twitter.com/rz0HW7R9CZ
— Episcopado Colombia (@episcopadocol) 18 de outubro de 2016
A CEC indicou que o primeiro dia da maratona começou por volta das 17h. Algumas pessoas olhavam para os sacerdotes com surpresa e certa curiosidade, enquanto outros estavam fazendo fila nos lugares assinalados para confessar-se.
Gladys López, uma das pessoas que se confessou, disse que para ela esta foi uma oportunidade para tirar um peso de si.
“Cada pessoa chega totalmente convencida de que Deus está dando a possibilidade de ter a consciência tranquila e poder dizer aquilo que se converteu em uma carga em nossas vidas, todo mundo deveria aproveitar esta oportunidade”, expressou.
Luz Estella Rey, contou que há muito tempo não recebia este sacramento e disse que a ocasião foi “muito agradável”. Também falou sobre o sacerdote que a confessou: “Transmitiu-me muita paz e me fez sentir tranquila”.
Por sua parte, Miguel Marquina Acevedo se surpreendeu com esta iniciativa, pois estava visitando Bogotá. Ele e seus filhos se confessaram. “É uma ocasião não só para nos aproximar de Deus, como também para nos reconciliar, porque muitas vezes não temos tempo para ir à Igreja”, expressou.
Além das confissões no centro comercial, outro grupo de sacerdotes visitaram em 19 e 20 de outubro diferentes lugares penitenciários de Bogotá para administrar este sacramento.
De: acidigital.com
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08 dezembro 2016
Os cristãos perseguidos perdoam a seus assassinos e ‘rezam para que Deus perdoe ao Estado Islâmico’
“Os cristãos não podem voltar a suas casas porque o Estado Islâmico deixou bombas nos refrigeradores, deixaram bonecas para explodir”, conta Luis Montes, missionário no Iraque, à InfoVaticana. Assegura que a vitória de Trump é “uma boa noticia para Oriente Médio”.
O diretor de InfoVaticana Gabriel Ariza entrevista ao padre Luis Montes, um argentino missionário do Instituto do Verbo Encarnado no Iraque. O sacerdote conta a InfoVaticana a terrível situação que seguem vivendo os cristãos no Iraque, perseguidos pelo Estado Islâmico desde há más de cinco anos.
O missionário explica que os atentados continuam matando a centenas de cristãos todos os dias. O passado mês de outubro, por exemplo, houve 128 atentados em uma das cidades do sul do país. Montes conta esta é a zona mais perigosa, enquanto que as cidades ocupadas inteiramente pelo Estado Islâmico os cristãos se podem contar com os dedos das mãos, já que vivem escondidos.
Porém, Luis Montes assegura que “finalmente o Estado Islâmico está sendo derrotado” e que os cristãos recobraram a esperança de voltar a suas famílias, uma tarefa complicada, já que os terroristas deixaram minas escondidas inclusive dentro das geladeiras das casas ou nos bonecos. “Os cristãos não podem voltar porque o Estado islâmico deixou bombas nos refrigeradores, deixaram bonecas para que explodem”, conta o missionário.
Segundo Luis Montes, a vitória de Trump é “uma boa notícia para o Oriente Médio”, embora defende que que se deve chegar a um acordo com o Irã. O sacerdote argentino explica também que não existem rebeldes moderados, e que todos são terroristas. Porém, apesar de tudo, os cristãos “perdoam antes de que um lhes fale de perdão” já que “ao haver perdido tudo, se aproximaram de Deus”.
De: infovaticana.com
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07 dezembro 2016
O Cardeal Sarah manifesta sua preocupação pela grande confusão que reina no catolicismo
Em una entrevista concedida ao semanário francês Homme Nouveau o cardeal Robert Sarah exterioriza sua preocupação pela grande confusão que reina no mundo católico, inclusive entre os bispos, acerca da doutrina da Igreja. 2/12/16 11:06 AM
(La Nuova Bussola/InfoCatólica) O cardeal se sente chamado a intervir como Prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, porque a desorientação atual implica três sacramentos: o matrimônio, a Penitência e a Eucaristia. Segundo o Cardeal, a confusão que vivemos extrai sua seiva da falta de formação que, lamentavelmente, afeta a sus próprios irmãos no episcopado.
Sarah quer destacar que cada bispo, ele mesmo in primis, está vinculado à doutrina do matrimônio monogâmico indissolúvel, que Cristo restaurou a sua forma original e no que se encontra o bem do homem, a mulher, e os filhos.
Esta verdade não pode deixar de ter consequências a respeito da possibilidade de aproximar-se da Santa Comunhão: «A Igreja inteira se manteve sempre firme no fato de que não se pode receber a comunhão quando se é consciente de haver cometido um pecado grave, um princípio que tem sido confirmado definitivamente pela encíclica Ecclesia de Eucharistia de São João Paulo II». E o Cardeal prefeito acrescenta: «Nem sequer um Papa pode dispensar desta lei divina». Publicado originalmente em La Nuova Bussola Quotidiana
Traduzido por Néstor Martínez para InfoCatólica
Tradução Frei Zaqueu
Créditos: Airton Vieira de Souza
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